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INVESTIGAÇÃO

Grupo preso pela Rotam por suspeita de roubo a comitê eleitoral em VG receberia R$ 500

O crime foi descoberto na quinta (12), no bairro Jardim Vitória na Capital. O objetivo do bando era assaltar o comitê da investigadora Edileuza Mesquista (PSB)

21/11/2020 09h40 | Atualizada em 30/11/-0001 00h00

Grupo preso pela Rotam por suspeita de roubo a comitê eleitoral em VG receberia R$ 500

Reprodução/Internet

suposta quadrilha presa em flagrante pela Rotam sob a suspeita de tentar roubar um comitê de um vereador em Cuiabá, receberia R$ 500 para trabalhar para um candidato até o domingo (15) das eleições. Essa informação consta no depoimento do segurança do Pronto-Socorro de Várzea Grande, Jackson de Almeida Pereira, de 27 anos. Ele relatou ainda que, juntamente, com Samuel da Silva Pedroso, 38, conversaram sobre um segurança que estava precisando de um grupo para fazer o serviço.



O crime foi descoberto na madrugada desta quinta (12), no bairro Jardim Vitória na Capital. E segundo foi levantado, objetivo do bando era assaltar o comitê da investigadora Edileuza Mesquista (PSB). Contudo, nenhum dos envolvidos relatou em depoimento qual era o objetivo.

Por conta disso, o presidente da Confederação Brasileira dos Policiais Civis (Cobrapol), acompanhado do vice Giancarlo Miranda e da Presidente da Federação Interestadual dos Policiais Civis da Região Centro Oeste – Feipol (CON), estarão em Cuiabá na terça (24) para cobrar providências e medidas enérgicas às autoridades responsáveis pela investigações sobre o atentado contra o comitê da investigadora de Polícia e Presidente do Sindicato dos Investigadores do Estado.

Os outros presos foram identificados, o cabo Roney Petterson Silva Faria, 41, os soldados Valdir Maria do Nascimento,30, e João Batista Silveira dos Santos, 35. Conforme o BO, com a quadrilha foram encontrados dois revolver Rossi e tauros cal.38 com seis e cinco munições intactas.  Duas pistolas, sendo uma de 640 cal. 40 e outra PT 59 cal. 380 com sete e 11 munições intactas consecutivamente. Além de seis pares de placas balísticas.



 

Depoimento - roubo - rotam - comit�

Segundo o depoimento do cabo Valdir, Jackson o procurou na sede do 4º Batalhão em Várzea Grande, para convida-lo para um serviço de assessoria de segurança. E o convidou para uma reunião em uma casa no bairro Jardim Vitória. E que precisaria de mais policiais militares para o serviço.

Por conta disso chamou o “amigo Silveira”, pois Jackson afirmou que outros militares também participariam do encontro. E que por isso, quando estava conversando com o cabo Petterson na parte de fora da casa viu uma viatura da Rotam “deu com a mão” para eles, acreditando que seria essa a viatura. Contudo, quando os policiais desceram, já foram realizando a abordagem.

Conforme informações da Rotam, uma guarnição foi abordada por uma pessoa que pediu para não ser identificado, onde passou a relatar que ja tinha ligado no CIOSP, para informar sobre uma casa no bairro Jardim Vitória na rua 13 n° 55, onde havia uma reunião  de um quadrilha especializada em roubos à residência e que estariam organizando um roubo em um comitê de um candidato a vereador na manhã de quinta (12).

Com as informações, foi solicitado apoio de mais duas equipes da especializada, para a abordagem ao local indicado. O envolvidos continuam presos.     

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FONTE: RD News



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