O número de escolas ocupadas em Mato Grosso chegou a 16, nesta quarta-feira (01). Segundo a Associação Mato-grossense dos Estudantes (AME), os estudantes são contra o projeto do governo de Mato Grosso de fazer parceria com a iniciativa privada na Educação.
Nesta quarta, as escolas Presidente Médici, no bairro Araés e a escola Raimundo Pinheiro da Silva, no bairro Shangri-lá, em Cuiabá, aderiram ao movimento.
Também estão ocupadas na capital, as escolas Rafael Rueda, Estevão Alves, João Panarotto, Padre Ernesto Barreto e Juarez Junges. Em Várzea Grande, onde as primeiras escolas foram ocupadas, as ocupações são nas escolas Elmaz Gattas, Marlene de Barros, Ubaldo Monteiro, Jaime de Campos Junior, Fernando Leite, Milton Figueiredo e Elizabeth de Araújo. No interior do estado, em Barra do Garças, estão ocupadas as escolas Cristino Cortes e Gaspar Dutra.
Em entrevista ao programa Bom dia MT, na manhã desta quarta-feira, o governador Pedro Taques (PSDB), voltou a dizer que a parceria público privada na Educação não significa, na prática, a privatização do setor.
O projeto do Estado, contempla 31 construções de novos prédios, reformas e ampliações em 21 escolas e reforma de 13 e construção de dois Centro de Formação de Professores.



