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Política - Página 909

João Emanuel diz ter ficado surpreso com denúncias contra sua pessoa

João Emanuel diz ter ficado surpreso com denúncias contra sua pessoa

Ao se pronunciar hoje (01-10) durante sessão plenária, o presidente da Câmara de Cuiabá, João Emanuel, PSD, externou seu sentimento de surpresa diante das acusações veiculadas na imprensa na última sexta-feira (27) contra sua pessoa, juntamente com mais nove pessoas. Emanuel foi acusado pelo Ministério Público de que teria participado da tentativa de compra de sentença para a soltura de integrantes da família Pagliuca. Denúncias que o dirigente do Parlamento cuiabano qualifica de 'infundadas, orquestradas e sem qualquer base legal'.

Aécio, Marina e Campos atacam política econômica e acenam a empresas

Aécio, Marina e Campos atacam política econômica e acenam a empresas

Os três principais candidatos que devem enfrentar a presidente Dilma Rousseff nas eleições de 2014 criticaram na última segunda (30) a política econômica do governo e fizeram acenos ao setor privado, num esforço para conquistar a confiança do empresariado na sua capacidade de conduzir o país.

Presidente do Paraguai se reúne com Dilma no Palácio do Planalto

Presidente do Paraguai se reúne com Dilma no Palácio do Planalto

O presidente do Paraguai, Horacio Cartes, que tomou posse há menos de dois meses, se reúne hoje (30) com a presidenta Dilma Rousseff para discutir as relações comerciais com o Brasil e o retorno ao Mercosul, entre outros temas. Cartes será recebido por Dilma, com honras de chefe de Estado, na rampa do Palácio do Planalto às 11h. Os dois presidentes farão a reunião no gabinete presidencial, juntamente com suas equipes. Às 12h20, Dilma e Cartes farão uma declaração à imprensa e depois almoçarão em banquete oferecido a Cartes no Palácio Itamaraty.

