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Esportes - Página 406

Corinthians volta a cair no 2º tempo e perde de virada do Linense

Corinthians volta a cair no 2º tempo e perde de virada do Linense

  O Corinthians repetiu um roteiro já visto pela sua torcida no Campeonato Paulista, começou com força total, diminuiu o ritmo e tropeçou. Neste domingo, os titulares alvinegros abriram o placar nos primeiros minutos de jogo, pressionaram e ensaiaram uma goleada, mas acabaram cedendo a virada e perderam por 2 a 1 para o Linense.   Com o resultado, o Corinthians fica com 32 pontos e cai na tabela do Estadual, já que o Palmeiras venceu o Guarani em casa e assumiu a quarta colocação. Já o Linense agora terá de torcer por um tropeço do Botafogo-SP contra o Bragantino, às 18h30, para seguir com chances de classificação.   Até agora, o Corinthians empatou oito vezes e perdeu uma na competição. Em cinco dessas igualdades, a equipe de Tite saiu na frente, relaxou e saiu de campo sem a vitória. Neste domingo, a calmaria após o intervalo foi tanta que os atuais campeões mundiais saíram de campo sem nem um ponto sequer.   Quem viu apenas os primeiros minutos de jogo, porém, jamais diria que este seria o desfecho da disputa. Com vários titulares em campo, o Corinthians começou o jogo com tudo e abriu o placar logo aos 2 minutos, quando Emerson cruzou da esquerda e Guerrero aproveitou a falha do zagueiro Fábio Lima para fazer o sétimo dele na competição.   Nos minutos seguintes, o Corinthians chegou com perigo pelo menos mais três vezes, especialmente com Emerson e Paulinho. Por volta dos 20 minutos de jogo, porém, a equipe visitante se acomodou. Sob o forte sol interiorano, os jogadores alvinegros pareciam dispostos a levar o jogo em banho-maria, deram espaço ao Linense e não assustaram mais no ataque.   O castigo veio no segundo tempo. O Linense, nono colocado, só conseguiria manter-se vivo se vencesse o Corinthians, e foi com tudo para o ataque. O veterano meia Lenílson e o lateral esquerdo Tarracha comandaram a pressão e superaram sem grandes dificuldades a defesa corintiana.   Aos 10 minutos, Tarracha cruzou da esquerda e Marcelo cabeceou no travessão. Na sobra, sem Danilo Fernandes pela frente, João Sales só teve o trabalho de escorar para dentro do gol e empatar. Aos 19 minutos, Tarracha recebeu da direita e ajeitou para Leandro Brasília, que aplicou belo drible em Gil e bateu forte para virar o marcador.   A reação do time da casa só confirma um mau costume do Corinthians em 2013. Nesta temporada, a equipe esteve ganhando de Penapolense, Palmeiras, São Caetano, XV de Piracicaba e Paulista e cedeu o empate em todas elas, sempre depois de uma queda repentina de rendimento.   Neste domingo, o Corinthians ainda tentou reagir. Tite sacou Jorge Henrique e colocou Alexandre Pato em campo, montando um trio ofensivo com Emerson e Guerrero. Foi o suficiente para o time espremer o Linense em seu campo de ataque e assustar o goleiro Leandro Santos, que fez pelo menos duas defesas.   Mas o ímpeto do treinador não foi suficiente e o árbitro roubou a cena nos últimos lances. O Linense teve Marcelo, expulso, por ter se adiantado em uma cobrança de falta. Minutos depois, Pato chegou a reclamar de um pênalti claro, não marcado. Os dois lados se queixaram da atuação de Leonardo Ferreira Lima e acabaram não conseguindo mexer no placar.   Agora, o Corinthians volta a São Paulo e se prepara para o último jogo da primeira fase do Campeonato Paulista, contra o Atlético Sorocaba, no Pacaembu, no próximo domingo. Já o Linense visita o Mirassol, tentando sua última cartada para avançar ao mata-mata.   UOL Esportes  

