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ELEIÇÕES 2018

Presidente do PSDB diz que rejeição está na estimativa e em recuo

Paulo Borges afirma que mudança já reflete em conversas com partidos para a montagem de aliança para as eleições de 2018

Reinaldo Fernandes

Repórter

10/07/2018 09h34 | Atualizada em 10/07/2018 09h43

Presidente do PSDB diz que rejeição está na estimativa e em recuo

Reprodução/Internet

O presidente do PSDB em Mato Grosso, Paulo Borges, disse que a rejeição atual ao governador Pedro Taques como candidato à reeleição está dentro da estimativa do partido, mas com recuo do resultado negativo. Ele afirma que a reprovação de 40% dos eleitores a Taques, apontados pela pesquisa do instituto Segmentada e divulgados nesta segunda (9), correspondem ao resultado de pesquisa realizada pelo PSDB.

“Uma pesquisa nossa mostra que a rejeição do Taques está em 36%, o resultado da pesquisa condiz com a que realizamos. Ainda, o resultado surpreendeu. Falavam-se 60% de rejeição, mas a média está abaixo da metade. Isso já reflete nas conversas com partidos que têm sido positivas, até surpreendendo”.

O governador Pedro Taques ainda não admitiu sua candidatura de reeleição, mesmo com a manifestação da Executiva nacional do partido de que Taques está dentre três tucanos que vão concorrer a um novo mandato nos Estados. Borges afirma que a confirmação está à disposição de Taques, que terá até 5 de agosto, último dia para a realização convenção partidária para o anúncio. “Ele é o nosso pré-candidato, mas cabe a ele decidir o anúncio. Temos prazo até agosto para decidir, e o Taques terá até lá para fazer o anúncio”.

 Borges ainda confirmou que o PSDB tem conversado com o PSL para a composição de alianças  para as próximas eleições. Segundo ele, o partido vem conversando com outras legendas, que têm recebido bem a proposta de participar do grupo liderado por Taques. Uma eventual aliança com PSL traz para o grupo tucano a ex-juíza Selma Arruda. Ela projeta concorrer ao Senado, e junto ao PSDB disputaria votos com Nilson Leitão, liderança do partido que deixará o cargo na Câmara Federal para concorrer ao Senado.

“Não decidimos nada ainda e não estamos fechados para ninguém, é uma questão de discutir projetos. Temos grandes partidos que podem fazer parte do arco com o PSDB. Exceto o PCdoB, PT e MDB, que já tem um projeto com o [senador] Wellington Fagundes, estamos conversando com todos”.

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