O Projeto Plenitude transforma dor em expressão artística ao unir saúde mental e audiovisual em uma série documental produzida em Mato Grosso. A iniciativa apresenta quatro mini documentários poéticos que abordam a reabilitação psicossocial por meio da dança, literatura, música e artes visuais, destacando a arte como ferramenta de acolhimento, autoestima e ressignificação emocional.
A série completa já está disponível gratuitamente no canal oficial do Instituto Brasil no YouTube. Os episódios convidam o público a refletir sobre o cuidado com a saúde mental a partir de experiências sensíveis e reais, conectando relatos pessoais com o olhar técnico de profissionais da rede psicossocial de Cuiabá.
Executado ao longo de dois meses, o projeto teve como cenário o Teatro Zulmira Canavarros, que se tornou espaço de escuta e criação. A produção reúne depoimentos de mulheres que encontraram na arte um caminho para enfrentar a ansiedade e a depressão, além de análises de especialistas que reforçam a importância da expressão artística nos processos terapêuticos.
A narrativa é construída a partir das histórias de quatro protagonistas: Bruna Maciel, que aborda o poder da escuta e do acolhimento; Elka Victorino, que traduz emoções por meio do movimento do corpo; Cida Silva, que utiliza as artes visuais como forma de expressão e cura; e Rita Cássia, que revela a força do canto e da vibração da voz como instrumentos de harmonização interior.
Idealizado pela poeta e escritora Dani Paula, que também assina a narração, o Projeto Plenitude tem roteiro e direção de Loriane Villar e estética visual e sonora de Henrique Santian. A série é uma produção do Instituto Brasil, com apoio da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) e da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, por meio do deputado Carlos Avallone, reforçando a relevância de iniciativas que integrem cultura e saúde como políticas públicas essenciais.


