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SENADO

Selma reafirma posição a favor da CPI Lava Toga e sinaliza saída do PSL

Parlamentar participou de reunião na tarde hoje, em Brasília, com colegas do Legislativo para pressionar o presidente Davi Alcolumbre (DEM) a instaurar comissão

Reinaldo Fernandes

Repórter

11/09/2019 07h34 | Atualizada em 11/09/2019 13h03

Selma reafirma posição a favor da CPI Lava Toga e sinaliza saída do PSL

Reprodução/Assessoria

A senadora Selma Arruda (PSL) manteve sua posição a favor da instalação da uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para investigar membros do STF (Supremo Tribunal Federal), conhecida como Lava Toga. Hoje (10), ela divulgou em redes sociais um vídeo do fim do almoço de vários parlamentares, em Brasília, a favor da investigação, no qual também se anuncia uma manifestação na Praça dos Três Poderes para o próximo dia 25.



“São colegas que formam o grupo Muda Senado. Nós queremos que independentemente de partido, de ideologia, que o Senado seja respeitado. Estamos trabalhando pela CPI da Lava Toga, para que o presidente do Senado [Davi Alcolumbre, DEM] respeite a voz do povo e as 27 assinaturas protocoladas, para que resulte na instauração da CPI”, diz.

O vídeo pode ser anúncio indireto da saída de Selma do PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro. A parlamentar estaria sofrendo pressão para a desistência da CPI Lava Toga. Ontem (9), o presidente nacional da sigla, Luciano Biviar, postou em seus perfis na rede social que tem pedido pessoalmente aos senadores da base governo que retirem suas assinaturas das 27 protocoladas pela investigação.

Ele disse que uma vez a membros do Judiciário criaria mal estar entre os Poderes, empecilho que o governo tem tentado se livrar, por causa do primeiro ano de propostas de reformas estruturantes no País. Além de Selma Arruda, outros dois senadores do PSL assinaram o requerimento. O filho do presidente Jair Bolsonaro, Flávio Bolsonaro, foi escalado para tentar afundar a segunda tentativa de instauração da CPI.



Os favoráveis querem investigar as informações que constam de ação, conduzida pelo ministro do Supremo, Alexandre de Moraes, de supostas irregularidades de 133 contribuintes à Receita Federal. Os senadores acreditam que STF esteja interferindo na investigação para benefício próprio.

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