Duas mulheres foram mortas a tiros na tarde desta sexta-feira, 28, dentro da unidade do Centro Federal de Educação Tecnológica (Cefet) Celso Suckow da Fonseca, no Maracanã, zona norte do Rio de Janeiro. O atirador teria tirado a própria vida em seguida. Os três eram funcionários do centro de ensino.
Allane de Souza Pedrotti Matos e Layse Costa Pinheiro chegaram a ser levadas para o hospital, mas não resistiram aos ferimentos.
O Hospital Municipal Souza Aguiar confirmou que as duas vítimas foram encaminhadas para lá, mas afirmou que uma delas já chegou morta. A outra, com quadro gravíssimo, não resistiu, “apesar de todos os esforços da equipe de saúde”.
A Polícia Civil informou que a Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) foi acionada e investiga as mortes. “Diligências estão em andamento para apurar os fatos”, afirmou.
O ministro da Educação, Camilo Santana, lamentou a tragédia e se solidarizou com as vítimas em publicação nas redes sociais. “Minha solidariedade a toda a comunidade do Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (Cefet-RJ), do Rio de Janeiro, cenário da tragédia que culminou na morte de três servidores da instituição na tarde de hoje”, escreveu.
“Nós estamos em contato com a direção do Cefet-RJ e as estruturas do MEC já estão mobilizadas para prestar todo o apoio necessário nesse momento de perplexidade e dor. Aos familiares e amigos das vítimas, meus profundos sentimentos”, disse o ministro.
A deputada estadual Elika Takimoto (PT-RJ), que também é professora no Cefet, afirmou em publicação nas redes sociais que conhecia as duas vítimas e classificou o episódio como “devastador”. “Minha solidariedade às famílias e a todo CEFET. Que recebam o conforto que precisam. Estamos em choque e em luto”, escreveu.
A ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, Macaé Evaristo, também falou sobre o ataque a tiros em seu perfil nas redes sociais. “Profunda solidariedade às vítimas e às suas famílias pelo ataque no CEFET do Maracanã. É inaceitável que espaços de estudo se tornem alvo de violência. Defender direitos humanos é também construir uma cultura de paz e garantir segurança real em todas as instituições de ensino”, afirmou.



