A juíza Suzana Guimarães Ribeiro, da 8ª Vara Criminal de Cuiabá, condenou Lucas Matheus Arruda Mesquita, 19, a 21 anos de prisão por latrocínio e corrupção de menores. Lucas participou do assassinato do policial militar Lauro Cesar Rodrigues, em novembro de 2017, na companhia de um adolescente.
Lucas Mesquita, que cometeu o crime em parceria com um menor de idade, deverá cumprir pena em regime fechado.
Na noite do dia 18, um sábado, Lauro Rodrigues, que no momento trabalhava como motorista de aplicativo, foi assassinado com uma facada na nuca. O caso, que aconteceu no bairro Cidade Alta, na Capital, foi classificado como latrocínio.

O policial era lotado no 4º Batalhão em Várzea Grande (Região metropolitana de Cuiabá-MT) e nas horas vagas atuava como motorista do aplicativo. No momento em que foi encontrado morto, os policiais realizavam rondas no referido bairro, quando encontraram um veículo Pálio de cor prata parado com as portas abertas em atitudes suspeitas.

Ao analisarem o que se tratava, encontraram Lauro caído sem vida com perfuração na nuca. Os militares então realizando buscas no veículo identificaram Lauro como sendo cabo da PM.
O militar estava portando um revólver calibre 38 que não foi levado pelos criminosos. Os latrocidas levaram somente o celular da vítima.
Em buscas, os policiais conseguiram localizar e prender Lucas Matheus Arruda Mesquita, então com 18, na Cidade Alta. Já o adolescente L.A.G., que tinha 17, foi localizado e apreendido no bairro José Pinto.
Lucas informou que ambos iriam roubar o policial, e ao anunciar o assalto, o militar teria esboçado reação e o menor o esfaqueado na nuca.
Após cometerem o crime, fugiram do local levando apenas o aparelho celular da vítima. Na delegacia, o menor negou o envolvimento no crime.
Unidos na ação, equipes da DHPP, do Grupo de Resposta Rápida de Homicídios (GRRH) da Polícia Judiciária Civil (PJC), o efetivo do 4º e 10° Batalhão da Polícia Militar e do 2ª Comando Regional (Várzea Grande) equipes da inteligência e da Força Tática.


