Cidades

Ponte Benedito Figueiredo será interditada para novos reparos

Os condutores que trafegam pela ponte Professor Benedito Figueiredo, que liga os bairros Coophema e Praeirinho, na região do Coxipó, deverão ficar atento às mudanças no tráfego. Isso porque a ponte será interditada pela Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob) a partir do dia 2 de julho.

De acordo com o diretor de Trânsito da Semob, Michell Diniz, o local deverá permanecer fechado para tráfego por, pelo menos, 15 dias. Com isso, as avenidas Fernando Corrêa da Costa e Beira Rio deverão sofrer o impacto, uma vez que a rota era utilizada como desvio dessas vias. Esta é a terceira interdição feita no local.

Na ponte, inaugurada na gestão do ex-governador Silval Barbosa  como parte do pacote de obras para a Copa do Mundo de 2014, foi detectado um processo de desbarrancamento em uma das cabeceiras. Com isso, o local passou a ser objeto de preocupação para a Defesa Civil e para a Secretaria de Estado de Cidades (Secid).

O secretário de Mobilidade Urbana, Antenor Figueiredo, afirmou que, mesmo com o bloqueio da ponte, o trânsito do município não deverá sentir impactos grandiosos, uma vez que a restauração se dará em período de férias escolares. “Optamos pela intervenção nesse período em que muitas instituições de ensino estão no período de férias, para tentar impactar o menos possível na mobilidade urbana para quem faz o acesso desses bairros pela Benedito Figueiredo”, disse.

Uma equipe da Semob deverá fazer a orientação e sinalização no entorno da ponte desde esta segunda-feira (25), informando os condutores da região a respeito da interdição.

No ano passado, o governo chegou a contatar a empresa responsável para fazer uma solução provisória para o problema. Com isso, foram instaladas placas de ferro no pé da ponte. A obra deste mês de julho, portanto, é para retirar a medida provisória e apresentar uma solução definitiva ao problema.

A obra

A ponte Benedito Figueiredo faz parte de um pacote de obras firmadas pela Secopa, na época do Mundial de 2014, que teve Cuiabá como uma das sedes. No entanto, após alguns meses, o local apresentou problemas de desmoronamento na margem esquerda da estrutura e precisou ser interditado em fevereiro de 2017. O problema, segundo divulgou a Secid à época, foi a mudança no curso do rio Coxipó, sobre o qual se localiza a estrutura. xxx Reparos emergenciais foram feitos pela Prefeitura.

Depois, um processo licitatório contratou a empresa A.I Fernandes Serviços de Engenharia para resolver o problema em definitivo. Eles tinham o prazo de 90 dias para a conclusão dos trabalhos, mas, ao final da data, apenas 33% da obra havia sido executada. Por isso, a Secid rompeu o contrato de serviço.

Com o início das chuvas no ano passado, novos desmoronamentos ocorreram no local. A Defesa Civil de Cuiabá chegou a decretar situação de emergência e uma segunda interdição foi feita na ponte, já em dezembro.

Após os diversos problemas, uma nova empresa assumiu a continuidade dos trabalhos, sendo ela a Conenge Construção Civil Ltda, que venceu o processo licitarório emergencial. Eles têm 90 dias para  conclusão da obra, que tem custo de R$ 514,4 mil.

Redação

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Reportagens realizada pelos colaboradores, em conjunto, ou com assessorias de imprensa.

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