CircuitoMT - Edição 661 - page 9

CIRCUITOMATOGROSSO - CUIABÁ, 7 DE DEZEMBRO DE 2017 A JANEIRO DE 2018
Por Cátia Alves
O que esperar de 2018?
Será o ano de formar alianças, de aproximação e não o contrário. Regido pelos fatores ying yang, em 2018, o equilíbrio é fundamental para
lidar com questões pessoais, profissionais ou políticas
PREVISÕES
erá que devo casar e comprar
uma casa? Ou talvez seja melhor
ir embora do Brasil para fugir
das eleições de 2018? Esses são
exemplos de decisões que mar-
telam nossa mente toda vez que
chegamos ao período das festas de final
de ano, quando o calendário muda e ga-
nhamos um ano novinho para fazer mui-
tos planos.
Independente das crenças pessoais,
é impossível não se questionar como
será o próximo ano. Para aqueles que
acreditam em “previsões”, o
Circuito
Mato Grosso
ouviu o numerólogo
Marco Aurélio Ramos
para saber o que
devemos esperar de 2018.
A primeira recomendação é pergun-
tarmos: como devo agir?
Para melhor calcular os seus passos,
e evitar tropeços, é importante saber
que este ano será um ano regido pelo
número 11, que traz a soma de aspectos
masculinos e femininos.
“Se você somar o 2+0+1+8 vai per-
ceber que o resultado é 11, que somado
1+1 é igual a 2. O número de 2017 foi 10
que é o número 1. O número 1 signifi-
ca os valores masculinos: agressividade,
coragem, audácia, pioneirismo, espíri-
to desbravador. Isso não irá se manter
em 2018, pois entramos em um ano de
número 2, que está mais puxado para o
lado feminino. Esse ano teremos tam-
bém o ying e o yang, que é o feminino e o
masculino”, explicou Marco.
Isso nada tem a ver com sexualidade,
S
ressaltou o numerólogo. O lado feminino a
que ele se referiu foi quanto às ações, emo-
ções e sentimentos desenvolvidos ao longo
do ano. O número 1 representa apenas um
ponto de vista, o que ele representa: eu. O
11 representa a balança, equilíbrio, o 2 re-
presenta aliança, contrato, parceria, então
se não houver equilíbrio unindo as pontas
extremas, o eu nunca terá espaço.
“O ano de 2017 não foi para diálogo, foi
um ano para imposições, potencializou a
agressividade, a violência. Por isso tivemos
muitas discussões terríveis. Quem se man-
teve neste ano “mandando” estava em sin-
tonia. Exemplo disso são os líderes no po-
der hoje. Quem está à frente das lideranças
dos países hoje são candidatos com discur-
sos bélicos [propícios à guerra, ao ódio]”.
Em 2018, o dia a dia das pessoas vai exi-
gir equilíbrio, sensibilidade de ouvir o ou-
tro, diálogo sempre focado em ouvir a opi-
nião do outro e não impor somente a sua,
como vem acontecendo em 2017.
Será o ano de formar alianças, de apro-
ximação e não o contrário. “O lado negati-
vo é que caso o indivíduo não tenha essa
postura vamos continuar tendo casos de
agressividade, intolerância, brigas, confu-
são e ataques, como neste ano que está ter-
minando”, pontuou o numerólogo.
Na saúde as doenças relativas à sensi-
bilidade estarão muito fortes. Por exemplo,
os derrames, os casos de estresse, dos dis-
túrbios de bipolaridade, doenças que es-
tarão ainda mais fortes. O 11 é um ano de
montanha russa emocional.
Para o amor o conselho é ter equilíbrio.
Palavra que deve ser colocada em prática
em todos os relacionamentos, sejam eles
amorosos, familiares ou de negócios. Todas
as relações irão exigir muito diálogo, pa-
ciência e tato para lidar com os conflitos.
Quem não tiver isso poderá acabar com re-
lações rompidas.
A economia está com uma perspectiva
boa, segundo Marco. Porém a instabilidade
será marcante, com picos de positividade e
negatividade o ano todo. Apesar disso, te-
remos grande chance de avançar muito e o
Brasil se projetar.
No Brasil, de modo geral, metade da
população estará à espera da justiça para
sanar diversos conflitos, como a outra me-
tade tende a fazer justiça com as próprias
mãos. Ou seja, se vingar.
“Vai ser um ano de muita violência
nas ruas, em todo o Brasil, então de-
vemos ter muito cuidado. Devemos ter
cuidado com as confraternizações em
família, porque vai haver muitas brigas,
discussões, muita violência um com o
outro. Então se não houver diálogo, sai
fora, é melhor ficar quieto”, aconselha.
Tudo que for feito em 2018 não será
esquecido pelo brasileiro, por isso se
não for feita justiça a metade da popu-
lação que espera por ela pode se vingar
nas eleições. “Ele pode votar no candi-
dato extremista ou ele pode votar na
renovação. Vamos ter um ambiente bas-
tante intenso”.
Cores ano novo
Tons pastéis como
branco e bege serão
regentes do ano e
estarão em sintonia.
Mas a pessoa deve
estar “elevada”. Será
o ano do altruísmo e
quem está em sintonia
com esse sentimento
verdadeiramente deve
usar essas cores. Usar
por usar não irá resolver
nada.
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