Rodeio, o pai dos esportes radicais

Rodeio, o pai dos esportes radicais

  O espetáculo que pretende atrair 6 milhões de pessoas às arenas no Brasil - mais que o público total do Brasileirão de futebol - aposta na emoção do duelo entre touro e homem. Com prêmios milionários, peões dividem o estrelato com os animais, tratados com cada vez mais cuidado.   Em meio à música alta e à vibração do público, o atleta tenta se concentrar. Depois da contagem regressiva, abre-se a porteira e a missão é uma só: se segurar. Sob suas pernas, mais de 800 quilos de fúria, se mexendo, pulando e sacolejando. Cinco segundos, seis, sete, oito no máximo e chão: lá está o peão caído, os auxiliares tentando controlar o touro. Fim do duelo. Como num clássico do futebol, a torcida grita e faz uma grande festa. Termina mais uma exibição de força e coragem de um atleta de rodeio - um esporte que nem sempre está à vista de todos, mas que ainda assim conquista cada vez mais fãs no Brasil. Se para o peão a ação é breve, para o público a emoção dura muito mais: um minuto depois, lá está o próximo candidato a domar o touro. E começa tudo de novo, 40, 50, 60 vezes por noite, por três ou quatro dias seguidos.    “Nosso esporte é radical por definição, é o precursor entre as modalidades radicais. E é isso que atrai o público, é por isso que cada vez mais gente acompanha as nossas competições", diz o americano Jim Hayworth, presidente da PBR, a Professional Bull Riders, uma espécie de Fifa da montaria em touro, como o esporte prefere ser chamado (“rodeio”, segundo eles, remete a toda a festa que costuma envolver os eventos, com exposições, leilões de gado e shows de música sertaneja). "Onde mais se pode conseguir tanta adrenalina em dez segundos?”, diz Hayworth. Radical, sim, mas também profissional. A versão nacional do PBR, uma espécie de campeonato brasileiro da modalidade, foi criada em 2007 e neste ano contará com 30 etapas. A expectativa de público total é de nada menos que 6 milhões de espectadores nas arenas - sem contar as transmissões por TV aberta e a cabo e pela internet, via streaming. Em 2011, com 5,6 milhões de pessoas, o público que acompanhou as competições de perto foi o mesmo dos 380 jogos do Campeonato Brasileiro somados. A cada etapa, são criados 14.000 postos de trabalho. Neste fim de semana, em Londrina, na segunda etapa da temporada 2013, serão 80.000 reais em prêmios distribuídos - valor modesto se comparado aos salários dos astros do futebol, mas generoso quando se compara a modalidade a outros esportes menos consagrados - como o MMA, onde os cachês dos lutadores em alguns eventos ficam numa faixa parecida.   Silvano Alves: R$ 2 milhões por ano     “O Brasil, junto com a Austrália, é o pais em que nosso esporte mais cresce no mundo, e estamos trabalhando duro para dar ao fã um espetáculo cada vez melhor”, afirma Hayworth. O "Dana White dos rodeios", que esteve no Brasil na semana passada para participar de reuniões com parceiros e também para participar de ações promocionais, comanda a empresa desde 2011 e admite que se sai melhor como executivo do que como atleta. “Não, eu nunca montei em um touro. Até gostaria, mas sou grande demais, não tenho o tipo físico para isso. Prefiro os cavalos”, contou ele.   Contusões e capacetes - Cada vez mais um esporte de massa, o rodeio também cria ídolos. Silvano Alves, que vive na pequena Pilar do Sul, no interior de São Paulo, sagrou-se campeão mundial nos últimos dois anos, vencendo a série de torneios disputada nos Estados Unidos e faturando nada menos que 2 milhões de reais a cada temporada - isso apenas como prêmio pelo título. Outro nome forte é Edevaldo Ferreira, atual bicampeão brasileiro, que competirá em Londrina com outros 50 peões pelo prêmio. Ele se recuperou de uma contusão que o deixou fora de ação por um mês. Também participou de algumas etapas de competições realizadas nos Estados Unidos. “Estou muito confiante. A temporada começou agora e ainda há muitas disputas pela frente, tanto aqui no Brasil como no exterior. Tenho feito uma recuperação rápida e estou pronto para recomeçar”, avisa, como se fosse um atleta de qualquer outra modalidade mais popular.   Boi Bandido: artista na novela 'América' É um esporte radical, sim, mas também seguro: hoje os peões só vestem o tradicional chapéu na hora de dar entrevistas e de conversar com o público. Sobre o touro, capacete e colete de proteção são itens obrigatórios. O tratamento concedido aos touros, alvo de muitos protestos de organizações de proteção dos animais, é cada vez mais cuidadoso - eles viajam em caminhões que têm amortecedores no piso e são acompanhados permanentemente por uma equipe de veterinários. “Eles são as nossas verdadeiras estrelas", explica Flávio Junqueira, presidente do PBR Brasil. "Se você pensa em rodeio, em montaria, até hoje o nome mais conhecido é o Bandido, o da novela, lembra? Mais do que qualquer peão. Por isso, é claro que precisamos tratá-los muito bem, como merecem todas as estrelas”, explica ele, citando o touro que contracenava com Murilo Benício na novela América. Bandido morreu em 2009 e foi homenageado com uma estátua em Barretos, a meca da montaria. Como os astros de qualquer esporte, eles valem muito: num leilão recente, um criador venceu um “pacote” de 35 animais por cerca de 1,4 milhão de reais. O mais caro deles custou 127.000 reais.   Veja.com  

