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Política - Página 1128

Procurador – Geral reclama de tratamento desigual do governo de Mato Grosso

Procurador – Geral reclama de tratamento desigual do governo de Mato Grosso

Reconduzido pela terceira vez ao comando do Ministério Público Estadual, o procurador-geral de justiça Paulo Prado afirma que luta, em 2014, para conquistar um orçamento adequado à instituição. A principal queixa é quanto ao “tratamento desigual” dispensado ao órgão em comparação com outros como a Assembleia Legislativa e o Tribunal de Contas do Estado.    Conforme Prado, enquanto os deputados recebem R$ 140 milhões por ano para manter o Legislativo funcionando, o Ministério Público, que atua em 79 comarcas e possui cinco prédios somente na Grande Cuiabá, contou com R$ 70 milhões em 2013 para custear despesas como água, luz, telefone e combustível.    O procurador-geral falou ainda sobre a polêmica acerca da verba indenizatória. Depois que tiveram seu benefício contestado, vereadores de Cuiabá passaram a criticar os valores recebidos por membros do MPE. Prado sustenta que o órgão não é contra o pagamento e que algumas pessoas têm induzido essa imagem na população.    DIÁRIO - O senhor foi sucedido pelo promotor Marcelo Ferra e, em seguida, reassumiu o comando do Ministério Público. Qual sua avaliação da gestão dele?    PAULO PRADO – O doutor Marcelo Ferra foi um excelente procurador-geral de justiça. Um rapaz inteligente, preparado e deu continuidade a várias medidas que eu havia tomado. O trabalho dele foi tão bom, que conseguiu ser escolhido como membro do Conselho Nacional do Ministério Público e ainda permitiu que eu retornasse. Que a nossa proposta fosse acolhida democraticamente pela classe.    DIÁRIO – E quanto à sua própria atuação? O senhor foi procurador-geral de justiça, depois coordenou o Gaeco e agora retorna para um cargo mais administrativo. Tem sentido muita diferença?    PRADO – É diferente trabalhar administrativamente e politicamente, porque o procurador-geral de justiça é um agente político, que se reúne com secretários de Estado, com deputados federais, vários segmentos sociais, recebe prefeitos que buscam apoio... Esse é um trabalho com uma visão mais política geral. No Gaeco, eu tinha uma conduta mais executiva de membro do Ministério Público. São situações diferentes, mas que eu aceito o desafio por entender que Mato Grosso precisa avançar em muitos pontos como a saúde, que enfrenta problemas. Por exemplo, há o abandono dos prontos-socorros de Cuiabá e Várzea Grande e, neste momento, até mesmo uma ação que afastou o secretário estadual de Saúde; houve ainda essa greve da Educação, que teve 65 dias e deixou mais de 450 mil alunos fora da sala de aula, e nós fizemos uma mediação. Todo esse trabalho coletivo teve sucesso. As pessoas procuram o Ministério Público. Acreditam na instituição!    DIÁRIO – O senhor citou alguns problemas que o governo enfrenta na Saúde e Educação. Como o senhor avalia a gestão Silval Barbosa?    