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Política - Página 1128

Jornal: ministro Fux afirmou que "ia me absolver", diz José Dirceu

  O ex-ministro José Dirceu, condenado no processo do mensalão a dez anos de prisão, afirmou, em entrevista publicada nesta quarta-feira pelo jornal Folha de S.Paulo, que foi “assediado moralmente” por mais de seis meses para receber o então candidato a ministro do Supremo Tribunal Federal (SFT) Luiz Fux.

Vanice pede exoneração e escancara desmandos do PT na Seduc

Vanice pede exoneração e escancara desmandos do PT na Seduc

  Através de carta aberta, a ex-secretária-adjunta de Estrutura Escolar da Secretaria Estadual de Educação (Seduc), Vanice Marques (PSD), oficializou sua saída do cargo. Na ocasião, ligou a “metralhadora giratória” contra Ságuas Moraes (PT) e seus auxiliares petistas que estão no comando da referida secretaria.   Vanice relata que sofreu boicotes constantes dentro da Seduc inclusive, não tendo acesso a documentos que eram de sua responsabilidade. Diz que se sentiu excluída categoricamente, de discussões e decisões de investimentos com a criação de um núcleo executivo que passou a controlar 90% da execução orçamentária que era de sua alçada.    Ela ainda diz que tem um histórico de contribuições ao Governo do Estado e sempre pautou seu trabalho no respeito ao ser humano.   A “briga” maior é pelo gerenciamento de um orçamento equivalente a R$ 120 milhões, sendo R$112 milhões provenientes do Governo Federal e R$ 8 milhões do Governo do Estado, que culminou num mal estar entre PSD e PT, logo quando o pedido de exoneração foi anunciado.   Embora ambos os partidos desmintam, o pedido aconteceu logo após desentendimentos e supressão do poder de Vanice por parte dos petistas.   Confira os esclarecimentos divulgados por Vanice Marques:   Venho através desta carta esclarecer o meu desligamento do cargo de Secretária Adjunta de Estrutura Escolar da Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT).   Na definição do retorno do partido PSD à base do governo Silval Barbosa em dezembro de 2012 fui indicada neste cargo na Seduc ao Governador, que aceitou meu retorno ao governo pelo histórico de nossa contribuição e trabalho, anteriormente por 7 anos na Casa Civil, Fapemat e Secretaria de Turismo, inclusive como Gestora da pasta em 2010.   Na minha vida pública sempre prezei pelo respeito ao ser humano e resultado no trabalho, e essas atitudes fazem toda diferença quando queremos algo melhor para nosso país.   E não foi diferente na minha entrada na Seduc. Encontrei uma equipe cheia de vontade de participar e contribuir para as conquistas no setor educacional, também uma demanda infinita para atender desde as escolas no centro da nossa Capital até aquelas mais longínquas do nosso Estado. Isso muito me motivou sabendo o quanto poderia trabalhar pela educação e contribuir com as comunidades do nosso Mato Grosso. Lamentavelmente temos um sistema educacional ainda arcaico e que prejudica sobremaneira o aprendizado e evolução do aluno ao acesso à informação e tecnologia, mas podemos fazer a diferença quando temos uma gestão comprometida com o resultado e preocupada com nossos clientes, que são professores, alunos, pais, funcionários, etc. Não foi o que encontramos na Seduc.   Na Seduc, por dois meses que estive fui impedida de implantar rotinas administrativas, criar sistemas de transparência, alterações de responsabilidades entre funcionários, foi-me solicitado expressamente assinaturas em processos incompletos. Foi-me negado por diversas vezes acessos a documentos (referentes à minha responsabilidade) para análise, e por fim para me excluir definitivamente das discussões e decisões de investimentos, publicaram um núcleo executivo tirando 90% da execução orçamentária da pasta sob minha responsabilidade.   Talvez tenha me alongado, mas não pactuarei e não me calarei diante de atitudes que utilizam recursos públicos para outros fins. A ingerência e subterfúgios da gestão atual da Seduc-MT compromete o desenvolvimento da educação do nosso Estado, resta-nos confiar nos órgãos de controle para frear esses desmandos.   Continuarei contribuindo com nosso Estado, pois acredito na nossa vontade de mudar as coisas, enfim acredito em nós, mato-grossenses.   Vanice Marques Presidente PSD Mulher – MT       Por Rita Anibal, da redação  

Acórdão do mensalão deve sair nesta semana

  O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Celso de Mello liberou  seu voto por escrito no julgamento da Ação Penal 470, o mensalão. Ele era o único integrante da Corte que ainda estava revisando suas considerações. Agora, a expectativa é que o acórdão seja concluído em dois ou três dias úteis.

