Policiais da Delegacia Especializada de Crimes Fazendários e Contra a Administração Pública (Defaz) cumprem onze mandados de buscas e apreensão na manhã desta terça-feira (04.12), na operação “Sangria”, deflagrada pela Polícia Judiciária Civil para apurar irregularidades em contratos de prestação de serviços médicos hospitalares, firmados com o município de Cuiabá e o Estado de Mato Grosso.
A investigação visa arrecadar provas documentais para confirmar denúncia referente a um grupo de médicos, com participação societária oculta em três empresas de serviços médicos, na capital e interior do Estado.
Os mandados de busca e a apreensão foram expedidos pela 7ª Vara Criminal de Cuiabá.
A investigação apura irregularidades em licitações e contratos firmados com três empresas
A operação é coordenada pelos delegados Lindomar Aparecido Tofoli, Sylvio do Vale Ferreira Junior e Maria Alice Barros Martins Amorim.
Participam da operação 70 policiais ( delegados, investigadores e escrivães) de unidades da Diretoria de Atividades Especiais (DAE) com apoio de delegacias da Diretoria Metropolitana, e da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).
Nome da Operação
O nome da operação “Sangria” é alusivo a uma modalidade de tratamento médico que estabelece a retirada de sangue do paciente como tratamento de doenças, que pode ser de diversas maneiras, incluindo o corte de extremidades, o uso de sanguessugas ou a flebotomia.
OUTRO LADO
Por meio de nota, a Prefeitura de Cuiabá informou que apura as informações acerca da Operação Sangria, deflagrada pela Polícia Judiciária Civil. "Assim que tivermos mais informações, emitiremos nota para a imprensa. A prefeitura reforça que é a maior interessada no resultado das investigações e que está à disposição para com as autoridades no que for necessário".
Texto atualizado às 15h30 para acréscimo de informação