PRADO – Acho que a grande avaliação vai passar pelo processo eleitoral de 2014. A população é que vai dizer, sobre essa administração e as pessoas que compõem este arco de aliança que levou o governador até o Palácio Paiaguás, se se sente satisfeita com o trabalho realizado ou se vai buscar outra corrente ideológica para votar. O político, quando assume um cargo, tem que ter consciência do seguinte: ‘quem me colocou aqui foi a população’. Se a população entender que todas as dificuldades que se passa, como eu no Ministério Público também passo, são decorrências de reivindicações legítimas e que foram tratadas de forma transparente, ele poderá ter a aprovação, por meio do voto direto, desse trabalho. A administração Silval Barbosa se propõe a realizar a Copa do Mundo e todas essas obras que aí estão. Se o governador, independente de seu nome ou de sua pessoa, conseguir executar seu plano de ação, vai ser olhado de uma forma. Mas, se o planejamento que ele entregou de melhoria na área da saúde, da educação e de conclusão dessas obras fatalmente não for cumprido, ele e o arco de aliança serão avaliados e, provavelmente, reprovados nas urnas. Cabe à equipe dele uma grande reflexão e acelerar o processo para que tudo cumpra o prazo. Caso contrário, ele corre um grave risco de ser avaliado negativamente no processo eleitoral.    DIÁRIO - Depois que a ação do MPE contra a verba indenizatória dos vereadores de Cuiabá foi acatada pela Justiça, alguns parlamentares criticaram o recebimento de benefícios semelhantes por promotores e procuradores. A quantos adicionais os membros do MP têm direito e qual o posicionamento do senhor sobre estes pagamentos?    PRADO – Isso já foi explicado exaustivamente e as pessoas têm dificuldade mental de entender. O Ministério Público não é contra a verba indenizatória e, de forma direcionada e proposital, divulgam isso. Existe um preceito legal. Até um determinado período era possível serem criadas verbas indenizatórias com um limite ‘x’. Então não é o Ministério Público que diz, é a Emenda Constitucional nº. 45. As verbas indenizatórias do MP foram criadas antes desta emenda. Se fossem criadas depois, nós estaríamos enquadrados no mesmo caso que a Câmara. E lá [na Câmara] é possível criar as verbas, mas existe um limite legal a ser respeitado. É simples igual a dois mais dois é igual a quatro. Somente isso, mais nada.    DIÁRIO - Os magistrados brasileiros deram início a uma campanha pela valorização da carreira. Para o senhor, os membros do MPE também têm sofrido perdas? Quais seriam elas?    PRADO – Com a Constituição de 1988 e o artigo 127, o Ministério Público adquire um novo perfil: de real defensor dos direitos da sociedade. Esse perfil inclui processar muita gente. Pessoas sem sobrenome, mas pessoas com muito sobrenome. Isso gerou um mal-estar muito grande na camada política não-séria deste país. A camada séria gosta do MP; mas a não-séria, não. Hoje existem várias propostas no Congresso que tentam enfraquecer o papel do Ministério Público. Tem pessoas que gostam que se mostre a verdade, mas outras não suportam perder poder, apoio político, cargos, parentes em locais que não deveriam estar. Hoje o MP vive um instante em que precisa ainda mais do apoio popular para que, neste processo eleitoral de 2014, sejam escolhidas pessoas sérias, que desejem esse Ministério Público forte, atuante na defesa do patrimônio público, do meio ambiente, contra o crime organizado. Estamos buscando o fortalecimento da instituição em nível nacional por meio de debates com a população para que, amanhã ou depois, não haja o risco deste país se transformar em uma grande ditadura.    DIÁRIO - A desembargadora Maria Helena Póvoas afirmou recentemente que os magistrados brasileiros ainda passam à sociedade a impressão de “marajás”. O senhor acredita que os membros do MPE também sejam vistos dessa forma?    