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Mundo - Página 647

Boston: polícia desmente TV e nega prisão de suspeito

Boston: polícia desmente TV e nega prisão de suspeito

  Após a rede de TV americana CNN ter informado que um suspeito de envolvimento nas explosões na Maratona de Boston havia sido preso nesta quarta-feira, o departamento de polícia da cidade negou a informação por meio de sua página no Twitter.

Suspeito de atentado em Boston é preso, diz CNN

  BOSTON - Investigadores que apuram as explosões na Maratona de Boston acreditam ter identificado um suspeito através de vídeos gravados antes das explosões, que mostram um homem colocando uma bolsa preta na rua onde uma das explosões aconteceu antes de sair, de acordo com a mídia americana. De acordo com a CNN, o suspeito já foi preso.

Capriles diz que, sem recontagem, Maduro será presidente ilegítimo

  O candidato da oposição à Presidência da Venezuela, Henrique Capriles, disse nesta segunda-feira que o rival Nicolás Maduro será um presidente ilegítimo se não houver recontagem dos votos. O herdeiro político de Hugo Chávez assumirá o cargo em definitivo ainda hoje.

Partidários rezam por vitória eleitoral em altar para 'Santo Chávez'

Partidários rezam por vitória eleitoral em altar para 'Santo Chávez'

  Quase 19 milhões de venezuelanos são esperados para votar neste domingo, no pleito que decidirá quem governará o país após a morte de Chávez, em março, vítima de câncer. O altar foi construído no bairro de 23 de Janeiro, em Caracas. Neste domingo (14), dia de eleição, flores novas foram colocadas e as velas foram substituídas.  Os mais de 13 mil centros de votação abriram às 06h locais (07h30 de Brasília). Às 8h da manhã, segundo cifras do Conselho Nacional Eleitoral, 86% dos centros de votação estavam funcionando. 'Vamos Comandados quebrar recordes de Participação de nossa Democracia Mobilizada. O Soberano Decidirá o Rumo da Pátria de Bolívar', escreveu o herdeio político de Chávez, Nicolás Maduro, favorito nas pesquistas, em seu perfill no Twitter. 'Está clareando a manhã na Venezuela...Vamos votar! Esperança, Fé e Coragem!', convocou o opositor Henrique Capriles em sua conta. Segundo a agência Reuters, Maduro tem uma vantagem de dois dígitos na maioria das pesquisas de intenção de voto, em grande parte graças ao apoio que Chávez lhe manifestou antes de morrer de câncer. Mas a diferença entre os dois candidatos diminuiu nos últimos dias de campanha, e uma das pesquisas aponta vantagem de apenas 7 pontos porcentuais para Maduro. Seu rival, o governador do Estado de Miranda, diz que os venezuelanos estão cansados das políticas divisionistas dos chavistas e que o apoio que vem obtendo cresceu a ponto de lhe garantir uma surpreendente vitória nas urnas.  

