A Coligação Segue em Frente Mato Grosso, que tem o governador Pedro Taques (PSDB) como seu principal representante, teve uma liminar negada pela Justiça Eleitoral. As siglas queriam barrar uma peça publicitária da campanha do senador Wellington Fagundes, que também concorre ao governo. Contudo, o juiz Jackson Francisco Coleta Coutinho negou a liminar.
Segundo a Coligação de Taques, a campanha de Wellington "vêm realizando propaganda eleitoral gratuita em televisão divulgando fato inverídico com único intuito de causar confusão no eleitorado para gerar favorecimento".
Wellington tem se colocado como responsável pela execução de construções e reformas em hospitais de Mato Grosso. Contudo, as ações são responsabilidade do Poder Executivo. "Do qual cargo Wellington jamais ocupou", pontuou.
"As afirmações feitas na propaganda eleitoral em questão são ululantemente inverídicas, visando criar no eleitorado uma visão equivocada do candidato, através da manipulação de estados mentais e emocionais do público", apontou.
Por isso, Taques pediu a imediata suspensão do programa político por propaganda irregular.
Em decisão, o juiz Jackson Coleta Coutinho não vislumbrou a caracterização de propaganda irregular. Ele pontuou também que, o fato da propaganda ferir um direito que Taques acredita ter direito, não compromete o andamento do processo. O magistrado considerou que é necessário ouvir Wellington para dar sua sentença final.
A decisão do juiz Jackson pode ser revista na sentença final. A Procuradoria Regional Eleitoral também deverá apresentar parecer sobre o processo.


