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Bolsas da Europa fecham sem direção com IA em foco, balanços e inflação nos EUA

As bolsas europeias encerraram a sexta-feira, 13, sem uma direção única, à medida que os investidores avaliavam os temores sobre os impactos da inteligência artificial (IA) nas empresas financeiras e de tecnologia, preocupações que continuam a repercutir em Wall Street. Enquanto isso, a temporada de balanços corporativos avança no continente e influencia ativos. Dados de inflação dos EUA, que vieram abaixo das previsões, também chamaram a atenção dos mercados.

Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,42%, a 10.446,35 pontos, acumulando quase 0,74% de alta na semana. Em Frankfurt, o DAX subiu 0,20%, a 24.903,39 pontos, e também teve elevação de 0,74% na semana. Em Paris, o CAC 40 recuou 0,35%, a 8.311,74 pontos, e alta de 0,46% na semana. Em Lisboa, o PSI 20 recuou 0,30%, a 8.998,95 pontos, e alta de 1,22% na semana. Em Madri, o Ibex 35 teve queda de 1,25%, a 17.672,40 pontos, e de 1,5% na semana. O FTSE MIB teve queda de 1,71% em Milão, a 45.430,62 pontos, e baixa de cerca de 1% na semana. As cotações são preliminares

As ações ligadas ao setor imobiliário europeu recuaram no pregão, após preocupações relacionadas à IA afetarem na quinta-feira empresas desse ramo, de transporte e de software nos Estados Unidos. A Land Securities, em Londres, registrou queda de 1,68%, enquanto a rival British Land caiu 0,39%. Já a operadora imobiliária alemã Vonovia caiu 0,5%.

Entre os papéis de empresas de mineração, a Fresnillo subiu 2,12% em dia de alta da prata.

Influenciadas por balanços, a francesa Safran liderou o índice Stoxx 600, com um aumento de 8,3%, após reportar lucro e receitas acima das previsões. Já as ações da NatWest Group caíram 2,5%, revertendo alta inicial, apesar do banco britânico também superar as estimativas.

Enquanto isso, os líderes europeus se reúnem na Conferência de Segurança de Munique, na Alemanha. Nesta sexta, o chanceler alemão, Friedrich Merz, disse que a ordem internacional baseada em regras já não existe como existia no passado, em referência à guerra na Ucrânia.

Estadão Conteudo

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