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OPERAÇÃO ELISON DOUGLAS

Sistema Penitenciário deflagra operação para combater regalias a detentos na PCE

A ação tem o objetivo de reforçar a segurança dos profissionais da categoria e evitar que os detentos deem ordens para a execução de crimes na cidade

Da Redação

Equipe

13/08/2019 14h45 | Atualizada em 13/08/2019 18h45

Sistema Penitenciário deflagra operação para combater regalias a detentos na PCE

Assessoria

Por meio do Sistema Penitenciário, a Secretaria de Estado de Segurança Pública de Mato Grosso (Sesp-MT) deflagrou, na manhã desta terça-feira (13), uma operação para combater regalias e benefícios de determinados detentos da Penitenciária Central do Estado (PCE), além de evitar ações criminosas na cidade. A ação foi batizada com o nome do agente penitenciário Elison Douglas da Silva, que morreu em junho deste ano vítima de uma emboscada.  



A operação teve início às 9h desta terça-feira com revista minuciosa em todos os raios e celas da unidade prisional. Serão verificadas também as condições estruturais da área da carceragem e feita a retirada de produtos que estão em desconformidade com o estabelecido no Manual de Procedimento Operacional Padrão do Sistema Penitenciário. Após a revista geral será iniciada a reforma nas celas dos raios 1,2,3 e 4.

A operação é conduzida pela equipe da direção da penitenciária e conta com apoio de servidores de outras unidades qualificados para atuação em recinto carcerário, como contenção e intervenção.

“Nosso objetivo maior é garantir a segurança da unidade, de acordo com a legalidade devida, frustrando qualquer tentativa que possa afetar a segurança da unidade prisional e criar oportunidades de prática delituosa”, destacou o secretário de Segurança Pública, Alexandre Bustamante.



Durante esta semana estão suspensas as visitas aos reeducandos, assim como o atendimento a advogados e defensores públicos. Apenas as escoltas emergenciais, em caso de saúde, serão realizadas.

A secretaria esclarece ainda que não houve intercorrência nas atividades de revista e tampouco foram registradas agressões ou morte.

Não há, por enquanto, registro de apreensão de materiais ilícitos, como celulares e entorpecentes. Um balanço parcial do que foi retirado das celas será divulgado posteriormente.

A operação é realizada apenas na Penitenciária Central do Estado, não sendo estendida e nenhuma outra unidade no interior ou mesmo na Capital.

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