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REVOGAÇÃO

Presidente do Tribunal de Justiça concede retorno da escolta de Selma Arruda

Pré-candidata ao senado chegou a ter 9 seguranças armados nos tempos de juíza. Última ameaça partiu de facção criminosa

Celestino Carlos

Jornalista

24/05/2018 09h01 | Atualizada em 24/05/2018 10h25

Presidente do Tribunal de Justiça concede retorno da escolta de Selma Arruda

Reprodução/internet

O presidente o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), desembargador Rui Ramos, determinou, na quarta-feira (23), que a escolta policial da ex-juíza e pré-candidata ao Senado Selma Arruda seja mantida. O benefício foi suspenso na última segunda-feira (21).  

Ramos solicitou que a Comissão de Segurança da instituição de justiça, composta por Carlos Alberto Alves da Rocha, mais os juízes Maria Rosi Borba, Marcos Faleiros e Bruno D’Oliveira Marques, mais o coronel-PM Benedito Ferreira, revesse o caso.

Após avaliar o pedido, a comissão  concedeu novamente o beneficio de segurança à juíza aposentada. Porém, de acordo com o TJMT, essa decisão é por tempo determinado, terá validade até a próxima reunião entre os membros da comissão.

A guarda armada foi suspensa por descumprimento de “protocolos de segurança”, regras determinadas pelo Judiciário.

Selma Arruda afirmou que recebeu ameaças por causa da postura firme que adotou ao julgar processos de corrupção. Quando se aposentou, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) autorizou que ela continuasse sendo escoltada por seguranças do Estado por tempo indeterminado.

 Durante essa semana, a magistrada aposentada, deu declarações afirmando  que "tornar público o fato de que uma pessoa não ter mais nenhum tipo de proteção é realmente quase um crime".

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