Presidente da Câmara propõe mudar nome de Cáceres e evangélicos criticam

Presidente da Câmara propõe mudar nome de Cáceres e evangélicos criticam

O presidente da Câmara de Cáceres, Alavasir Alencar (PP) apresentou Projeto de Lei que propõe alterar o nome do município para São Luiz de Cáceres, já adotado pela cidade em 1874. No entanto, a ideia não foi bem recebida pelos evangélicos que criticam a iniciativa.   De acordo com Alencar, que é católico, a proposta surgiu após uma conversa com o bispo Dom Antonio Villar, que sugeriu a mudança tendo em vista a retirada forçada do “santo” do nome da cidade.   “O bispo me procurou, pois em 1938 houve um decreto, sem consultar o povo, que mudou o nome da cidade. Inclusive, naquela ocasião, foram erguidas bandeiras de luta em vários pontos da cidade, principalmente em frente à Catedral São Luiz. Foram erguidas bandeiras pretas em forma de luto contrário ao decreto”, explica. Para “compensar” a mudança, o projeto retomaria o nome antigo de São Luiz de Cáceres após a convocação de um plebiscito e aprovação pela sociedade cacerense.   “Como somos democráticos. Vamos ouvir as pessoas, ouvir a maioria independente de classe social e religiosa sobre a viabilidade ou não do projeto. A igreja católica pede que volte o nome original da cidade”, aponta.   A proposta foi apresentada em sessão no dia 3 de setembro, que contou com a presença do bispo e foi aprovada por unanimidade pelos vereadores. Com isso, os evangélicos do município se manifestaram contrário à ideia.    O  pastor da Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Izaque Barbosa, esteve na Câmara no dia 23 para repudiar a proposta. Segundo ele, o maior problema de acatar o projeto é que a mudança vai ferir a consciência religiosa do cacerense.    “Nós veneramos a um só Deus, Jesus Cristo, e nossa fé esta baseada na Bíblia sagrada que preceitua que Bem aventurada é a nação cujo Deus é o Senhor. Por este efeito bíblico que é a nossa base de fé, nós teremos nossa consciência prejudicada porque a nossa fé não aceita a veneração a um santo”, explica.   Além de questões peculiares a religião, o pastor aponta o alto gasto com o plebiscito que deverá ser desembolsado pelos cofres públicos mesmo com a necessidade do recurso ser investido em outro setor como saúde, por exemplo. “A consulta pública custará mais de R$ 186 mil. Isto considerando que cada voto custe o valor de R$ 3, 04”, afirma pastor que também é formado em ciências contábeis.   Izaque explica que o cálculo foi feito com base no número da população eleitora do Estado e no gasto realizado no último pleito municipal. “Esse é um custo sem considerar o gasto com publicidade, conscientização da população, segurança e outras despesas envolvidas neste processo”, afirma.   GASTOS PARA A POPULAÇÃO   Outro ponto lembrado pelo pastor é o gasto da população. Um exemplo é a troca da placa dos automóveis. Na cidade há, pelo menos, 36 mil veículos, que segundo o pastor, vai sair no prejuízo com a mudança.    “Para trocar as placas dos veículos cheguei a um custo estimado de mais de R$ 2,8 milhões. É uma cifra muito grande que a população cacerense terá que pagar.”, aponta.   Para finalizar, o pastor lembra que a mudança do nome poderá afetar aos moradores no sentido de perderem sua identidade, já que se vive em um mundo tecnologia em que Cáceres tem história para além do município.    “O significado do nome vai além da mente do cacerense tornando-se noção de identidade e sentimento de pertencimento. É uma apropriação e uma internalização de todos nós”.   COBRANÇA PARA PREFEITURA E CÂMARA   Em meio à criticas o pastor cobra bom senso da Câmara e da Prefeitura para não validação da ideia. “Eu não posso falar em nome da ala religiosa, mas sim a parcela da comunidade cacerense ligada a Assembleia de Deus. Queremos que a Câmara reconsidere o projeto, faça uma analise e um estudo de viabilidade do projeto”, afirma.   Questionado sobre os custos altos da realização de um plebiscito e do gasto da população com a ideia, o vereador Alencar assegurou que se trata de um projeto que não tem a intenção de prejudicar o município e que por isso, todas as críticas e sugestões serão analisadas.   “Se for comprovado que o plebiscito trará despesas altas para o município, já que ele passa por um momento financeiro muito difícil, vamos deixar para outra ocasião. Não temos pressa.”, finaliza.     Hipernotícias  

