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Política - Página 1039

Veto à cessão de área para o Instituto Lula é mantido pela Justiça de SP

Veto à cessão de área para o Instituto Lula é mantido pela Justiça de SP

A Justiça de São Paulo negou um recurso da prefeitura de São Paulo e manteve a proibição da cessão de dois terrenos no centro da cidade ao Instituto Lula até o julgamento do mérito do recurso. A área, próxima à estação da Luz, prevê a instalação de um memorial com acervo privado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Defensoria lança campanha conta violência doméstica em Cuiabá

Defensoria lança campanha conta violência doméstica em Cuiabá

A campanha "Violência Contra Mulher, Vamos Meter a Colher", de autoria da Defensoria Pública com parceria com a Assembleia Legislativa, Delegacia da Mulher, Câmara de Cuiabá, entre outras instituições, foi lançada na tarde desta quinta-feira (6), no auditório Milton Figueiredo, na Assembleia Legislativa.

Julio Pinheiro pode novamente assumir a Prefeitura de Cuiabá

Julio Pinheiro pode novamente assumir a Prefeitura de Cuiabá

.autor { font-size: 12px; border: 1px solid #D1D1D1; border-radius: 5px; padding: 3px; width: 170px; background-color: #ECECEC; }   Camila Ribeiro - Da Redação           Foto: Mary Juruna   Ao que tudo indica, o prefeito Mauro Mendes (PSB) deverá se ausentar da Prefeitura de Cuiabá nos próximos dias. Na ausência do socialista, o vereador e presidente da Câmara, Júlio Pinheiro (PTB) poderá assumir o Executivo, tal como ocorreu na gestão do ex-prefeito Chico Galindo. 

Pré-candidatura de Taques será lançada esse mês com “mega” coligação
Eleições 2014

Pré-candidatura de Taques será lançada esse mês com “mega” coligação

Aline Coelho - Da Redação O prefeito e presidente regional do Partido Socialista Brasileiro (PSB) Mauro Mendes anunciou nessa quarta-feira (05) que o lançamento da pré-candidatura do senador Pedro Taques (PDT) ao Palácio Paiaguás deve acontecer entre os dias 20 e 30 desse mês. O evento ainda sem data ou local definidos, deve contar com o apoio de uma “mega” coligação.

19 'fichas-sujas' foram demitidos dos tribunais em um ano e meio

19 'fichas-sujas' foram demitidos dos tribunais em um ano e meio

Dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) revelam que tribunais de todo o país exoneraram pelo menos 19 pessoas de cargos de confiança desde que, há um ano e meio, entrou em vigor a regra que proíbe a presença no Judiciário dos chamados "fichas-sujas" – servidores condenados em decisões colegiadas (tomadas por mais de um juiz).

3 desembargadores são candidatos à presidência do TJ sem eleição direta

3 desembargadores são candidatos à presidência do TJ sem eleição direta

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso tem até outubro para modificar o Regimento Interno e adotar as eleições diretas, caso isso não ocorra os desembargadores, os desembargadores Paulo da Cunha, Sebastião de Moraes e Juvenal Pereira da Silva devem ser os candidatos ao cargo de presidente da instituição, em substituição a Orlando Perri.

Líder da oposição na Venezuela pede que manifestações sejam pacíficas
Protesto

Líder da oposição na Venezuela pede que manifestações sejam pacíficas

Preso desde o dia 18 de fevereiro, o líder do partido Voluntad Popular, Leopoldo López, defendeu que as manifestações que têm ocorrido na Venezuela, contrárias ao governo de Nicolás Maduro e em favor de mudanças políticas e sociais no país, devem continuar. Segundo ele, para serem bem-sucedidas, essas manifestações precisam ser feitas de forma pacífica e com grande apoio popular.

Papa pede diálogo entre governo e oposição na Ucrânia
Ucrânia

Papa pede diálogo entre governo e oposição na Ucrânia

O papa Francisco pediu hoje (2) aos fiéis que rezem pela situação na Ucrânia. Ele apelou à comunidade internacional para fazer tudo o que estiver ao seu alcance para “favorecer o diálogo entre as partes” que se opõem.