PRADO – Essa é uma pergunta que nós teríamos que fazer à população, mas digamos que ela realmente pense isso, até porque hoje em dia, infelizmente, existem veículos de comunicação que tentam criar essa imagem. Ninguém ganha salário bruto. Nós ganhamos salário líquido. Descontando a receita federal e o INNS, meu salário hoje é de R$ 24 mil, com 24 anos de Ministério Público e só podendo fazer isso. No máximo, posso dar aula, mas eu entro aqui às 8h da manhã e saio às 9h da noite, então não sobra tempo para nada. Trabalho de domingo a domingo. O telefone não para de tocar. Se a população entende que esse valor é exorbitante, não-digno para um procurador-geral de justiça que enfrenta e atua na defesa dos interesses de toda a coletividade mato-grossense, administrando todo o MP e atuando em diversas frentes, contra ‘a’, ‘b’, ‘c’ e ‘d’, quem tem que dizer é ela. Eu entendo que meu salário é digno daquilo que eu produzo.    DIÁRIO – Mudando de assunto, para o senhor, o que é indispensável no projeto da reforma política? Que impacto as medidas que estão em análise teriam no trabalho do MPE, caso sejam aprovadas?    PRADO – Defendo que temos que repensar todo o processo eleitoral, como ele é realizado. Ter um controle maior do gasto público. Pensar na possibilidade do financiamento público de campanha, se ele realmente seria uma maneira de melhor equilibrar as armas [dos candidatos]. Também no voto distrital. E, numa visão um tanto sonhadora e ideológica, sou uma pessoa que acredita na possibilidade de até considerarmos, no futuro, um Parlamentarismo.    DIÁRIO – Ainda sobre esse assunto, o Congresso deve discutir agora a questão do voto facultativo. Qual seu posicionamento?    PRADO – Em princípio sou simpático, mas conhecendo a realidade e o quadro político brasileiro, prefiro me aprofundar mais e refletir melhor para poder, no futuro, dar uma opinião mais balizada.    DIÁRIO - O Tribunal de Justiça e, principalmente, a Defensoria Pública do Estado têm reclamado da falta de recursos financeiros neste ano. O senhor também já citou que teve uma longa discussão com o governo a respeito disso. Qual o orçamento previsto para 2014? Ele vai ser compatível com as metas do MP?    PRADO – Nossa grande luta é o custeio. Hoje a Assembleia Legislativa, que possui apenas um prédio na Capital, para manter sua estrutura, recebe por ano R$ 142 milhões. Tem só um prédio, 24 deputados e usa isso para manter luz, água, combustível e computadores desta sede. O Tribunal de Contas do Estado (TCE) tem também só uma sede e, para custeio – não estou dizendo pessoal, só o custeio –, recebe R$ 101 milhões. Já o Ministério Público, só em Cuiabá, tem seis sedes: a da Procuradoria; a dos fundos dela, que está sendo reformada; a da Promotoria; a da Infância e Juventude, que fica no complexo do Pomeri; a do Gaeco; e a de Várzea Grande ainda. Além disso, temos 79 comarcas. Em todos esses locais temos sedes próprias ou alugadas e a previsão de custeio nossa para 2013 foi de R$ 70 milhões. Então, o tratamento é totalmente desigual. Como que duas instituições importante, que eu respeito muito, mas que não têm nem de perto o número de sedes que o Ministério Público possui, recebem muito mais? A Assembleia o dobro e o Tribunal de Contas R$ 30 milhões a mais. Foi isso que eu tentei mostrar para o governador e é o que vou tentar mostrar para os parlamentares estaduais na hora de fechar a Lei Orçamentária Anual.    