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NOVO PRONTO-SOCORRO

Prefeito diz que informação de problemas no HMC é 'balela de torcida contra'

Emanuel Pinheiro negou que esteja em falta médico anestesista e medicamento em hospital, que começou a operar em 100% há dois dias

Reinaldo Fernandes

Repórter

21/11/2019 16h32 | Atualizada em 21/11/2019 16h52

Prefeito diz que informação de problemas no HMC é 'balela de torcida contra'

Reprodução/Internet

O prefeito Emanuel Pinheiro negou nesta quinta-feira (21) que esteja em falta medicamento e médico especialista no HMC (Hospital Municipal de Cuiabá). Segundo ele, a empresa contratada para o serviço de anestesiologia desistiu do serviço no fim de semana anterior à inauguração da última etapa, mas sem prejuízo para o atendimento.



Pinheiro classificou as informações sobre a falta de anestesia, de medicamento e desligamento do serviço de tomografia como “fake news” e “balela de torcida contra”.

“Pelo amor de Deus. Até onde vai a maldade, a inveja das pessoas? Até onde vai tanto fake news e mentiras? O HMC é nosso, é um patrimônio da população SUS. É uma virada de página da saúde pública. Ele está funcionando bem, está tudo maravilhoso. Humanização, respeito e dignidade para os mais pobres, humildes e carentes”.

O CRMMT (Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso) abriu uma sindicância, ontem (20), para investigar a suposta falta de anestesista no HMC, para onde foi transferido o pronto-socorro.



A informação foi divulgada pelo vereador Abílio Junior (PSC) que, em post em redes sociais, publicou laudo médico de um paciente que teria sido transferido para antigo pronto-socorro por falta de profissional no HMC para realizar o procedimento pré-cirúrgico.

Em nota, o conselho afirma que uma unidade de saúde do porte do HMC, responsável pelos atendimentos de urgência e emergência, não pode abrir as portas sem a garantia de um especialista na área.

“Não teve nada disso, fomos surpreendidos, 48 horas antes da entrega do HMC. A empresa contratada desistiu do contrato. Mas, imediatamente, eu determinei que anestesistas do pronto-socorro e do São Benedito atendesse o HMC, para dar tempo de novos anestesistas serem contratados e talvez até outras empresas de fora. Não prejudicou o atendimento”, disse o prefeito.

Quanto à falta de medicamento, Emanuel Pinheiro afirmou que o estoque disponível na central de atendimento supre a demanda  do Hospital Municipal por até quatro meses.

“Temos estoque de medicamento para quatro meses. Estão falando que a tomografia não está funcionando. De onde tiraram isso? Isso é mentira, é balela de gente que está torcendo contra”.

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