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PRESIDENTE DO TRE-MT

Vidal prevê realização de quase 200 projetos para o primeiro ano

O desafio da gestão do presidente recém-empossado será unificar a biometria no Estado para as eleições de 2018

Valquiria Castil

Repórter

17/04/2017 17h38 | Atualizada em 30/11/-0001 00h00

Foto: Alair Ribeiro/TRE-MT

O recém-empossado presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), desembargador Márcio Vidal, já traçou suas metas para o primeiro ano de sua gestão no biênio 2017/2018, junto ao seu vice-presidente, o desembargador Pedro Sakamoto.

Já para este ano, Vidal pretende realizar 185 ações internas e externas, todas com base em três pilares: o aprimoramento da logística computacional, controle permanentemente conectado e a interface com o eleitor.

“Será indispensável o suporte da tecnologia de informação em nosso aprimoramento da logística computacional, além de controle interno e externo sempre conectados. Mas, o mais importante será trabalhar em nossas ações a interface com o eleitor, único detentor e fonte de poder político”, frisou o presidente do TRE-MT, após sua posse, na manhã desta segunda-feira (17).

O desembargador ainda pontuou que a função do Tribunal em meio ao processo eleitoral, marcado para o próximo ano, será o de "assegurar a realização de eleições limpas, dentro da legalidade, com a aplicação das normas”.

Avanços

A ex-presidente da Corte eleitoral, desembargadora Maria Helena Póvoas, também participou da solenidade e ressaltou o legado deixado, principalmente em relação a aproximação do TRE-MT com a sociedade.

Entre as ações destacadas pela desembargadora estão a criação dos aplicativos Pardal e o Caixa 1 – que permitem o registro de ato ilícito por meio de imagens, áudio e/ou vídeo. A primeira ferramenta combate a prática de propaganda irregular e outros crimes eleitorais. Já o segundo aplicativo combate ao caixa 2, através de informações de movimentações de recursos de campanhas eleitorais de candidatos.

"Conclamamos a população a nos auxiliarem na fiscalização e combate de abusos, irregularidades e crimes eleitorais praticados por candidatos. No Pardal, recebemos 6 mil denúncias enquanto o Caixa 1, nos trouxe 200 informações relacionadas a gastos de campanha”, declarou Maria Helena.

Para a desembargadora, esses dados revelam um resulto positivo para o TRE-MT, na qual acredita que com isso, a atuação da Justiça Eleitoral só tende a evoluir. “Esses dados provam que a sociedade respondeu positivamente e passou a participar ativamente comO fiscal das campanhas eleitorais. Esse é um caminho sem volta", comemorou a desembargadora.

Ainda dentro de suas ações, a pontuou o programa Pauta Limpa, que priorizou os julgamentos de processos que podem resultar em inelegibilidade, com vistas à aplicação da Lei da Ficha Limpa. Além da aquisição de um Data Center, que armazena todos os dados do TRE-MT - com um sistema sofisticado com prevenção de incêndio e controle e economia de energia elétrica.

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