DIÁRIO - O CNMP (Conselho Nacional do MP) considera que o Sistema Guardião, de escutas telefônicas, do Ministério Público de Mato Grosso não deveria ser operado por policiais, mas apenas por membros do MP. O conselho entende que poderia haver um maior controle sobre os trabalhos. O que o senhor acha deste posicionamento?    PRADO – Seria um anseio, mas o que acontece? Hoje, o Ministério Público brasileiro, como um todo, não tem condições de realizar concursos e contratar pessoas para que atuem apenas nesta função. E qual a finalidade maior dos Gaecos? Ser um órgão só do Ministério Público? Não, nós queremos unir forças. Se a ideologia é unir forças, ter policiais civis e militares pensando em conjunto com membros do MP como enfrentar o crime organizado, por que não dividirmos estas atribuições com pessoas preparadas e gabaritadas? Se tiver um policial que realmente conhece a matéria, tem cursos de inteligência, é um servidor gabaritado, por que não trabalharmos juntos? Respeito a opinião deste conselheiro, mas acho que a matéria merece um debate mais amplo e num fórum mais apropriado, que reunisse todos os Gaecos, secretários de Estado, comandantes das Polícias Militares... Acho que precisa ser melhor avaliado.    DIÁRIO – O senhor atuou muito tempo no Gaeco. Como avalia o combate ao crime organizado hoje em Mato Grosso? O que ainda falta ser feito? Considera necessária uma intervenção maior da União, tendo em vista que se trata de um Estado que faz fronteira com outros países?    PRADO – Há muitos anos venho falando isso. Poderia dizer com a maior tranquilidade do mundo, citando um número baixo, que 60% da criminalidade brasileira têm ligação direta ou indireta com o tráfico de drogas. Conforme números dos próprios órgãos de repressão, 70%, no mínimo, da cocaína que entra no Brasil, passa pela fronteira de Mato Grosso com a Bolívia. São mil quilômetros de fronteira e o que nós temos de investimento da União? Essa região de Cáceres precisa de uma base da Aeronáutica. Temos que ter uma entrada oficial entre os países, uma alfândega devidamente legalizada. Deveríamos ter muito, mas muito, investimento nas polícias, nos sistemas de radares, parceria com o Estado para fortalecer o Gefron e uma política institucional da União para fortalecer os municípios que hoje vivem da lavagem do dinheiro do tráfico. O governo federal tem que olhar com outros olhos Mato Grosso e esses municípios de fronteira. Além de todo esse fortalecimento, tem o sistema diplomático. É preciso sentar com o governo boliviano. Enquanto a diplomacia, os embaixadores, a presidente da República não falar para o presidente Evo Morales ‘pare de plantar coca. Vamos fortalecer a entrada dos nossos países, fazer um acordo bilateral’, nós vamos continuar apreendendo carregamentos de droga. O que o país gasta no tratamento de dependentes poderia realizar esse acordo para fortalecer o povo boliviano. Eles são humildes, sofridos, não podemos crucificá-los. Temo que o Brasil se transforme em uma fronteira como a mexicana com os Estados Unidos.    DIÁRIO - No próximo dia 24 de outubro, o bicheiro João Arcanjo Ribeiro vai a júri popular pelo assassinato de Sávio Brandão. Onze anos de espera não é um tempo excessivamente longo para um caso de homicídio?    PRADO – Considero um tempo muito longo e espero que ele finalmente seja julgado, condenado e que continue na cadeia, pagando pelos crimes que cometeu.   Diário de Cuiabá  