Eleitores levantam cedo para votar na Venezuela e já enfrentam filas

Eleitores levantam cedo para votar na Venezuela e já enfrentam filas

  Segundo a presidente do Conselho Nacional Eleitoral (CNE), Tibisay Lucena, por volta das 6h30, 60% dos locais de votação estavam abertos, número, segundo ela, esperado para o horário.   Muita gente atendeu ao pedido dos candidatos que polarizam a disputa --o herdeiro nomeado do chavismo e presidente em exercício Nicolás Maduro e o oposicionista Henrique Capriles Radonski-- e saíram cedo para ir votar. Desde antes das 6h, os principais canais de TV já mostravam a formação de filas em diversos centros de votação pela Venezuela.   "Cheguei à fila às 3h da manhã. Vim cumprir minha obrigação com o país. A Venezuela é o país mais democrático do mundo", afirmou o eleitor Hipólito Suárez, ao canal Globovisión, em frente ao colégio 7 Estrellas, no bairro El Recreo, em Caracas.   O ministro de Defesa da Venezuela, Diego Molero, também votou cedo. Por volta das 6h15, horário local, ele já havia votado.   Molero afirmou que o clima pelo país era de muita tranquilidade e também pediu aos eleitores que fossem cedo votar. "Estou contente e feliz em exercer meu direito ao voto. Desde as 3h, estou percorrendo vários locais de Caracas e posso garantir que o clima é de muita calma e tranquilidade. Aproveito e peço a todos que votem cedo. Quando mais cedo, melhor", disse.   Metrô aberto Neste domingo, o metrô de Caracas está funcionando de maneira gratuita para que todos os eleitores possam votar. Na televisão, a presidente do CNE, Tibisay Lucena, lembrou que é proibido levar câmeras e celulares aos locais de votação.   Disse também, que após o voto, o eleitor deve deixar o lugar onde votou, já que estão proibidas aglomerações em um raio de 200 metros do local de votação.   Por fim, disse que o voto assistido, prática comum no passado na Venezuela, também está proibido, exceto para deficientes e idosos que necessitem de ajuda. A eleição Neste domingo (14) , pela primeira vez desde 1999, os venezuelanos não terão como votar em Hugo Chávez em uma eleição presidencial. No entanto, pouco mais de um mês após sua morte, o ex-presidente ainda rege o humor dos eleitores.   A mais curta campanha presidencial da história da Venezuela foi marcada pela insistência do candidato da situação de grudar sua imagem na do ex-presidente e pela tentativa de seu adversário de deixar claro que Maduro não é Chávez.   Maduro adotou o estilo folclórico de seu guru político. Em comícios, o governista carrega crianças em seus braços, conta piadas, anuncia os planos do governo, ataca a oposição e narra histórias, adotando o estilo de seu mentor diante das multidões chavistas.   O presidente em exercício chegou a dizer que Chávez o acompanhava na forma de um pássaro e passou a assobiar durante seus discursos. Maduro chegou até a usar um chapéu com um ninho de passarinho no topo da cabeça.   No último ato de sua campanha, na quinta-feira (11), o candidato conseguiu lotar o centro de Caracas com seus simpatizantes. O evento foi marcado pelo sentimentalismo e Maduro contou com uma presença muito popular entre os simpatizantes de Chávez: o ex-jogador de futebol argentino Diego Armando Maradona, amigo do ex-presidente.   Além disso, durante seu discurso, abusou dos vídeos de Chávez, das canções pegajosas, e voltou a imitar um passarinho.   Capriles, por sua vez, se esforçou para conseguir o equilíbrio em uma posição difícil: apesar de se apresentar como o candidato da oposição, não pode correr o risco de se declarar contra Chávez sob pena de não ter sequer a chance de conquistar votos entre simpatizantes do ex-presidente.     Porém, não pode correr o risco parecer pouco contundente nas críticas e afastar o voto dos oposicionistas mais empedernidos, que cobram uma postura clara contra Chávez e seu legado.   Isso faz com que Capriles tome atitudes que podem ser interpretadas como "morde e assopra": não defende abertamente o chavismo, mas repete a todo tempo que "Maduro não é Chávez"; diz que o modelo que Lula criou para o Brasil é o ideal para a Venezuela, mas se apressa em dizer que não tem admiração pessoal por Lula, que sempre foi próximo, pessoal e politicamente, de Chávez, e apoia abertamente a candidatura de Maduro.     Acusações No meio dessa disputa, foram diversas as acusações conspiratórias. O governo chavista assegurou que está atrás de um grupo de mercenários que querem desestabilizar o país e inclusive planejam matar Maduro.   O governo chegou a prender supostos paramilitares colombianos, na quinta-feira, sob acusação de que eles estariam planejando assassinar vários chavistas.   A oposição ridicularizou a denúncia e acusou o governo de abuso de poder durante toda a campanha. Segundo Capriles, houve mais de cem denúncias de abuso de Maduro, todas engavetadas pelo CNE (Conselho Nacional Eleitoral, o equivalente ao TSE na Venezuela).   Há também no país a ameaça de que o candidato perdedor não aceite a vitória do adversário. O governo preparou um documento, referendado pelo CNE, em que pedia para os dois candidatos garantirem que aceitarão o resultado das urnas. aduro assinou o documento, mas Capriles se negou e, no lugar, escreveu um texto em que dizia ter respeito pela "vontade soberana" da população, mas deixava claro que se manteria vigilante diante de "qualquer violação" de resultados.   Foram poucas as vezes, durante a campanha, em que os candidatos de fato discutiram propostas. Capriles até tentou organizar um debate com Maduro na televisão, mas o candidato governista acabou se esquivando e não aceitou a proposta.   Pesquisas mostram Maduro à frente, mas com vantagem menor O candidato governista Nicolás Maduro continua aparecendo como favorito na corrida para a eleição presidencial da Venezuela, mas sua vantagem foi reduzida nos últimos dias da campanha.   As preferências por Maduro caíram 9,3 pontos percentuais entre 4 e 11 de abril, enquanto Capriles subiu 1,6 ponto, de acordo com um estudo divulgado por dois dos clientes da Datanalisis fora do país, antes da proibição da Venezuela para divulgar novas pesquisas em território nacional, que valeu durante a última semana de campanha.   O herdeiro político do falecido Hugo Chávez tem intenção de voto de 44,4%, contra 37,2% de Capriles. A vitória se dá por maioria simples. Isso coloca os competidores, a uma distância de 7,2 pontos percentuais. Capriles perdeu por 11 pontos na eleição de outubro contra Chávez.    Agências internacionais  

Greve no Chile paralisa a maior produtora mundial de cobre

Os trabalhadores da empresa estatal chilena Codelco, a maior produtora mundial de cobre, realizaram greve de 24h na última terça-feira (9). Cerca de 45 mil mineiros aderiram à paralisação em todo o Chile, segundo a Federação de Trabalhadores do Cobre.