Prefeito de Colniza é alvo de denúncia apresentada por cidadão ao MPE e ao TCE

Prefeito de Colniza é alvo de denúncia apresentada por cidadão ao MPE e ao TCE

O autor da denúncia é o comerciante e morador de Colniza (1114 km de Cuiabá), Abraão dos Santos. De acordo com o texto do documento conseguido pelo ColnizaNews, o motivo são as várias improbidades administrativas praticadas pelo prefeito e também por funcionários da prefeitura municipal.   No documento o autor afirma que o município de Colniza vem sendo administrado de forma incoerente e viciosa, e que Assis Ramos estaria cometendo diversos atos contrários a Lei de Responsabilidade Fiscal e CF.   Ainda de acordo com o comerciante, o prefeito estaria fraudando diversas licitações, que vão desde pregões arranjados e direcionamento de licitações, além do superfaturamento na compra e contratação de serviços.   São várias irregularidades que segundo a denúncia foram cometidas pela recente administração de Colniza.   Iluminação pública   Entre elas está uma licitação de venda de materiais elétricos para manutenção da iluminação pública, onde duas empresas participaram do processo, em uma delas os preços dos materiais são superiores aos preços de mercado, apontando que os valores dos objetos ganhadores estão acima do próprio orçamento fornecido pela empresa.   Obras   Outra irregularidade segundo o documento, é o contrato celebrado entre o dono de um empresa também contratada posteriormente, no primeiro contrato feito com a pessoa física o valor foi de 8 mil reais mensais para o transporte de máquinas pesadas.   Dois meses depois esse contratado abriu uma empresa em seu nome, e posteriormente ganhou uma licitação no pregão presencial no valor de 425 mil reais, para o mesmo caminhão que foi contratado por 8 mil.   O comerciante aponta no documento que o valor licitado daria para comprar mais de 03 caminhões para executar o mesmo trabalho  e ainda contratar o mesmo caminhão por 53 meses, cujo valor comercial não ultrapassa 50 mil reais. Esse caminhão é o mesmo que causou um acidente com uma máquina tipo PC, ele tombou em uma ponte danificando o equipamento, pois a carroceria é tipo toreira, não prancha, o que não é apropriado para o transporte de máquinas.   Ainda essa empresa ganhou na mesma licitação a contratação de 500 mil reais para locar para a prefeitura municipal um trator agrícola ano 1990, sob rodas 4x4, o qual não custa 60 mil reais, o documento aponta ainda que a empresa tem endereço a casa do denunciado.   Caminhões pipa   Consta na denúncia que outra empresa ganhou uma licitação para locar 02 caminhões pipa no valor de 760 mil reais para aguar as ruas da cidade. Os caminhões não teriam sido identificados no edital, mas em loco pode se verificar que são caminhões velhos, e seus valores somados não ultrapassam 100 mil reais. Abraão dos Santos ainda aponta que a cunhada do proprietário das empresas e ganhador da licitação é assessora do prefeito.   Compra de madeiras   Outra empresa é apontada na denúncia, ela ganhou uma licitação para fornecimento de madeiras para a prefeitura municipal de Colniza, mas de acordo com o autor no endereço da empresa não existe madeireira, e sim uma casa.   Para o autor das denúncias existem diversas irregularidades ligadas ao prefeito e seus funcionários, parentes, “cunhados” e companheiros políticos com favorecimentos caracterizados.   Outro lado   O ColnizaNews entrou em contato com a assessoria do prefeito para que desse uma declaração, a reportagem foi informada que a assessoria jurídica ainda não foi notificada, e que deverá se manifestar assim que obtiver conhecimento oficial das denúncias.   Colniza News  

