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MAL COMPORTAMENTO

PM acusado de apoiar “saidinha de banco” é expulso pela segunda vez

A Polícia Militar também exonerou um aluno acusado de agredir oficiais e urinar em via pública

Sandra Carvalho

Editora

11/03/2017 19h00 | Atualizada em 30/11/-0001 00h00

Foto: Rogério Florentino



O Governo do Estado exonerou pela segunda vez o policial militar Weleson Jorge Moura Viana, acusado de dar cobertura a uma quadrilha especializada em “saidinha de banco”.

Ele havia sido exonerado em setembro de 2014, foi reintegrado um ano depois, em setembro de 2015, e neste dia 10 de março voltou a ser exonerado.

Conforme publicação no Diário Oficial, Weleson Viana apoiava assaltantes que atacavam clientes na saída de agências bancárias. Ele transportava os bandidos de moto como registrado em três boletins de ocorrência.



Após investigação e monitoramento realizado pelo Serviço de Inteligência do 1º Batalhão, Weleson Moura foi preso dia 29 de abril de 2011 em companhia de Vinícius de Almeida Campos, 22. O militar foi reconhecido pelas vítimas.

No momento da prisão ele portava um revólver calibre 38, com 5 munições intactas e numeração raspada. Weleson Moura confirmou que era dono da arma.

Questionado, confirmou à guarnição responsável por sua prisão ser o dono da arma.

Após processo administrativo, ele chegou a ser excluído da PM, mas recorreu da decisão. O recurso foi negado, uma vez que a comissão entendeu ser ele culpado pelos crimes cometidos.

Na esfera criminal, Moura e Campos ainda respondem pelo crime. O processo tramita na 3ª Vara Criminal de Cuiabá.

Aluno urina na rua

O mesmo Diário Oficial traz a exoneração do aluno Afonso Henrique Lopes Brandão, que responde processo administrativo na Corregedoria da Polícia Militar por ameaçar oficiais da corporação. Após abordagem ele teria tentado atingir os miliares com chutes.

Segundo a Polícia Miliatar, Afonso nem chegou a fazer o curso, já que mediante uma liminar judicial está entre os alunos do último concurso que não conseguiram frequentar a turma que se formou em setembro.

Ele aguardava a abertura de novo curso de formação para ingressar, por força judicial. Mas o corregedor acredita que em um prazo de 40 dias, com direito a ampla defesa, o processo será finalizado e o aluno será desligado.



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