Dois homens foram presos em situação de flagrante de adulteração de sinais identificadores de veículos, em ação da Delegacia Especializada de Repressão a Roubos e Furtos de Veículos Automotores (Derrfva), na tarde de terça-feira (14).
Os policiais civis surpreenderam o suspeito M.A.C no momento em que usava ferramentas para adulterar uma carreta frigorífica, estacionada embaixo de uma árvore, próximo a um posto de combustível, no bairro Capão Grande, em Várzea Grande.
Questionado pelos policiais, o homem afirmou que estava fazendo a adulteração a pedido do dono do caminhão. As placas do veículo foram encontradas próximas à carreta e no local também apreendidos, em posse do suspeito, lixadeiras e pinos de marcações, martelos, entre outros itens.
O motorista do caminhão, J.WS.G, apareceu e contou que estacionou a carreta no posto para fazer um serviço na balança, mas alegou que não sabia que o suspeito estava adulterando o veículo.
No entanto, de acordo com o delegado adjunto da Derrfva, Marcelo Martins Torhacs trata-se de uma associação criminosa que troca placas e adultera o chassi para dificultar a identificação e possibilitar que o caminheiro desvie da rota prevista e comunique falsamente que tenha sido roubado.
“Desse modo, os criminosos lucram com o valor da carga, com o valor do caminhão e com o valor do seguro, que recebem em razão do registro de um falso roubo, resultando em um golpe milionário”, explicou.
A carga levada na carreta apreendida é avaliada em R$ 250 mil.
Ambos os suspeitos foram autuados por associação criminosa e adulteração de sinal identificador de veículo automotor. Eles foram encaminhados para unidade prisional, à disposição do Poder Judiciário.
DERRFVA
Um homem de 57 anos foi preso por policiais civis da Delegacia Especializada de Repressão a Roubos e Furtos de Veículos Automotores (Derrfva), na tarde de terça-feira (14), ao apresentar documentação falsificada junto ao Departamento Estadual de Trânsito (Detran).
O suspeito M.B.S apresentou Carteira Nacional de Habilitação (CNH) para realizar emplacamento de uma motocicleta . Devido a divergências de dados relativos ao documento foi realizada uma checagem detalhada, que apontou que o número da CNH era pertencente a uma terceira pessoa. Foi constatado que ele chegou a iniciar processo para primeira habilitação, mas não chegou a finalizar.
Em depoimento ele declarou que comprou a CNH pelo valor aproximado de R$1,5 mil. O suspeito afirmou ainda não ter realizado aulas, etapas e exames regulares que são necessários para a primeira habilitação junto ao Detran.

