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Miss Bumbum de Roraima, mostra suas tatuagens

Isa Naamah, 20 anos, a mais tatuada das misses candidatas ao Miss Bumbum Brasil 2015, está "curtindo cada momento de ser famosa " desde que anunciou sua candidatura ao concurso. "Meus amigos estão adorando, me zoam pedindo autógrafo. Minha família também está torcendo por mim e votando", contou ela, que é estudante de Tanatopraxia – a arte de conservação e preparação de cadáveres para velórios, e pretende atuar na área, mas também quer trabalhar como modelo e até já posou para um ensaio sensual.

"Meu foco não é ganhar, mas conseguir trabalhos. Acho que o concurso não é muito minha cara, mas está sendo muito legal. Estou gostando da experiência. Tem sido interessante e divertido participar das pautas. Outro dia fomos andar de biquíni na Paulista e no metrô. Chamamos muito a atenção, mas a gente queria causar mesmo!", conta ela, que espera ficar pelo menos entre as 20 colocadas eleitas na fase de votação popular online. A pedido do EGO, Isa posou na unidade do Itaim do estúdio Tattoo Ink.

"Não quero agradar ninguém"
Moradora da Zona leste de São Paulo, Isa está acostumada a ser o centro das atenções por onde passa por causa das tauagens. "Sempre tem os curiosos que chegam perguntando o que são os desenhos. Os mais velhos não gostam, ficam perguntando o que são, porque eu fiz… Só digo que são crânios. Ninguém precisa gostar das minhas tatuagens, eu fiz para mim. E já me acostumei, não ligo mais de ser o centro das atenções, na verdade até gosto", entrega ela, que começou a se tatuar aos 16 anos. A maioria de suas tatuagens foi feita pelo tatuador Tenebra, que atende na Penha, Zona leste de São Paulo.

"Minha primeira tatuagem foram as estrelas na cintura, que inclusive preciso retocar. Minha mãe me deixou tatuar, mas queria que eu fizesse coisas fofas, então depois dessa esperei até os 18 anos para fazer o que eu queria. Não gosto de coisas fofas", diz ela, que pretende também fazer mais desenhos pelo corpo. "Eu fico meio receosa de não encontrar emprego na minha área, então tenho evitado tatuar os braços." Isa já perdeu a conta de quantos desenhos tem espalhados pelo corpo. "Eu não conto mais, porque um desenho começa a fazer parte do outro."

"As pessoas me tiram de louca"
Isa diz, no entanto, que já enfrentou preconceito por causa das tatuagens. "As pessoas me tiram de louca, pensam que por causa das tatuagens eu bebo, sou baladeira, uso drogas. Mas eu sou até meio careta, não faço nada disso", afirma ela. "Eu nem saio mais por causa da academia. meus amigos ficam doidos comigo, mas digo que não vou sair porque preciso descansar os músculos", ri ela, que na horas vagas gosta de ler e estudar.

Disciplinada, Isa malha de segunda a sexta. O treino dela de musculação dura uma hora e meia. As pessoas dizem que minha bunda é desproporcional. Mas é a parte do corpo que mais gosto, além dos olhos. Gosto de me cuidar, sou vaidosa", diz ela, que tem 1,60m, 53kg, e 100cm de bumbum.

"Mexer com cadáver é mais fácil do que com gente"
Filha de comerciantes, Isa se mudou com a mãe aos 9 anos para uma cidadezinha próxima a Vitória da Conquista, na Bahia, onde cresceu brincando com os meninos. "A vida lá é tranquila, morava numa cidade pequena, praticamente rural. Na infância eu era um moleque, sempre brinquei com os meninos de bola, gude, pipa", relembra ela.

Solteira, Isa não sonha se casar e ter filhos. "Não penso nisso, mas gosto de ficar com uma pessoa só, não sou namoradeira!", diz ela, que já teve quatro namorados e um namoro longo, de seis anos. "Quero trabalhar como modelo e atuar na área que escolhi. Eu gosto bastante (de Tnatopraxia), eu escolhi isso. Mexer com cadáver é mais fácil do que com gente, um dos motivos é esse, eu era vendedora e não me dei bem", conta ela.

Não foi sem esforço que Isa se adaptou ao estágio prático, feito na Santa Casa, no bairro da Santa Cecília, região central de São Paulo. "Me lembro da primeira vez que lidei com um cadáver. O professor me mandou pegar uma maca e trazer para a sala. Quando vi era um senhor de idade que tinha acabado de morrer. Confesso que passei um pouco mal, mas fiquei firme, não quis demonstrar fraqueza. Senti ânsia de vômito", relembra. "É um ambiente de trabalho pesado, triste, ainda mais se tiver de lidar com a família. "Tem de ter o maior respeito com o cadáver. Se fizer alguma coisa errada, alguma incisão, quebrar algum osso, a família pode me processar, inclusive", conta ela.

Fonte: G1

Redação

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