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Política - Página 1137

Após trágica morte de prefeita, vice deve assumir na terça-feira

Após trágica morte de prefeita, vice deve assumir na terça-feira

  Odontólogo, 34 anos e debutante na política. Esse é o perfil do vice-prefeito de Ribeirão Cascalheira, Reynaldo Fonseca Diniz (PSB), que na próxima semana, assume o cargo em substituição à prefeita Patrícia Fernandes de Oliveira Vilela (PMDB), vitimada em um acidente automobilístico no interior de Goiás, ocorrido nesta quinta (28).

Vice-prefeito Reynaldo Diniz (PP), assumirá o município de Ribeirão Cascalheira

Vice-prefeito Reynaldo Diniz (PP), assumirá o município de Ribeirão Cascalheira

Filho do ex-prefeito Advan Alves Diniz, o vice-prefeito Reynaldo Diniz (PP), 34 anos, odontólogo e solteiro assumirá o município de Ribeirão Cascalheira em meio um inferno político deixado pelos antecessores de Patrícia Vilela (PMDB), que foi vitimada em um acidente automobilístico no interior de Goiás, ocorrido nesta quinta (28/03).

TAQUES PRECISA RESPONDER

Jornalista publica carta aberta e ratifica denúncias contra senador Pedro Taques

Por meio de carta aberta contundente o jornalista mato-grossense José Marcondes (Muvuca) deu por encerrada sua batalha com o senador Pedro Taques (PDT). Desde 2011 Muvuca vem publicando artigos sobre suposto envolvimento do senador com a máfia dos combustíveis. Chegou a oferecer representação contra Pedro Taques junto ao Ministério Público Federal e Supremo Tribunal Federal acerca de fatos que configurariam, a seu ver, crimes de formação de cartel e ofensa à lei anti-truste, a lém de ilícitos eleitorais. Os pedidos foram arquivados. A carta aberta endereçada aos mato-grossenses e ao senador Taques está publicada na página da rede social Facebook, onde vem recebendo dezenas de comentários com apoio e incentivo.   Muvuca reconhece publicamente ser usuário de drogas e sustenta a veracidade das denúncias publicadas.   "Desde ontem, quando seu advogado disse ao mundo que sou usuário, não tenho mais nenhuma credibilidade para falar de você. Embora eu não possa me furtar de enviar aos mais de 500 veículos de comunicação do meu estado e outros tantos do Brasil, os levantamentos que fiz sobre sua conduta pública. E olha que, salvo a incredulidade do denunciante, o senhor terá muito a se explicar, hein!", sustenta o jornalista.   Além do envio de documentos para os sites e jornais, Muvuca anunciou que publicará os mesmos nas redes sociais, "para evitar a manipulação de jornalistas tendenciosos e nem veto nos comentários".   Muvuca denuncia na carta a estratégia usada pela defesa do senador Pedro Taques: "O senhor venceu. Repito, usando o aparato judicial e invadindo minha vida particular, mas venceu. Parabéns!". Mais adiante, complementa: "O jornalista pode não ter crédito, mas os documentos sim. O povo precisa saber!".   REFLEXÃO O caso remete à necessidade de o senador responder à sociedade acerca das denúncias apresentadas (Art. 17 da Constituição Federal). Os contornos tomados na disputa jornalista-senador na esfera judicial precisam ser esclarecidos ante a suspeita de fazer uso de sua influência junto a juízes e da própria Polícia Federal. Por muito menos Luiz Antônio Pagot perdeu o cargo de Diretor do Dnit e Demóstenes Torres teve o mandato cassado por ser amigo do bicheiro Carlinhos Cachoeira e dele ter recebido presentes. Todas as denúncias devem ser imparcialmente investigadas.   Outro ponto que precisa de relexão é o uso de informações pessoais. Quando uma autoridade expõe informações pessoais e sobre a saúde de um jornalista nada acontece. Mas, se acontece o oposto, há uma chuva de ações por danos morais.   O senador Pedro Taques precisa dar uma coletiva de imprensa para responder as acusações de que foi alvo e não reponder apenas por meio de sua assessoria  ou advogado. A repercussão de sua palavra, pessoalmente, tem maior peso.   É preciso lembrar que o senador deixou de ser procurador da República quando optou por candidatar-se ao Senado. Na qualidade de servidor público eleito pelo voto popular precisa esclarecer a sociedade sobre as acusações.   A maioria dos deputados e senadores reúne a imprensa, com coffee break, para divulgar projetos e assuntos de seu interesse, mas para responder aos questionamentos da imprensa e da sociedade, o faz por meio de releases superficiais e advogados.   OUTRO LADO Por meio de sua assessoria o senador Pedro Taques informou que "Não é uma discussão entre jornalista e senador. Não podemos ficar inertes a ameaça pois trata-se de um caso de saúde pública. Não sabemos o que uma pessoa sob o efeito de entorpecentes e que faz uso de armas é capaz de fazer" (A Gazeta).   RMT