Empresa altera  objeto contratual e vence licitação da Prefeitura de VG

Empresa altera objeto contratual e vence licitação da Prefeitura de VG

Seis meses antes de vencer o pregão presencial 28/2013 – realizado em setembro de 2013 pela Prefeitura de Várzea Grande, a empresa Carneiro & Carvalho Construtora Ltda, de propriedade de José Henrique Carneiro Carvalho, mudou seu objeto contratual de venda de sapatos para Construtora. A mudança foi para atender ao objeto contratual do certame milionário, o qual estava com valor estimado em R$ 10,5 milhões, que trata sobre “contratação de empresa do ramo da construção civil, para execução de readequação, manutenção e reforma, para atender a demanda corretiva dos prédios públicos de Várzea Grande”. O pregão foi dividido em três lotes, e nos três, a empresa sagrou vencedora. De acordo com resultado do pregão publicado nesta sexta-feira (18.10) na edição do Jornal Oficial dos Municípios (AMM), no primeiro lote a empresa ofertou desconto de 18,99% do valor estimado, ou seja, de R$ 1,5 milhão passará para R$ 1.215.150,00. O primeiro lote é para serviço de manutenção de obras civis, hidráulica e manutenção da rede elétrica da Secretaria de Promoção e Assistência Social. Já o segundo lote, o valor estimado era de R$ 6 milhões e a empresa concedeu desconto de 18,98%, e o valor do lote ficou por R$ 4.861.200,00. O segundo lote compreende serviços de manutenção de obras civis, hidráulica e manutenção da rede elétrica para atender a Secretaria de Infraestrutura do município. O terceiro lote, cujo valor estimado era de R$ 3 milhões, o desconto da empresa foi de 20%, com isso, o valor final ficou em R$ 2,4 milhões. Este lote trata se de serviço de manutenção e readequação viária em: obras de arte, obras de drenagem, pontes, bueiros, galerias, calçadas, guias e sarjetas, canteiros, rotatórias, praças, canais e demais obras de complementares de engenharia para também atender a Secretaria de Infraestrutura do município. O valor final da licitação ficou em R$ 8.476.350,00. Veja as alterações do contrato social da empresa, que antes vendia sapatos: 01- EXECUÇÃO DE OBRAS E SERVIÇOS DE PRÓPRIA OU DE TERCEIROS, INCLUINDO PROJETOS, ORÇAMENTOS E CÁLCULOS; ENGENHARIA MAS SEM SE EM GERAL, POR CONTA LIMITAR A ESTUDOS, 02- EXPLORAÇÃO DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL E CONSTRUÇÃO PESADA DE OBRAS PÚBLICAS E PRIVADA; 03- INCORPORAÇÃO,COMPRA E VENDA DE BENS IMÓVEIS; 04- EXTRAÇÃO E COMÉRCIO DE SUBSTÂNCIAS MINERAIS CONSTRUÇÃO CIVIL E À CONSTRUÇÃO PESADA; DESTINADAS À 05- EXPLORAÇÃO DE USINAS DE PRODUÇÃO DE ASFALTO, EXPLORAÇÃO DE USINAS DE PRODUÇÃO DE CONCRETO E EXPLORAÇÃO DE USINAS DE PRODUÇÃO DE SOLOS; 06- EXECUÇÃO DE ESTRADAS VICINAIS, CONSTRUÇÃO DE BARRAGENS, ADUTORAS, POÇOS E ELETRIFICAÇÃO EM ÁREAS URBANAS E RURAIS, SERVIÇOS DE MECANIZAÇÃO AGRÍCOLA, SERVIÇOS DE OBRAS MARÍTIMAS EM PORTOS, PRAIA E LAGOAS, SERVIÇOS DE ENGENHARIA SUBAQUÁTICA, SERVIÇOS DE OBRAS FERROVIÁRIAS E PORTUÁRIAS E SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO