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ELEIÇÕES 2018

Diretório do PSDB declara apoio a Jair Bolsonaro para o segundo turno

Presidente estadual da sigla, Paulo Borges, afirma que candidato do PSL tem perfil mais próximo às bandeiras defendidas pelos tucanos e mantém oposição ao PT

Reinaldo Fernandes

Repórter

11/10/2018 13h02 | Atualizada em 11/10/2018 13h07 2 comentarios

Diretório do PSDB declara apoio a Jair Bolsonaro para o segundo turno

Reprodução/Internet

O PSDB em Mato Grosso apoia o candidato Jair Bolsonaro (PSL) para presidente da República. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (11) após reunião com alguns membros da executiva estadual. O presidente Paulo Borges afirma que a decisão mantém coerência de decisões iniciadas em 2014 de disputa do governo com Dilma Rousseff (PT) e o processo de impeachment da presidente.

“Estamos seguindo orientação nacional que deixou para os diretórios a decisão sobre o segundo turno, e Mato Grosso num momento como esse não pode se omitir diante do futuro do país. Então, decidimos apoiar o candidato Jair Bolsonaro para segundo turno; foi uma decisão unânime do diretório”.

Segundo o tucano, a “manutenção da democracia” foi dos pontos de mais peso para a escolha de Bolsonaro como candidato de segundo turno. Ele diz que o capitão reformado do Exército tem perfil mais próximo à bandeira defendida pelo PSDB, citando a oposição feita pela legenda ao longo dos governos petistas.

“Acreditamos que o candidato Jair Bolsonaro, se eleito, ele mantém a democracia como um dos pilares principais. Enquanto estiver mantendo isso, nós vamos estar apoiando Bolsonaro”.

A declaração de apoio dos tucanos a Bolsonaro aproxima em Mato Grosso dois partidos em momentos inversos a configuração político. O PSDB, tradicionalmente campeão de votos no Estado, teve um dos piores resultados nas eleições 2018. O partido não conseguiu eleger nenhum candidato para a majoritária – Pedro Taques, candidato à reeleição ao governo, ficou em terceiro lugar, e Nilson Leitão, concorrente ao Senado, ficou abaixo da quinta posição.

Do outro lado, o nome mais forte do PSL em Mato Grosso é a juíza aposentada Selma Arruda eleita para o Senado com a maioria dos votos. E  Jair Bolsonaro teve mais de 60% dos votos. Os partidos iniciaram a campanha em aliança, mas houve rompimento impulsionado por conflito entre Selma Arruda e Nilson Leitão. Questionado sobre, a convivência com PSL, Paulo Borges disse que o apoio não é ao PSL, mas ao candidato Bolsonaro.

“[O apoio] não relação com PSL, tem relação com o Bolsonaro. Nós achamos que a candidatura é maior que qualquer pessoa que possam estar coordenando a campanha. Nós estamos pensando no futuro do país e por isso que vamos nos nortear”.

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