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'O PASSADO NÃO IMPORTA'

Nem mesmo o MDB está descartado na aliança, admite Jayme Campos

Velho cacique do DEM abre mão da metralhadora giratória habitual e se mostra aberto a deixar rejeições antigas e mútuas para trás

Rodivaldo Ribeiro

Editor-adjunto

10/07/2018 13h04 | Atualizada em 10/07/2018 16h23

Jayme Campos comemora a presumida liderança alcançada em uma pesquisa divulgada ontem (09), mas segue nas articulações e por isso ainda não defenestra sequer possível aliança com o MDB do prefeito Emanuel Pinheiro e Carlos Bezerra, desafeto íntimo de outros anos, quando a aliança PFL/DEM e PMDB/MDB fracassou nas urnas.

“É o princípio de um trabalho que estamos fazendo, agora após as composições políticas a nível de coligação partidária, é evidente que vamos acelerar a campanha”, disse em entrevista à Rádio Capital na manhã desta terça-feira (10). Ele se refere à chapa com Mauro Mendes (DEM) ao governo, quando disse que também o Democratas está “naturalmente” procurando acomodar essas coligações, especialmente porque um maior tempo de televisão é imprescindível para sair vitorioso na campanha para as eleições de 7 de outubro.

Jayme admitiu conversas realizadas não só por ele, mas também por Mauro Mendes, inclusive com outros nomes também pleiteados por Welington Fagundes (PR), como PP, PRB, PSD e PTB e “todos os demais partidos. Não teríamos nenhuma dificuldade porque o momento é outro, o candidato é outro, e estamos fazendo uma discussão franca. Estamos coligando com uma instituição partidária e não com as pessoas”, disse ao jornalista Paulo Coelho ao ser provocado quanto à rejeição da população à proximidade entre os Campos e Bezerra.

Para ele, a boa avaliação na pesquisa é fruto de sua “trajetória política” protagonizada em Mato Grosso. “Buscamos o apoio não só dos partidos, mas de toda sociedade civil organizada, para que possamos sair vitoriosos no dia 7 de outubro”, disse.

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