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SAÚDE PÚBLICA

Falta remédio para a população mato-grossense

Este é apenas um dos problemas enfrentados pelo novo secretário da saúde, Marco Bertúlio

07/01/2015 14h57 | Atualizada em 30/11/-0001 00h00

Foto: José Medeiros

Faltam 61 tipos de medicamentos na Farmácia de Alto Custo de Mato Grosso. Ou seja, do total de 146 medicamentos essenciais para atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS) do Estado, 40% dele está com estoque zerado. Esta é a situação encontrada pelo secretário de Saúde do Estado (SES), Marco Bertúlio, o qual avalia como gravíssimo.

“Nós, governo que inicia agora, recebemos uma situação que é muito ruim. Muito grave. Praticamente 40% dos medicamentos, que deveriam estar disponíveis para a farmácia de alto custo estão com o estoque zerado”, aponta Bertúlio.

O desafio de sanar este problema já faz parte do “Acordo de Resultados” da SES, assinado no primeiro dia útil da nova gestão governamental (02 de dezembro), que traz os compromissos para os 100 primeiros dias de Governo.

Este é um dos oito compromissos dos objetivos pactuados para a pasta, que visa regularizar o fornecimento de medicamentos (alto custo) para usuários do Sistema e garantir insumos para a manutenção dos serviços de saúde. 

Além da identificação real do estoque de insumos e medicamentos, dentre outras referentes à assistência farmacêutica, haverá de se fazer um estudo de viabilidade logística de entrega de medicamentos a domicílio para pacientes atendidos via demanda judicial e administrativa. 

É proposto neste acordo a elaboração da Relação Estadual de Medicamentos Essenciais (RESME). Também a adesão a atas de outros Estados no sentido de possibilitar a compra de insumos e medicamentos que o Estado não possui estoque regulador.

Bem como fazer a identificação dos processos de compra desencadeados e a adoção das medidas técnicas e administrativas frente à necessidade do momento. 

De acordo com o secretário da SES, esta em finalização o trabalho para efetuar pregões eletrônicos para a compra dos medicamentos que faltam.

“É fato que tem muitos distribuidores de medicamentos com créditos a receber com Governo do Estado. Então isso passou a ser uma condição que é preciso pagar primeiro. É preciso averiguar o que foi entregue. E os pregões estão em fase de finalização para que a gente possa ter o preço, analisar a pertinência dele para poder fazer a adesão em ata e tomar a medida de comprar esses medicamentos ”, explica Bertúlio.

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