E CONSERVAÇÃO; 07- EXECUÇÕES DE SERVIÇOS DE LIMPEZA PÚBLICA PREDIAL EM UNIDADES DE SAÚDE, COMPREENDIDOS A COLETA E O TRANSPORTE DE RESÍDUO SÓLIDO URBANO (DOMICILIAR, DOS SERVIÇOS DE SAÚDE, INDUSTRIAL ORIUNDOS DE VARRIÇÃO E FEIRAS LIVRES, ENTULHOS, ESPECIAIS E OUTROS) LIMPEZAS EM GERAL; 08- EXECUÇÃO DE SERVIÇOS DE VARRIÇÃO MANUAL E MECANIZADA DE RUAS,PRAÇAS E LOGRADOUROS PÚBLICOS,DEDETIZAÇÃO,DESRATIZAÇÃO,DESCUPINIZAÇÃO; 09- PLANTIO E CONSERVAÇÃO DE ÁREAS AJARDINADAS, INCLUSIVE PODA DE ÁRVORES; 10- APROVEITAMENTO ENERGÉTICO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS E DO BIOGÁS E DEMAIS SERVIÇOS INERENTES E CORRELATOS A TAIS ATIVIDADES; 11- TRATAMENTO DE RESÍDUOS DE QUALQUER NATUREZA, INCLUSIVE CHORUME; 12- IMPLANTAÇÃO, OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DE DISPOSIÇÃO FINAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS DE SAÚDE, INDUSTRIAL, ORIUNDOS DE VARRIÇÃO E ESPECIAIS E OUTROS); SISTEMAS DE TRATAMENTO E (DOMICILIAR, DOS SERVIÇOS FEIRAS LIVRES, ENTULHOS, 13- IMPLANTAÇÃO, OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DE SISTEMAS DE TRANSBORDO E DE USINAS DE RECICLAGEM E COMPOSTAGEM DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS; 14- EXECUÇÃO DOS SERVIÇOS DE TERRAPLANAGEM, ESCAVAÇÃO, PAVIMENTAÇÃO, IRRIGAÇÃO, DRAGAGEM, URBANIZAÇÃO EM GERAL E TRANSPORTE COM EQUIPAMENTOS; MÁQUINAS, CAMINHÕES E  PERADORES/MOTORISTAS SERVIÇOS DEARMADORA DE EMBARCAÇÕES, INCLUSIVE DRAGAS, FLUTUANTES E CHATAS E OBRAS DE ARTES EM GERAL; 15- EXPLORAÇÃO DOS SERVIÇOS DE FORNECIMENTO, LOCAÇÃO DE VEÍCULO E EQUIPAMENTOS EM GERAL, COM OU SEM UTILIZAÇÃO DE MÃO DE OBRA ESPECIALIZADA, PRESTADAS TANTO PARA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA FEDERAL, ESTADUAL E MUNICIPAL QUANTO SOCIEDADES DE DIREITO PRIVADO. GESTÃO FROTA E SUA MANUTENÇÃO, ATRAVÉS DE RASTREAMENTO, ASSIM COMO TRANSPORTE DE PESSOAS E CARGAS E DEMAIS ATIVIDADES CORRELATAS; 16- PARTICIPAÇÃO EM CONSÓRCIO COM EMPRESAS CONGÊNERES, VISANDO À PARTICIPAÇÃO ASSOCIATIVA EM LICITAÇÕES PÚBLICAS OU PRIVADAS E EXECUÇÃO DE OBRAS E SERVIÇOS RELACIONADOS OU NECESSÁRIOS À CONSECUÇÃO DAS ATIVIDADES PREVISTAS NO OBJETO SOCIAL DA COMPANHIA; 17- EXPLORAÇÃO E EXECUÇÃO DE OBRAS E SERVIÇOS PÚBLICOS E USO EXPLORAÇÃO DE BENS PÚBLICOS EM GERAL, MEDIANTE CONCESSÃO, PERMISSÃO, AUTORIZAÇÃO OU PARCERIA PÚBLICO-PRIVADA JUNTO À ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DIRETA E INDIRETA, FEDERAL, ESTADUAL, DISTRITAL E MUNICIPAL, INCLUINDO MAS SEM SE LIMITAR À EXPLORAÇÃO E ADMINISTRAÇÃO DE RODOVIAS, COLETA, TRATAMENTO E DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA E ESGOTO, TRANSPORTE PÚBLICO MUNICIPAL E INTERMUNICIPAL, GERAÇÃO, TRANSMISSÃO E COMERCIALIZAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA E COMERCIALIZAÇÃO DE EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES PERTINENTES A CONCESSÕES DE SERVIÇOS PÚBLICOS; L8-EXECUÇÃO DE RECUPERAÇÃO AMBIENTAL, REFLORESTAMENTO E ENRIQUECIMENTO AMBIENTAL COM REMANEJAMENTO DE MUDAS E ESPÉCIES.   VG Notícias