STJ não tem data para licitação do transporte intermunicipal, diz Ager

STJ não tem data para licitação do transporte intermunicipal, diz Ager

Depois de investidos cerca de R$ 5 milhões e passado um ano e sete meses de seu lançamento, o processo licitatório que selecionaria as empresas que devem atuar no transporte intermunicipal de passageiros não tem previsão alguma de quando será concluído.    A afirmação é do próprio presidente da Agência de Regulação dos Serviços Públicos Delegados (Ager), Carlão Nascimento. Ele diz já ter ido ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) apresentar alternativas de solução ao impasse judicial que se formou sobre o certame, mas não obteve qualquer garantia de que o processo será julgado rapidamente.    A licitação foi suspensa em março por decisão do próprio STJ, que atendeu ao recurso interposto por municípios do Vale do Araguaia, liderados por Barra do Garças. Eles reclamam não ter havido audiência pública para debater o projeto na região.     O impasse reacendeu nesta semana a polêmica sobre o assunto na Assembleia Legislativa. O vice-governador Chico Daltro (PSD) e o presidente da Ager devem ser convocados pelos deputados a prestar esclarecimentos. Ainda não há uma data agendada para a oitiva.    Apesar de todos os debates que ocorreram no Legislativo acerca do edital de licitação, alguns parlamentares voltaram a criticar a forma como o processo foi conduzido pela Ager. Para Dilmar Dal Bosco (DEM), foi a agência quem errou quanto à falta de uma audiência pública no Araguaia.    Emanuel Pinheiro (PR), autor do requerimento que convoca Daltro e Carlão Nascimento a prestarem esclarecimentos, afirma que o entrave provocou um “abandono” do sistema que existe atualmente pelas empresas que já atuavam no transporte intermunicipal.    Segundo o republicano, elas não veem segurança jurídica sobre até quando devem operar e dessa forma evitam realizar investimentos na melhoria dos serviços prestados.    O parlamentar também continua a se queixar do modelo de divisão do Estado por regiões. Diz que o projeto adotado pelo governo do Estado não passa de uma cópia do modelo aplicado no Ceará.    “Gastaram R$ 5 milhões com um projeto mal-acabado. O governador não anda de ônibus, o vice também, os deputados não também; mas o povo, sim. Neste caso, o povo é quem perde”, diz.    Emanuel chegou a dizer que o transporte seria no formato de ônibus alimentadores: assim, uma pessoa que saísse de Alta Floresta com destino a Cuiabá teria que mudar, pelo menos, duas vezes de veículo durante o trajeto.    A informação, no entanto, foi contestada pelo presidente da Ager. Segundo Carlão, a grande maioria das linhas será “tronco”, ou seja, devem ligar municípios-polos à Capital. “Não existe baldeação”.    Conforme o presidente, o edital dividiu o Estado em oito mercados que poderiam ser explorados por duas empresas: uma na forma convencional e outra em uma forma diferenciada, com veículos mais modernos e preço diferente.    Ele reconhece, no entanto, que muitas das empresas que operam atualmente não oferecem a qualidade necessária. A justificativa é não haver condições de bancar melhorias, já que não há segurança jurídica sobre o assunto.    A licitação do transporte intermunicipal é fruto de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado entre o governo do Estado e o Mistério Público Estadual em 2007. Na época, o acordo foi assinado porque, há mais de 20 anos, não ocorria uma licitação no setor.   O Diário  

Maioria das casas do Mato Grosso  não tem esgoto mas tem energia elétrica, diz Pnad

Maioria das casas do Mato Grosso não tem esgoto mas tem energia elétrica, diz Pnad

Cerca de 80% das residências de Mato Grosso não possuem rede de coleta de esgoto, de acordo com os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2012 divulgados nesta sexta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O percentual corresponde a 809 mil domicílios particulares dos mais de 1,013 milhão existentes no estado. Se comparado com 2011, segundo dados do IBGE, o crescimento dos índices foi de 0,2%, quando foram  verificadas que 789 mil residências não tinham acesso à rede de esgoto. Naquele ano, Mato Grosso possuía 990 mil domicílios. Ao G1, a Secretaria de Comunicação do Estado (Secom) informou que os projetos de ampliação da rede de saneamento básico é de responsabilidade dos municípios. Outros dados de serviços divulgados pelo IBGE, como rede de abastecimento de água, coleta de lixo, iluminação elétrica e telefone, registraram índices maiores em Mato Grosso. Enquanto apenas 20% dos mato-grossenses contam com rede de esgoto, por exemplo, 99,7% possuem rede de iluminação elétrica. Isso representa 1,010 milhão de casas que contam com rede de energia elétrica, deixando 0,3% dos domicílios no escuro.  O número de domicílios com acesso a iluminação diminuiu em relação à estatística anterior, quando o Pnad registrou 99,8% domicílios com acesso à iluminação. A pesquisa também mostra que no país, o acesso à rede de tratamento de esgoto cresceu apenas 2,1 pontos percentuais entre 2011 e 2012. Já no acesso à iluminação houve aumento, passando de 99,3% para 99,5% do total de domicílios no Brasil no mesmo período, ou 62,5 milhões de unidades domiciliares atendidas.   G1/MT  