Obama liga para Putin e pede que Rússia recue tropas na Ucrânia

Obama liga para Putin e pede que Rússia recue tropas na Ucrânia

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, pediu que o presidente da Rússia, Vladimir Putin, desescale as tensões na Ucrânia, recuando as forças militares russas para suas bases na Crimeia. Os dois conversaram sobre a crise durante um telefonema que durou 90 minutos nesta tarde, informou a Casa Branca. Durante a ligação, Obama expressou preocupação e condenou a intervenção militarrussa na região da Crimeia e em território ucraniano. Os EUA disseram considerar a entrada de mais de 15 mil soldados russos na Crimeia como uma "clara violação da soberania e integridade territorial da Ucrânia", ferindo o direito internacional e as obrigações da Rússia com a ONU. O presidente norte-americano advertiu ainda que, se insistir em uma ação militar, a Rússia pode enfrentar um isolamento político e econômico internacional. Segundo a Casa Branca, Obama disse que, se a Rússia tem preocupações em relação à questão étnica russa na Ucrânia, deve atuar "pacificamente" na questão. Em resposta, Putin falou que a Rússia se reserva o direito de proteger seus intereses e os de seus cidadãos em casos de violência na Ucrânia e na região da Crimeia, divulgou Moscou. Após o telefonema, os EUA suspenderam temporariamente sua participação nas reuniões preparatórias para o encontro dos líderes do G-8, os 8 países mais poderosos do planeta, planejada para ocorrer em Sochi, na Rússia. A Casa Branca afirmou ainda que consultará aliados sobre a situação. No domingo (2), embaixadores da Otan se reunirão para avaliar a intervenção russa. Veja a seguir a íntegra em inglês do comunicado divulgado pela Casa Branca: "President Obama spoke for 90 minutes this afternoon with President Putin of Russia about the situation in Ukraine. President Obama expressed his deep concern over Russia’s clear violation of Ukrainian sovereignty and territorial integrity, which is a breach of international law, including Russia’s obligations under the UN Charter, and of its 1997 military basing agreement with Ukraine, and which is inconsistent with the 1994 Budapest Memorandum and the Helsinki Final Act. TheUnited States condemns Russia’s military intervention into Ukrainian territory. The United States calls on Russia to de-escalate tensions by withdrawing its forces back to bases in Crimea and to refrain from any interference elsewhere in Ukraine. We have consistently said that we recognize Russia’s deep historic and cultural ties to Ukraine and the need to protect the rights of ethnic Russian and minority populations within Ukraine.  The Ukrainian government has made clear its commitment to protect the rights of all Ukrainians and to abide by Ukraine’s international commitments, and we will continue to urge them to do so. President Obama told President Putin that, if Russia has concerns about the treatment of ethnic Russian and minority populations in Ukraine, the appropriate way to address them is peacefully through direct engagement with the government of Ukraine and through the dispatch of international observers under the auspices of the United Nations Security Council or the Organization for Security and Cooperation in Europe (OSCE).  As a member of both organizations, Russia would be able to participate. President Obama urged an immediate effort to initiate a dialogue between Russia and the Ukrainian government, with international facilitation, as appropriate. The United States is prepared to participate. President Obama made clear that Russia’s continued violation of Ukraine’s sovereignty and territorial integrity would negatively impact Russia’s standing in the international community. In the coming hours and days, the United States will urgently consult with allies and partners in the UN Security Council, the North Atlantic Council, the Organization for Security and Cooperation in Europe, and with the signatories of the Budapest Memorandum. The United States will suspend upcoming participation in preparatory meetings for the G-8. Going forward, Russia’s continued violation of international law will lead to greater political and economic isolation. The people of Ukraine have the right to determine their own future. President Obama has directed his Administration to continue working urgently with international partners to provide support for the Ukrainian government, including urgent technical and financial assistance. Going forward, we will continue consulting closely with allies and partners, the Ukrainian government and the International Monetary Fund, to provide the new government with significant assistance to secure financial stability, to support needed reforms, to allow Ukraine to conduct successful elections, and to support Ukraine as it pursues a democratic future." G1