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VÍDEO

Taques teria pedido ajuda a Wesley Batista e Silval Barbosa em 2014

Alan Malouf conta, em vídeo, que o atual governador Pedro Taques pediu recursos ao empresário e ao ex-governador para financiar sua campanha

Sandra Carvalho

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21/10/2018 10h25 | Atualizada em 30/11/-0001 00h00 2 comentarios

Taques teria pedido ajuda a Wesley Batista e Silval Barbosa em 2014

Reprodução

O governador de Mato Grosso, Pedro Taques (PSDB), teria pedido dinheiro ao empresário Wesley Batista, um dos sócios do grupo J&F e que protagonizou um dos maiores escândalos de corrupção do país, para financiar sua campanha em 2014.

A informação é do também empresário Alan Maluf em delação premiada à Procuradoria Geral da República (PGR).  Na última sexta-feira (19), a delação perdeu o sigilo por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).

Pouco antes das eleições de 2014, Alan Malouf foi apresentado a Wesley Batista por seu vizinho Fernando Mendonça, primo do sócio do grupo J&F, quando pediu ajuda financeira para a campanha de Taques como narra em vídeo (assista abaixo).

Em outra oportunidade, Alan voltou a se encontrar com Wesley na presença do então candidato Pedro Taques. O mega empresário teria externado interesse em investir em novas unidades da Friboi em Mato Grosso. Teria sido uma reunião para aproximar o Taques ao empresário.

Alan chegou a procurar Wesley em São Paulo para conversar sobre possibilidade de tomar dinheiro emprestado para sua empresa e retomar o assunto do financiamento da campanha de Taques. O empresário teria negado os dois pedidos feitos por Alan Malouf.

Silval Barbosa

Ainda no vídeo, Alám diz que presenciou reunião em que Pedro Taques pediu R$ 10 milhões ao ex-governador Silval Barbosa que prometeu viabilizar esta soma por meio de um “saldo” que ele teria junto à JBS. Porém, Malouf se apressou em dizer que não ficou sabendo se essa transação foi efetivada.

Outro lado

Confira abaixo a íntegra da nota emitida pela assessoria do governador Pedro Taques:

"Conforme já declarado desde 2016, o governador Pedro Taques nega a prática do chamado “Caixa 2” em sua campanha eleitoral ao Governo de Mato Grosso em 2014 e tampouco autorizou vantagens indevidas a qualquer empresa durante o exercício do mandato. Apesar de citado por delator em acordo de delação premiada, Taques não é réu no processo da chamada “operação Rêmora” e terá direito a ampla defesa nos autos. O governador já constituiu advogados para atuar no processo e garantir que a verdade prevaleça."

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