TRE alerta: partidos devem prestar contas até 30 de abril

TRE alerta: partidos devem prestar contas até 30 de abril

O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso alerta os diretórios estaduais e municipais dos partidos políticos, sobre o último prazo para a entrega da prestação de contas relativas ao ano de 2012, que termina no próximo dia 30 de abril. A exigência está prevista na Lei dos Partidos Políticos (Lei nº 9.096/1995 – artigo 32).

PT, PCdoB e PSB: apoio para a comunista Coréia do Norte

PT, PCdoB e PSB: apoio para a comunista Coréia do Norte

  O PT, o PCdoB e o PSB, junto com outros 16 movimentos sociais e meios de comunicação de esquerda, enviaram à embaixada da Coreia do Norte em Brasília uma "declaração de solidariedade" ao país.   A carta, divulgada no site do PCdoB, responsabiliza os Estados Unidos e seu “fantoche” Coreia do Sul pela "escalada de tensão na Península Coreana apesar dos pedidos reiterados por diálogo" vindos da vizinha do norte.   O texto reitera ainda “nosso total, irrestrito e absoluto apoio e solidariedade à luta do povo coreano para defender a soberania e a dignidade nacional do país”.   Por conta de supostos bombardeios enviados pelos Estados Unidos, os assinantes da carta afirmaram seu "apoio total, irrestrito e absoluto" contra o que chamam de "imperialismo belicista".   O PcdoB já havia expressado sua simpatia pelo regime norte coreano quando da morte do morte do ditador Kim Jong Il, ao qual sucedeu seu filho, Kim Jong-Un, ao divulgar uma nota de luto.   “Durante toda a sua vida de destacado revolucionário, o camarada Kim Jong Il manteve bem altas as bandeiras da independência da República Popular Democrática da Coreia, da luta anti-imperialista, da construção de um estado e de uma economia prósperos e socialistas, e baseados nos interesses e necessidades das massas populares”, avaliava o texto, assinado por Renato Rabelo, presidente nacional do PCdoB.   O pai de Kim Jong-il, Kim Il-sung presidiu o país até seu falecimento, em 1994, quando foi declarado “presidente eterno” da nação, considerada uma das últimas ditaduras de tipo stalinista no mundo.   Kim Jong-un, um jovem de 29 anos que fez sua primeira aparição pública em setembro do ano passado, assistindo um desfile militar ao lado do pai, surpreendeu o mundo ao anunciar a volta de testes nucleares e ao revogar o armistício que criou a separação das Coréias, nos anos 50.     Confira o comunicado na íntegra: "Senhor Embaixador da República Popular e Democrática da Coreia; A campanha de uma guerra nuclear desenvolvida pelos Estados Unidos contra a República Democrática Popular da Coreia passou dos limites e chegou à perigosa fase de combate real. Apesar de repetidos avisos da RDP da Coréia, os Estados Unidos tem enviado para a Coréia do Sul os bombardeios nucleares estratégicos B-52 e, em seguida, outros meios sofisticados como aeronaves Stealth B-2, dentre outras armas. Os exercícios com esses bombardeios contra a RDP da Coréia são ações que servem para desafiar e provocar uma reação nunca antes vista e torna a situação intolerável. As atuais situações criadas na península coreana e as maquinações de guerra nuclear dos EUA e sua fantoche aliada Coréia do Sul além de seus parceiros que ameaçam a paz no mundo e da região, nos levam a afirmar: 1. Nosso total, irrestrito e absoluto apoio e solidariedade à luta do povo coreano para defender a soberania e a dignidade nacional do país; 2. Lutaremos para que o mundo se mobilize para que os Estados Unidos e Coréia do Sul devem cessar imediatamente os exercícios de guerra nuclear contra a RDP da Coréia; 3. Incentivaremos a humanidade e os povos progressistas de todo o mundo e que se opõem a guerra, que se manifestem com o objetivo de manter a Paz contra a coerção e as arbitrariedades do terrorismo dos EUA. Conscientes de estarmos contribuindo e promovendo um ato de fé revolucionária pela paz mundial, as entidades abaixo manifestam esse apoio e solidariedade. Brasília, 02 de abril de 2013. PCdoB, PT, PSB, Cebrapaz, CUT, MST, MDD, UJS, UNE, Unegro, Unipop, CDRI, CDR/DF, MPS, CMP, CPB, Telesur, TV Comunitária de Brasília, Jornal Revolução Socialista."    Maurício Renner/Exame.com  

