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CRISE NA BASE?

Nadaf responde às críticas de Romoaldo sobre falta de respaldo

O atual Secretário-chefe da Casa Civil, Pedro Nadaf, respondeu às críticas do presidente em exercício da Assembleia Legislativa, deputado Romoaldo Junior (PMDB), que entregou o cargo de líder do governo, alegando falta de respaldo da Casa Civil nas articulações com a base governista. Para Nadaf, o seu papel tem sido cumprido. “Tentei manter a interlocução naquilo que me foi demandado”, assegurou.

13/07/2013 12h55 | Atualizada em 30/11/-0001 00h00


Para o secretário, a decisão de Romoaldo se deve ao fato de estar em uma posição delicada, exercendo a atuação como líder de governo, bem como presidente em exercício da Assembleia, após afastamento do deputado José Riva (PSD).

O deputado ressaltou que esta última semana na Casa de Leis, antes do recesso, gerou desgaste para aprovação de matérias como empréstimo de R$120 milhões para Arena Pantanal. Romoaldo informou que teve que se reunir com cada um dos deputados para garantir a aprovação da matéria, e que os mesmos não sentem mais segurança na palavra do secretário Pedro Nadaf.

Nadaf disse que este descontentamento geral é novidade para ele. Sobre as emendas parlamentares, uma das principais queixas é pela falta de compromisso, no que é apresentado aos deputados. O secretário se defendeu e ressaltou que a ordem de pagamento, de fato, é feita pela Casa Civil, mas que a liberação do pagamento é nas Secretarias das quais serão empenhadas as emendas.

“A Casa Civil tenta fazer a articulação para atender a demanda dos deputados, e liberar as emendas parlamentares, mas se lá na ponta, as secretarias não realizam o pagamento, é um problema de política de governo”, ressaltou.

Sobre uma possível crise entre governo e base governista, Nadaf rechaça a possibilidade, e não acredita nesta possibilidade. “Este descontentamento geral é novidade para mim, irei manter a postura que tenho tido em frente à pasta, se não é satisfatório, então... O que é preciso, é entender que atendo as demandas dentro daquilo que me cabe”, analisou.

 Mariana Marimom - A Gazeta

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