Gastei o que tinha na sigla para ter um partido político, diz dono do Pros

Gastei o que tinha na sigla para ter um partido político, diz dono do Pros

Dono de um campo de grama sintética, de uma van, de uma casa simples e de uma ideia fixa há dez anos: ser dono de um partido político.   Esse é o perfil resumido de Eurípedes Júnior, 38, criador e presidente nacional do Pros, a mais nova legenda do país e que já atrai nomes como o governador do Ceará, Cid Gomes, de saída do PSB.   O sonho de Júnior, como é conhecido em Planaltina, cidade com 82 mil habitantes a 60 km de Brasília, foi realizado semana passada. "Muitos riam dele. Diziam que não tinha capacidade para isso", diz Regina das Chagas, secretária-geral da Câmara de Planaltina, presidida por Eurípedes de 2009 a 2010.   O sonho começou em 2003, segundo sua mulher, Sandra Caparrosa, 37, com quem é casado há 14 anos e tem uma filha. "Estou muito surpresa com tudo", diz Sandra, sentada no bar e restaurante que mantém em Planaltina, o "Biroska", a cerca de 500 metros da casa de muro sem acabamento onde vive com o marido, num bairro simples.   Buscou uma vaga de vereador em 2004, mas os pouco mais de 300 votos dos planaltinenses não foram suficientes. Mudou de tática: começou a doar bolas e outros acessórios esportivos para escolas locais, angariando simpatia da população e levando crianças para seu campo.   Com 810 votos em 2008, elegeu-se. Assim que assumiu, em 2009, virou o presidente da Câmara -hoje o Ministério Público cobra dele R$ 38 mil em salários pagos a mais para si mesmo e para os demais vereadores. Foi ali que achou a estrutura que precisava para criar a sigla.   No próprio gabinete, em meados de 2010, reuniu aliados, um advogado e pediu a assinatura de Regina das Chagas como secretária "emprestada": estava fundado o Pros, com ata e tudo. Faltavam as assinaturas de 500 mil brasileiros. Ele passou a viajar o país. Segundo Regina, ele chegava a passar semanas fora de Planaltina.   "Ele sempre disse que queria ter um partido. Mas tinha que ser o dono, o presidente mesmo", diz Franciésio Nogueira, servidor da Câmara Municipal que o ajudou.   Ainda em 2010, tentou se eleger deputado estadual. Não conseguiu. Abandonou a Faculdade de Administração e passou a se dedicar somente à criação do partido.   Segundo Franciésio e Regina, com o apoio financeiro decisivo de "cinco empresários de São Paulo". "Eles doaram cinco carros pro partido, e um deles estava prometendo R$ 100 mil em dinheiro pra ajudar", disse Franciésio.   Mas Henrique Pinto, empresário da construção civil e agraciado com o título de presidente de honra do Pros, diz que a coleta de assinaturas foi bancada com recursos próprios. "Foi uma utopia, que nós fomos para cima com o coração e com a alma, na cara e na coragem", disse.   Na reta final, o partido contou com o apoio do empresário José Batista Júnior -que pertence à família que controla o grupo JBS- e de alguns governistas, já que deve seguir ao lado de Dilma.   Quem resume o caráter de investimento privado que tem a mais nova legenda é o próprio Júnior: "Vendi o que eu tinha. Vendi para poder fazer o partido. O pouquinho que eu tinha foi embora", afirma.   Folha.com  

Mauro é presidente e Luciane assume a  vice-presidência do PSB em Mato Grosso

Mauro é presidente e Luciane assume a vice-presidência do PSB em Mato Grosso

A nova direção do PSB em Mato Grosso foi definida e já tem Mauro Mendes como presidente estadual do partido e a deputada Luciane Bezerra, como a vice-presidente. A decisão foi debatida e tomada nesta quinta (27) à noite em uma reunião com os principais dirigentes do partido e militantes na capital.

Novos partidos prometem verba para atrair deputados

Novos partidos prometem verba para atrair deputados

As negociações dos dois novos partidos políticos do Brasil para filiar cerca de 50 deputados federais envolvem a entrega a eles do comando político das siglas nos Estados e a promessa de um generoso rateio do dinheiro do Fundo Partidário, algo entre R$ 3 e R$ 3,80 por voto recebido pelos congressistas.