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216,4 mil famílias de MT recebem Bolsa Família a partir desta semana; pagamentos vão até dia 30

Pouco mais de 216,4 mil famílias foram contempladas com o Bolsa Família em todos os 141 municípios de Mato Grosso a partir desta segunda-feira (19). O investimento do Governo do Brasil no estado ultrapassa R$ 154 milhões, garantindo um valor médio de benefício de R$ 712,01. Os pagamentos seguem o cronograma oficial de acordo com o final do Número de Identificação Social (NIS) e vão até o dia 30 de janeiro.

Entre os destaques do programa está o Benefício Primeira Infância, que atende 140,2 mil crianças de zero a seis anos em Mato Grosso. Cada criança nessa faixa etária recebe um adicional de R$ 150, reforçando a proteção social às famílias com crianças pequenas. Para assegurar esse repasse, o investimento específico no estado chega a R$ 19,4 milhões.

Além disso, o Bolsa Família contempla benefícios complementares no valor de R$ 50 destinados a crianças e adolescentes de sete a 18 anos, gestantes e nutrizes. Em Mato Grosso, cerca de 198 mil crianças e adolescentes, 9,2 mil gestantes e 5,6 mil nutrizes recebem esses adicionais, com um investimento total que supera R$ 9,7 milhões.

Cuiabá lidera o ranking dos municípios mato-grossenses com maior número de famílias beneficiadas neste mês, somando 37,2 mil atendimentos. Na sequência aparecem Várzea Grande, com 22.854 famílias, Rondonópolis, com 11.164, Cáceres, com 7.142, e Barra do Garças, com 5.430 famílias incluídas no programa.

Quando o critério é o valor médio do benefício, Campinápolis se destaca como o município com maior média em Mato Grosso e um dos dez maiores do país, alcançando R$ 917,60. Também figuram entre os maiores valores médios os municípios de Alto Boa Vista, Nova Nazaré, Ribeirão Cascalheira e General Carneiro.

Em nível nacional, o Bolsa Família chega neste mês a 18,77 milhões de famílias em todos os 5.570 municípios brasileiros, com investimento total de R$ 13,1 bilhões e valor médio de R$ 697,77. O programa mantém ainda ações específicas para populações prioritárias, como indígenas, quilombolas, pessoas em situação de rua, catadores de materiais recicláveis e famílias afetadas por situações de emergência ou vulnerabilidade social.

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