PF recebe pedido para investigar suposto elo de Lula com mensalão

PF recebe pedido para investigar suposto elo de Lula com mensalão

  A Polícia Federal em Brasília recebeu nesta segunda-feira o pedido de instauração de inquérito para apurar um suposto envolvimento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva com o mensalão. A investigação deve ser aberta nos próximos dias.   O pedido foi feito pelo Ministério Público Federal na sexta-feira e tem como base depoimento prestado pelo empresário Marcos Valério de Souza, considerado o operador do mensalão.   Delegados farão uma avaliação formal do pedido nos próximos dias, para determinar se a investigação é de competência da PF. Mas essa é uma análise burocrática e os policiais dão como certa a instalação do inquérito.   É a primeira vez que será aberto inquérito criminal para investigar se Lula atuou no mensalão.   No processo principal do escândalo, julgado no ano passado pelo Supremo, Lula não foi investigado. Ele prestou depoimento, por ofício, apenas na condição de testemunha arrolada por diferentes réus do processo.   O depoimento de Valério foi dado à Procuradoria-Geral da República em setembro do ano passado, no meio do julgamento do mensalão.   Entre outras acusações, o publicitário afirmou que Lula, o ex-ministro Antonio Palocci e Miguel Horta, então presidente da Portugal Telecom, negociaram repasse de US$ 7 milhões para o PT.   Valério afirmou que o ex-presidente e Palocci reuniram-se com Horta no Palácio do Planalto e combinaram que uma fornecedora da Portugal Telecom em Macau, na China, transferiria o valor combinado para o PT.   OUTRO LADO Na sexta-feira, o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, afirmou que "não há nova informação em relação às publicadas há cinco meses", quando o depoimento de Valério foi remetido à primeira instância. Advogado do ex-ministro Palocci, José Roberto Batochio chamou o depoimento de Marcos Valério de "invencionice" e negou a existência do encontro no Palácio do Planalto.   Folha.com    

Dilma escapa de Brasília para festa de Marisa em SP

Dilma escapa de Brasília para festa de Marisa em SP

  A presidente Dilma Rousseff saiu discreta e sigilosamente de Brasília na noite de sábado para comemorar os 63 anos de Marisa Letícia em São Paulo. O Planalto apenas informara que a presidente teria uma “agenda privada”. Dilma e cinco ministros do governo participaram da festa surpresa que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva armou para sua mulher no restaurante Rodeio, nos Jardins, bairro nobre da capital. A presidente chegou por volta das 21h30, permanecendo na festa por cerca de duas horas. Dilma estava num um Ômega prata, carro não oficial. O trajeto de Brasília a São Paulo foi feito no avião da Presidência.   Dilma foi aplaudida ao entrar no salão e fez questão de cumprimentar todos antes de se sentar entre Lula e Marisa. Entrou e foi embora pela porta dos fundos, que dava acesso direto à área reservada à festa. A assessoria de Dilma disse que ela embarcaria direto para Brasília. Em uma semana, a festa foi o segundo evento secreto de Dilma. Na quinta-feira passada, ela também deixou a capital federal e reuniu-se com Lula, o ministro Aloizio Mercadante (Educação), o ex-ministro Antonio Palocci e o prefeito de São Bernardo do Campo, Luiz Marinho, por sete horas no Hotel Unique, em São Paulo. O Planalto não informou nenhum tipo de detalhe do encontro por se tratar de “agenda privada” da presidente.   Lula tirou Marisa do apartamento em São Bernardo com a desculpa de que iriam à casa de um dos filhos. Os noventa convidados insistiam em dizer que conversas políticas não entraram em pauta. Entre os presentes estavam os ministros Edison Lobão (Minas e Energia), Marta Suplicy (Cultura), Alexandre Padilha (Saúde), Mercadante e Guido Mantega (Fazenda), além do cabeleireiro Wanderley Nunes e do médico do casal, Roberto Kalil. O prefeito Fernando Haddad e a família também foram à festa. Na saída, questionado por repórteres sobre o pedido de investigação da denúncia de Marcos Valério sobre seu envolvimento com o mensalão, Lula fugiu da pergunta. “Foi surpresa”, disse, referindo-se à festa.   Veja/ Estadão  

