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PF diz não haver prazo para apurar fake news na campanha presidencial

O diretor de Investigação e Combate ao Crime Organizado da Polícia Federal, Elzio Vicente da Silva, afirmou neste domingo, 21, que é imprevisível o prazo que vai levar para a conclusão da investigação aberta neste sábado a respeito de pagamentos ilegais de empresas para disseminar notícias falsas envolvendo as campanhas de Jair Bolsonaro e Fernando Haddad à Presidência da República. 

"É imprevisível. Não se trata só de preservar a estratégia, mas seria temerário se falar em um prazo para determinar com clareza (o que houve)", afirmou Elzio Vicente da Silva, ao ser questionado sobre o andamento do caso, em entrevista coletiva conjunta com demais órgãos envolvidos nas eleições 2018, na sede do Tribunal Superior Eleitoral.

O caso tramitará sob sigilo na Polícia Federal e foi aberto após pedido da Procuradoria-Geral da República. Questionado sobre se a polícia solicitaria as informações do Whatsapp que levaram ao banimento de empresas, ele não respondeu devido ao sigilo, mas disse que, em tese, tudo que diz respeito ao tema da investigação interessa à PF.

BRASÍLIA – O diretor de Investigação e Combate ao Crime Organizado da Polícia Federal, Elzio Vicente da Silva, afirmou neste domingo, 21, que é imprevisível o prazo que vai levar para a conclusão da investigação aberta neste sábado a respeito de pagamentos ilegais de empresas para disseminar notícias falsas envolvendo as campanhas de Jair Bolsonaro e Fernando Haddad à Presidência da República. 

"É imprevisível. Não se trata só de preservar a estratégia, mas seria temerário se falar em um prazo para determinar com clareza (o que houve)", afirmou Elzio Vicente da Silva, ao ser questionado sobre o andamento do caso, em entrevista coletiva conjunta com demais órgãos envolvidos nas eleições 2018, na sede do Tribunal Superior Eleitoral.

O caso tramitará sob sigilo na Polícia Federal e foi aberto após pedido da Procuradoria-Geral da República. Questionado sobre se a polícia solicitaria as informações do Whatsapp que levaram ao banimento de empresas, ele não respondeu devido ao sigilo, mas disse que, em tese, tudo que diz respeito ao tema da investigação interessa à PF. 

"A investigação tramita em sigilo, não só para preservar a estratégia da apuração, mas as pessoas em torno do fato. Em abstrato, falando em termos de doutrina de investigação, interessa à PF obter o maior volume de dados que possam ajudar a trazer informações sobre o caso.

Redação

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