Mix diário

Japão deve liberar mais de 53 milhões de barris de petróleo bruto para refinarias

O Japão liberará aproximadamente um mês de reservas nacionais de petróleo bruto – equivalente a 53,46 milhões de barris ou 8,5 milhões de litros, avaliados em cerca de 540 bilhões de ienes (US$ 340,31 milhões) – a partir de quinta-feira, dia 26, de acordo com um comunicado do Ministério da Economia, Comércio e Indústria japonês.

As reservas de petróleo bruto serão liberadas para quatro grandes refinarias japonesas – Eneos, Idemitsu Kosan, Cosmo Oil e Taiyo Oil – com barris retirados de 11 bases de estoque nacionais e conjuntas no país.

A medida é uma resposta à queda nas importações de petróleo bruto do Golfo do Oriente Médio para o Japão devido ao fechamento efetivo do Estreito de Ormuz como resultado do conflito em andamento. A liberação visa garantir que não haja interrupção no fornecimento de produtos petrolíferos no mercado interno, acrescentou o ministério.

A liberação faz parte da contribuição mais ampla do Japão sob a ação coletiva da Agência Internacional de Energia (AIE), anunciada em 11 de março. No total, a liberação do Japão de reservas de petróleo tanto privadas quanto nacionais em resposta à interrupção no Oriente Médio totaliza 79,8 milhões de barris. A medida segue uma liberação anterior de reservas do setor privado em 16 de março, quando o Japão liberou 15 dias de petróleo antes de uma liberação conjunta liderada pela AIE. Fonte: Dow Jones Newswires.

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

Estadão Conteudo

About Author

Você também pode se interessar

Mix diário

Brasil defende reforma da OMC e apoia sistema multilateral justo e eficaz, diz Alckmin

O Brasil voltou a defender a reforma da Organização Mundial do Comércio (OMC) em um fórum internacional. Desta vez, o
Mix diário

Inflação global continua a cair, mas ainda precisa atingir meta, diz diretora-gerente do FMI

A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva disse que a inflação global continua a cair, mas que deve