Mauro tira UPA do Pascoal Ramos

Mauro tira UPA do Pascoal Ramos

Apesar da mobilização dos vereadores e dos quase R$ 500 mil gastos com o terreno, o prefeito Mauro Mendes (PSB) irá transferir a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) que seria construída no bairro Pascoal Ramos para outro local.

Acuado, Silval anuncia pagamento dos atrasados da saúde

Acuado, Silval anuncia pagamento dos atrasados da saúde

  O governador Silval Barbosa (PMDB) anunciou na manhã desta quinta-feira (28) que vai pagar os R$72 milhões devidos às prefeituras. Silval havia proposto o parcelamento da dívida, alegando falta de recursos, ao mesmo tempo em que liberava R$34 milhões para Organizações Sociais de Saúde (OSSs), como denunciou com exclusividade o Circuito Mato Grosso em sua edição 431. A denúncia levou o Ministério Público Estadual (MPE) a entrar com uma ação popular exigindo que o Governo do Estado acertasse imediatamente a dívida com as prefeituras. Pressionado, Silval anunciou a liberação dos recursos.   Desde que o Governo do Estado passou a entregar a gestão de unidades públicas de saúde à OSSs, impostas pelo então secretário de Saúde Pedro Herny, as prefeituras começaram a sofrer atraso nos repasses destinados à atenção básica. Diante do caos que se instalou no interior, o promotor da Justiça e Cidadania Alexandre Guedes denunciou o Estado à Justiça que concedeu uma liminar obrigando o Governo a priorizar o pagamento das prefeituras.   Ignorando a ordem judicial, o governador Silval Barbosa manteve pagamentos milionários às OSSs ao mesmo tempo em que alegava não ter recursos para honrar os repasses às prefeituras. A dívida chegou a cerca de R$ 100 milhões somente referente a 2012 mais os primeiros meses de 2013. Diante da gritaria dos prefeitos, o governador sugeriu, então, o parcelamento da dívida.   Pesquisando no Sistema Fiplan, o Circuito Mato Grosso descobriu que somente de janeiro a março deste ano a Secretaria de Estado de Saúde (SES) já havia repassado R$34 milhões às OSSs. A denúncia do semanário alertou o promotor Alexandre Guedes para o fato do Governo não estar cumprindo a liminar de 2012. Diante disto, o promotor entrou com uma ação popular na Vara Especializada de Ação Civil Pública denunciando o fato.   Ao descobrir que o Governo estava priorizando o pagamento das OSSs, os prefeitos reagiram. A revolta ganhou maior proporção quando os gestores descobriram que Executivo e Assembleia Legislativa haviam aprovado, no final de dezembro, a Lei nº 9870, que reduz pela metade o repasse do Estado aos municípios para o setor da saúde.   Acuado, o governador Silval Barbosa anunciou nesta quinta-feira, por meio do seu principal interlocutor, o secretário da Casa Civil Pedro Nadaf, a liberação de R$72 milhões às prefeituras.   Por: Sandra Carvalho/ Rita Aníbal, da redação