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LAVAGEM DE DINHEIRO

Tribunal de Justiça inocenta irmãos Corrêa da Costa da Operação Seven 2

Já os demais réus, como o ex-secretários Pedro Nadaf e Marcel de Cursi; continuam respondendo o processo normalmente

Da Redação

Equipe

11/07/2018 16h48 | Atualizada em 11/07/2018 17h07

Os irmãos João Celestino da Corrêa da Costa Neto e Filinto Correia da Costa Junior conseguiram que a 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT)(concedesse pedido de habeas corpus (HC) para trancar a ação penal da 2ª fase da Operação Seven. O voto do desembargador Luiz Ferreira da Silva,  relator do processo, foi acompanhado pelos desembargadores Juvenal Pereira e Gilberto Giraldeli, foi acompanhado pelos desembargadores Juvenal Pereira e Gilberto Giraldeli. 

Segundo a decisão do TJMT, os réus conseguiram prova a origem do dinheiro que os colocava sob suspeita. O relator em seu voto afirmou que a defesa provou que não havia nenhuma prova do ato ilícito e que não houve qualquer ocultação ou dissimulação dos valores. 

Com a decisão, os irmãos Correia da Costa serão excluídos do processo e não irão participar das audiências na próxima semana, na Sétima Vara criminal de Cuiabá. Já os demais réus, o médico Filinto Correa da Costa, ex-secretários Pedro Nadaf, Marcel de Cursi; presidente do Intermat, Afonso Dalberto; o ex-presidente da Metamat, João Justino Paes de Barros; procurador Francisco Gomes de Andrade Lima Filho; Marcos Amorim da Silva, Luciano Cândido do Amaral, André Luiz Marques de Souza, Roberto Pelefgrino Morales e Antônia Magna Batista da Rocha seguem respondendo o processo normalmente.

O médico Filinto Corrêa sempre negou ter cometido qualquer ilícito no que diz respeito ao recebimento dos recursos oriundos da alienação de parte de sua propriedade rural conhecida como Cuiabá da Larga, entre Nobres e Rosário Oeste, e que hoje integra o “Parque Estadual Águas do Cuiabá” no valor de R$ 7 milhões. 

O advogado João Celestino reiterou que aguardava este integro posicionamento da Justiça. “Sou advogado há mais de 25 anos, sempre acreditei no poder judiciário como instrumento de pacificação e justiça, hoje sou exemplo disto, fiquei dois anos com uma ação penal proposta contra mim que não tinha sentido nenhum, e o que esperamos é que possamos sempre crer na imparcialidade do Poder Judiciário, sem pender para outros interesses, inclusive políticos, como já episodicamente temos assistido”, pondera o advogado João Celestino.

A compra da BMW

A denúncia do Ministério Público Estadual, contra Filinto Correa e seu filho foi motivada por cinco transferências de R$ 50 mil  totalizando R$ 250 mil em 2014. Tambén em 1º de dezembro de 2104, Filinto repassou R$ 190 mil para o filho comprar uma BMW X6 ano 2010/2011. Filinto Correa também teve a ação trancada.

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