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Judiciário de Mato Grosso representa região Centro-Oeste em Comitê Gestor de TI do CNJ

Tribunais de justiça se reuniram nesta terça(13), em Brasília (DF), para tratar sobre a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD)

14/08/2019 08h31 | Atualizada em 30/11/-0001 00h00

 Judiciário de Mato Grosso representa região Centro-Oeste em Comitê Gestor de TI do CNJ

Divulgação

Em busca da uniformização e padronização dos sistemas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) de todos os Tribunais de Justiça, o Comitê Gestor Nacional de Tecnologia da Informação e Comunicação do Poder Judiciário (CNGTI.PJ), do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), se reuniu nesta terça-feira (13), em Brasília (DF), para tratar sobre a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), Padrões nacionais de governança e gestão de TIC, projetos e processos, Portal de Governança Digital do poder Judiciário entre outros assuntos.

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso é o representante do Centro-Oeste no Comitê Gestor e o juiz-auxiliar da Presidência do TJMT, Luiz Octávio Saboia, participa do encontro, que tem por objetivo diagnosticar a situação de toda a rede informatizada do Poder Judiciário, conforme Resolução CNJ 182/13, que dispõe sobre diretrizes para as contratações de Solução de Tecnologia da Informação e Comunicação pelos órgãos submetidos ao controle administrativo e financeiro.

Criado por meio da Portaria CNJ 222/2010 e reconstituído pela Portaria CNJ 47 2014, o comitê visa estabelecer diretrizes para segurança da informação, bem como ações de nivelamento de TIC no que se refere à infraestrutura e à capacitação em disciplinas voltadas para melhoria da Governança de Tecnologia da Informação e Comunicação nos tribunais.

Ente as competências do grupo estão: consolidar e divulgar padrões e diretrizes para a execução dos trabalhos voltados ao desenvolvimento da revisão, monitoramento e avaliação da Estratégia Nacional; fomentar os trabalhos dos Comitês Gestores dos Segmentos, com vistas à revisão, execução, monitoramento e avaliação da Estratégia Nacional do Poder Judiciário; promover reuniões, encontros e workshops para desenvolvimento dos trabalhos; estabelecer diretrizes para comunicação da estratégia; monitorar e avaliar os resultados da Estratégia Nacional do Poder Judiciário entre outros.

 



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FONTE: Assessoria



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