Astronauta brasileiro vive dilema com a Eleição 2014

Astronauta brasileiro vive dilema com a Eleição 2014

Foi uma garota de cerca de 14 anos que fez com que Marcos Pontes, o primeiro astronauta brasileiro, tomasse uma importante decisão, a de entrar para a política. Isso ocorreu durante uma palestra da qual costuma participar sobre ensino de astronomia para jovens.   “Ela falou para mim assim: ‘eu achei que o senhor fosse corajoso, vai para o espaço, vive sob perigo, mas com tudo que nosso país está vivendo, precisando de pessoas participativas, eu nunca vi você se manifestar sobre alguma coisa’. Aquilo mexeu comigo de tal forma que eu pensei, tenho que fazer alguma coisa”, revelou. Era junho e o país vivia uma onda de manifestações em busca dos direitos dos cidadãos.   Decidido então a entrar para a política, chegou o momento em que deveria escolher um partido para se filiar e o astronauta optou pelo PSB, partido de Eduardo Campos e que Marina Silva recentemente também entrou após ter o pedido para a fundação da Rede Sustentabilidade negada pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral).   Para o astronauta, a decisão foi tomada rapidamente após um convite de Eduardo Campos para ir a Brasília conversar. “Todo ano véspera de eleição é a mesma coisa, recebo um monte de convite para entrar em algum partido, mas ele me fez uma pergunta que esperava ouvir há 15 anos, não exigiu que eu saísse candidato a nada, somente me pediu ajuda, para que com meu conhecimento trabalhasse em assuntos de planejamento estratégico, e isso nunca ninguém havia me pedido, não podia recusar”.   Além disso, Pontes lembrou que o partido já tinha uma proximidade com temas de sua familiaridade. O próprio Eduardo Campos foi ministro da Ciência e Tecnologia em 2004, sendo sucedido por Sergio Rezende, na época da missão que o levou ao espaço assim como próprio presidente da AEB (Agência Espacial Brasileira) Sergio Galdenzi.   “Tudo isso colaborou, até porque acredito no político profissional, aquele que trabalha na sua área de conhecimento. Se for para me candidatar, irei trabalhar na área que conheço”, afirmou Pontes, que usa o “se” por uma simples razão: a mudança de planos que a decisão carrega com si.   E o sonho de voltar ao espaço? Não é segredo para ninguém que voltar para o espaço é o grande sonho de Pontes. “Tenho que pensar muito e decidir o que fazer, porque será uma alteração muito grande na minha vida. Quero muito voltar ao espaço e se for me candidatar terei que deixar isso de lado por um tempo, mas já tenho 50 anos e por enquanto muita saúde, mas isso você nunca sabe como vai ser, por isso vivo esse dilema entre essas duas missões”, admitiu.   De carreira militar, é assim que o astronauta costuma se referir ao que pretende fazer: missão, e não é diferente com a política. A explicação é que você deve, aonde for, ir para cumprir um papel, desempenhar sua função, e não deve eternizar isso.    “Sinto que a política é uma missão que tenho que cumprir e que nosso país precisa de mais gente para entrar e fazer a coisa certa, que não tenham medo de fugir dela pela imagem ruim que muitos brasileiros têm da classe”, afirmou ele, sempre ressaltando seu amor pelo país.   Se entrar definitivamente para a política, além de trabalhar no pilar que acredita: educação para formação, ciência para transformar ideias e tecnologia para produzir, Pontes quer dar mais atenção ao programa espacial brasileiro.    “Nosso programa nunca foi tratado como deveria, já foi ultrapassado de longe pelo da Índia. Aqui há uma dificuldade na implementação das coisas, estamos atrasados no que diz respeito a separação de pesquisa acadêmica e empresas que podem produzir”, opinou.   Para ele, o programa traz diversas implicações que podem ser usadas aqui, na Terra, ao contrário do que pensam. Pontes afirma que as tecnologias desenvolvidas em programas espaciais podem melhorar a produção de alimentos, ajudar em serviços meteorológicos, de proteção ambiental, de comunicações e segurança. Segundo ele, “as aplicações no espaço são infinitas”.   Sobre a política, o astronauta cobra também maior participação da mídia. “Tem uma parte da política que não é mostrada e é muito importante. A população que saber o que pode ser útil em suas vidas”, comentou.   Marcos Pontes vive hoje entre o Brasil e os EUA. Por aqui, trabalha com palestras, consultorias e mantém uma agência de turismo de aventuras e uma fundação voltada para educação, ciência e tecnologia. Em Houston, atua como Liaison (espécie de ligação) entre a Nasa e a AEB, onde também observa possibilidades de encaixar empresas e pessoas brasileiras em alguns projetos. Lá, fica a disposição para possíveis missões espaciais, que acredita estar próxima de mais uma.   Band.com  

