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VIOLÊNCIA

Apreensão de armas de fogo aumenta 41% em 5 meses do ano

Revólveres e espingardas são tipos de armas mais utilizadas por criminosas, segundo a PJC

Da Redação

Equipe

18/06/2017 14h16 | Atualizada em 30/11/-0001 00h00

A Polícia Militar (PM) e a Polícia Judiciária Civil (PJC) apreenderam, de janeiro a maio deste ano, 1.175 armas de fogos em Mato Grosso. A quantia é 41% maior à apreendida  no mesmo período do ano passado, 833. Revólveres e as espingardas são as armas mais recolhidas. Do total, 46% foram de revólveres, 39% espingardas e 11 % pistolas.

Um exemplo de apreensão ocorreu no dia 31 de maio, em Sinop (505 km de Cuiabá). A Polícia Militar localizou em uma casas três armas de fogo, um revólver, uma espingarda calibre 36 e uma espingarda de pressão de fabricação chinesa, além de munições, drogas e outros objetos. Um dos moradores é suspeito de comandar uma boca de fumo e alugar armas para a prática de roubos.

Conforme as forças policiais, as armas de fogo continuam o instrumento mais utilizado por criminosos para praticar homicídios. Segundo o delegado titular da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), André Renato Gonçalves, 75% dos casos de assassinatos são praticados com armas de fogo.

“Quando se retira uma arma de fogo das mãos daqueles que cometem infrações, conseguimos diminuir outros crimes, como os roubos e também homicídios”, destacou.

O comandante-geral da Polícia Militar, coronel Jorge Luiz de Magalhães, destacou os investimentos do Estado, aliados à metodologia de trabalho qualificado e ao comprometimento dos profissionais, como fatores importantes para o aumento das apreensões.

“Esse resultado significa que os nossos policiais estão abordando, revistando e checando cada vez mais”, disse.

O secretário de Segurança Pública (Sesp), Rogers Jarbas, atribuiu o resultado à maior atuação da PM e da PJC em ações preventivas e repressivas no estado.

“São abordagens, revistas em veículos, cumprimentos de mandados de busca e apreensões domiciliares, combate ao tráfico doméstico de drogas, entre outras ações, que possibilitaram o aumento de apreensões”, avaliou.

Com Assessoria

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