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Com discurso de independência do Executivo, vereadores iniciam trabalhos na Capital

Desenvolver um trabalho em harmonia com o Executivo sem, contudo abrir mão da independência do Legislativo. Esta será a tônica da nova legislatura da Câmara de Cuiabá, segundo o presidente da Casa, vereador João Emanuel (PSD).

04/02/2013 16h56 | Atualizada em 30/11/-0001 00h00

“Todos os 25 vereadores estão unindo forças para facilitar o trato com o Executivo. Estamos determinados a dar rumos diferenciados ao Legislativo cuiabano”, pontuou o presidente, durante instalação da 1ª Sessão Legislativa, realizada na manhã desta segunda (4).

“Não podemos mais trabalhar com a ideia de que política se faz com oposição sistemática. Vamos buscar desenvolver os trabalhos em conjunto, buscando o melhor para a população de Cuiabá”, destacou João Emanuel.

O vereador Onofre Júnior (PSB), também usou a tribuna para defender um trabalho de união entre a Prefeitura e a Câmara de Vereadores. “A Câmara não pode ser um espaço de subserviência, mas também não queremos atrapalhar a administração pública”, afirmou.

Sob os olhos do prefeito Mauro Mendes (PSB), que também participou da sessão – os vereadores preferiram não entrar em polêmicas e afirmaram que os conflitos que existiram entre o Executivo e o Legislativo, no início deste ano, como por exemplo, a eleição da Mesa Diretora, já foram superados.

“Eleição da Mesa é um capítulo que passou, é página virada. Agora trabalharemos com maturidade em busca de melhorias para cidade”, declarou Onofre.  

Vetos

Embora o clima pareça amistoso entre os dois poderes, a semana poderá ser marcada por um grande embate entre as partes. Isto porque, está previsto para entrar em plenário ainda nesta semana, o veto do prefeito Mauro Mendes ao aumento de seu próprio salário – aprovado pelo Legislativo - e que está atrelado ao aumento de subsídio dos vereadores.

“Temos sim pautas importantes para serem analisados e os vetos serão discutidos em plenário por todos nós vereadores”, finalizou João Emanuel, que em outra oportunidade já garantiu que o veto do prefeito foi uma questão de conveniência política.


Camila Ribeiro – Da Redação

 

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