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ASSEMBLEIA LEGISLATIVA

Base do governo deve ter 17 parlamentares, com equilíbrio de novatos e veteranos

Líder do governo conseguiu atrair a maioria dos 14 deputados que exercem cargo pela primeira vez para o apoio a Mauro Mendes; partidos estão desarticulados

Reinaldo Fernandes

Repórter

12/02/2019 14h26 | Atualizada em 12/02/2019 15h40

Base do governo deve ter 17 parlamentares, com equilíbrio de novatos e veteranos

Reprodução/ALMT

A base do governo na Assembleia Legislativa deve ter 17 deputados, com proporcionalidade entre novatos e veteranos. Conforme o líder Dilmar Dal Bosco (DEM), o grupo está em fechamento e, por ser a maioria do parlamento, tem chances de ocupar cargos representativos nas comissões permanentes da Casa.

“O bloco do parlamento não tem nada haver com a base, mas por ser o maior grupo, com 17 deputados, também deve querer comandar o maior número de comissões. Sempre foi assim, não é porque é base do governo”.

O governo conseguiu atrair boa parte dos deputados que exercem o cargo pela primeira vez. Conforme da Dal Bosco, Faissal (PV), Dr. Eugênio (PSB), Dr. Gimenez (PV), Dr. João (MDB), Thiago Silva (MDB), Xuxu Dal Molin (PSC), e Valmir Moretto (PRB) estão na base de apoio a Mauro Mendes.

Ulysses Guimarães (DC) e Paulo Araújo (PP) já teriam manifestado tendência de apoio com simpatia às ideias propostas por Mauro Mendes, mas ainda não fecharam acordo. Eles buscam certa independência para decidir suas ações.

Dos reeleitos, além de Dilmar Dal Bosco, compõem o grupo o presidente da Assembleia, Eduardo Botelho (DEM), Max Russi (PSB), Sebastião Rezende (PSC), Romoaldo Junior (MDB), Ondanir Bortolini “Nininho” (PSD), Guilherme Maluf (PSDB), Valdir Barranco (PT).

Decisões apartidárias

A definição da base mostra certo afastamento de representantes de partidos grandes na articulação no Legislativo. Os exemplos mais nítidos são o PSDB e o PT.

 O deputado Wilson Santos (PSDB)  se anuncia com atuação independente com inclinação para a oposição a Mauro Mendes, enquanto seu companheiro de sigla, Guilherme Maluf, integra a base de situação.

Na legenda petista, Lúdio Cabral está em grupo que também se declara independente com tendência à oposição, enquanto Valdir Barranco é da base de Mendes, com o cargo de segundo vice-presidente da Mesa Diretora.

Janaína Riva (MDB) também decidiu pela definição pela posição individual no parlamento em relação ao seu partido. A primeira vice-presidente da Mesa está no grupo com Lúdio Cabral, delegado Claudinei (PSL), João Batista (PROS) e Elizeu Nascimento (DC). Outros três emedebistas estão na base governamental – Dr. João, Romoaldo Junior (suplente de Allan Kardec) e Thiago Silva.

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