Feliciano atribui morte de John Lennon a revanche de Deus

Feliciano atribui morte de John Lennon a revanche de Deus

  Um vídeo divulgado pela internet de um culto evangélico presidido pelo deputado Marco Feliciano (PSC-SP) revelam mais opiniões polêmicas do pastor, que sofre pressão para deixar a Comissão de Direitos Humanos da Câmara.   Durante a pregação, Feliciano sustenta que a morte de John Lennon, ex-integrantes dos Beatles, foi por revanche de Deus. Segundo o deputado, Lennon afrontou a Deus ao afirmar que a banda era mais popular que Jesus Cristo.   "A minha bíblia diz que Deus não recebe uma afronta e fica impune. Passsou um tempo dessas declarações, alguém chama (John John) pelo nome, ele vira e é alvejado com três tiros no peito. Eu queria está lá no dia em que descobriram o corpo, eu ia tirar o pano de cima e ia dizer me perdoe, mas esse primeiro tiro foi em nome do Pai, esse é em nome do Filho e esse é em nome do Espírito Santo. Ninguém afronta Deus e sobrevive para debochar", afirmou o deputado no culto.   Em dezembro de 1980, quando voltava para o apartamento onde morava em Nova Iorque, Lennon foi abordado por um rapaz que disparou cinco tiros contra ele, dos quais quatro o acertaram.   Há mais de um mês, quando assumiu o comando da comissão, Feliciano é alvo de protestos que o acusam de racismo e homofobia.   As opiniões do pastor em redes sociais e durante os cultos evangélicos são usados como argumento contra a sua permanência na comissão da Câmara.   O deputado se defende afirmando que são interpretações bíblicas e que há liberdade de culto.   Folha.com  

MPE formula reclamação disciplinar ao CNJ contra magistrado

MPE formula reclamação disciplinar ao CNJ contra magistrado

  O Ministério Público Estadual, por meio da 14ª Promotoria Criminal Especializada na Defesa da Administração Pública e Ordem Tributária, apresentou Reclamação Disciplinar no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) contra o juiz Helvio Carvalho Pereira. Ele foi o autor da sentença que absolveu sumariamente o advogado Tiago Vieira de Souza Dorileo, um dos acusados de envolvimento no suposto esquema de venda de sentença no Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso. Além da reclamação, o MPE também ingressou com recurso de apelação.    Consta na Reclamação , que o advogado é acusado da prática do crime de exploração de prestígio, tipificado no artigo 357 do Código Penal. Além dele, foram denunciadas outras 36 pessoas, todas identificadas na Operação ASAFE.    De acordo com o MPE, as investigações realizadas pela Polícia Federal demonstraram a existência de esquema de venda de decisões judiciais em Mato Grosso. A ação penal contra os juízes e desembargadores envolvidos tramita no Superior Tribunal de Justiça, em virtude do foro privilegiado. Em Cuiabá, tramita apenas a ação referente aos denunciados que não possuem foro por prerrogativa de função.    Na Reclamação enviada ao CNJ, o MPE alega que, embora seja o titular da Vara Especializada Contra o Crime Organizado, no período compreendido entre agosto de 2012 a fevereiro de 2013, o referido magistrado exerceu sua função em raríssimas ocasiões e manifestando-se somente em questões jurídicas simples. “O que demonstra que o juiz escolheu a dedo a acusação contra Thiago Dorileo, com o propósito de beneficiá-lo, já que na própria ação criminal ignorou a existência de outras nove defesas a serem apreciadas, bem como, informações a serem prestadas ao Tribunal de Justiça para subsidiar dois outros habeas corpus”, diz o MPE.    Alega, ainda, que a decisão foi proferida em momento processual inadequado, suprimindo a instrução criminal, onde ocorreria a produção em juízo das provas que ilustravam a participação do acusado.     Assessoria MPE