Distritos de Mato Grosso poderão ter telefonia celular

Distritos de Mato Grosso poderão ter telefonia celular

A implantação de serviço de telefonia celular em 57 distritos de Mato Grosso foi defendida na Assembleia Legislativa através de indicação ao Governo do Estado para que as localidades que atualmente contam apenas com o serviço de telefone fixo, também recebam o sinal de serviço móvel pessoal.   Na indicação aprovada nessa semana, os parlamentares justificaram a necessidade do Poder Executivo em conceder incentivos fiscais na forma de isenção do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) para viabilizar à instalação de serviço de telefonia móvel nos distritos.   O Governo do Estado deve publicar um decreto ou elaborar um projeto de lei que regulamentará essa concessão do incentivo fiscal para viabilizar a implantação da telefonia móvel nos distritos.  Para dar viabilidade ao projeto, será necessária a isenção dos equipamentos que serão utilizados no atendimento aos distritos, dos aparelhos celulares comercializados pelas empresas nas novas localidades e do recolhimento do ICMS sobre a bilhetagem e faturamento gerado pelas ERB/BTS (Estações Rádio Base).   Confira os distritos que devem receber o serviço de telefonia móvel:   Baús (Acorizal), Serrinha (Água Boa), Capão Verde (Alto Paraguai), Conselvan (Aripuanã), Nova Fernandópolis (Barra do Bugres), Água da Prata (Brasnorte), Caramujo (Cáceres), São José do Couto (Campinápolis), Marechal Rondon (Campo Novo do Parecis), Culuene (Canarana), Serra Dourada (Canarana), Água Fria (Chapada dos Guimarães), Guariba (Colniza), Veranópolis do Araguaia (Confresa), Nova União (Cotriguaçu), Ouro Verde dos Pioneiroa (Cotriguaçu), Deciolândia (Diamantino), Paredão Grande (General Carneiro), Simioni (Itanhangá), Ouro Branco do Sul (Itiquira),  Celma (Jaciara), Lucialva (Jauru), Paranorte (Juara), Terra Roxa (Juína), Irenópolis (Juscimeira), Santa Elvira (Juscimeira), São Lourenço de Fátima (Juscimeira), Analândia do Norte (Marcelândia), Japuranã (Nova Bandeirantes), Colorado do Norte (Nova Canaã do Norte), Brianorte (Nova Maringá), São José do Apuí (Nova Monte Verde), Altântica (Nova Santa Helena), Itaquerê (Novo São Joaquim), Salto da Alegria (Paranatinga), União do Norte (Peixoto de Azevedo), Nossa Senhora Aparecida do Chumbo (Poconé), Cangas (Poconé), Nova Floresta (Porto Alegre do Norte), Novo Paraná (Porto dos Gaúchos), São João (Porto dos Gaúchos), Vila Cardoso (Porto Esperidião), Pedro Neca (Porto Esperidião), Jarudore (Poxoréu), Rio Xingu (Querência), Novo Paraíso (Ribeirão Cascalheira), Nova Suia Miçu (São Félix do Araguaia, Espigão do Leste (São Félix do Araguaia), Santo Antônio do Fontoura (São José do Xingu), Boa Esperança do Norte (Sorriso), Primaverinha (Sorriso), Nova Fronteira (Tabaporã), Novo Eldorado (Tapurah), Batovi (Tesouro), Adrianópolis (Vale do São Domingos), Santa Clara do Monte Cristo (Vila Bela da Santíssima Trindade), Agrovila das Palmeiras (Santo Antônio de Leverger).   Agência de Notícias  

Sindicato entra com ação no STF contra devolução de 'supersalários'

Sindicato entra com ação no STF contra devolução de 'supersalários'

O sindicato que reúne servidores da Câmara e do Senado entrou com ação no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a devolução de valores recebidos acima do teto constitucional para salários do serviço público, atualmente em R$ 28 mil (equivalente ao vencimento dos ministros do STF).

Primeira Vara de Juína arquiva mais de mil processos

Primeira Vara de Juína arquiva mais de mil processos

A Primeira Vara da Comarca de Juína (735 km a noroeste de Cuiabá) arquivou 1.011 processos após correição ordinária promovida pelo juiz Roger Augusto Bim Donega. O trabalho teve início em 13 de maio e foi concluído em 31 de julho. No período foram arquivados 107 processos provisórios e 904 definitivos. Os dados foram extraídos do Sistema Apolo na última quarta-feira (16).

Emissão de registro provisório de médicos deve começar na próxima semana

Emissão de registro provisório de médicos deve começar na próxima semana

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse nesta sexta-feira (18) que a expectativa é que na próxima semana o Ministério da Saúde inicie a emissão dos registros provisórios para os médicos estrangeiros do Programa Mais Médicos. A medida provisória que transfere essa responsabilidade dos conselhos regionais de medicina para o ministério ainda precisa ser sancionada pela presidenta Dilma Rousseff. O ministro estima que a sanção ocorra na próxima semana.

Comissão da Verdade colhe depoimentos sobre estudantes desaparecidos na ditadura

Comissão da Verdade colhe depoimentos sobre estudantes desaparecidos na ditadura

O desaparecimento e a morte dos estudantes secundaristas Ismael Silva de Jesus e Marco Antônio Dias Baptista serão tratados nesta sexta-feira (18) pela Comissão Nacional da Verdade (CNV), durante sessão de depoimentos em Goiânia. Os estudantes secundaristas eram opositores do regime militar. As informações são que Ismael Silva de Jesus suicidou-se, aos 18 anos, em uma dependência do Exército em Goiânia, e Marco Antônio Dias Baptista desapareceu antes de completar 16 anos.