Alonso vence GP da China com Massa em 6º

Alonso vence GP da China com Massa em 6º

  Sempre que tem a palavra, Fernando Alonso esbanja tanta confiança, que é apontado por muitos como prepotente, arrogante. Durante a semana, foi irônico ao dizer que “não dormia direito e perdia os cabelos” com a boa fase do companheiro de Ferrari, Felipe Massa. No sábado, após obter o terceiro lugar no grid de largada em Xangai, garantiu: não se preocupava com o pole Lewis Hamilton, tampouco com Sebastian Vettel, que largava em nono. Discurso firme, correspondido na pista. O espanhol, definitivamente, se garante. Neste domingo, com uma atuação impecável, ele provou que ninguém seria capaz de tirar sua vitória, muito menos seu sossego. Ultrapassou Kimi Raikkonen na largada, tomou a ponta de Hamilton três voltas depois e, com um ritmo forte aliado a uma estratégia cirúrgica, não teve problemas para vencer o GP da China, alcançando seu primeiro triunfo na temporada. Veja os melhores momentos da corrida no vídeo.   Raikkonen cruzou em segundo, e a emoção ficou por conta do duelo pelo terceiro lugar. Vettel, que havia apostado em uma estratégia de uma parada a menos que os primeiros colocados do grid, colou em Hamilton na última volta e por poucos metros não tirou o pódio do britânico da Mercedes. Apesar do quarto lugar, o alemão da RBR se manteve na liderança do campeonato, com 52 pontos, três pontos à frente de Raikkonen, e a nove de Alonso. Veja a classificação geral.   Felipe Massa começou bem a prova ao pular para terceiro na largada. Porém, perdeu muitas posições na primeira rodada de pit stops, passou a corrida no pelotão intermediário e recebeu a bandeirada em sexto, após perder um duelo com Jenson Button nas últimas voltas. Com uma McLaren que ainda fica devendo às demais grandes equipes, o britânico fez uma prova consistente, administrou bem os pneus e cruzou em quinto. Com isso, os cinco campeões do mundo do grid terminaram nas cinco primeiras colocações da prova. Logo atrás de Button e Massa, apareceu Daniel Ricciardo, grande revelação da corrida. O jovem australiano de 23 anos levou o limitado carro da STR ao sétimo lugar, seu melhor resultado da carreira. Uma bela atuação que chega em boa hora. Ele é um dos fortes candidatos à vaga do compatriota Mark Webber na RBR, que tem futuro indefinido após o mal-estar gerado pela polêmica com Vettel no GP da Malásia. E a maré do veterano segue ruim. Punido na classificação, largou dos boxes. Quando protagonizava uma bela recuperação, se chocou com a STR de Jean-Eric Vergne, danificando o carro. Na sequência, perdeu a roda traseira direita e deixou a prova. Os pilotos voltam à pista já na próxima semana para o GP do Bahrein, quarta etapa da temporada. A TV Globo transmite ao vivo o treino classificatório no sábado às 8h (horário de Brasília) e a corrida, no domingo, às 9h. O SporTV exibe os treinos livres a partir de sexta-feira, 4h.   Dupla da Ferrari largam bem Devido ao intenso desgaste dos pneus deste ano, a estratégia na escolha dos compostos e nas paradas nos boxes ganhou enorme importância. Dos dez primeiros do grid, os sete da frente começaram com macios, enquanto Button, Vettel e Hulkenberg partiram com os médios. Na largada, Hamilton manteve a ponta. Alonso e Massa começaram bem. Aproveitaram a patinada de Raikkonen para tomarem a posição do finlandês, que partia em segundo. Button e Vettel não conseguiram ganhar posições e se mantiveram em oitavo e nono, respectivamente. No meio do pelotão, os pilotos da Force India, Paul di Resta e Adrian Sutil, chegaram a se tocar. Partindo dos boxes, Webber decidiu fazer o primeiro pit stop logo no fim da volta de abertura. A estratégia era se livrar de uma vez dos pneus macios, já que todos os pilotos são obrigados a usar os dois tipos de compostos na prova.   Alonso assume a ponta Na quarta volta, Alonso acionou a asa móvel na reta principal e tomou a liderança de Hamilton. Massa aproveitou e foi no embalo: jogou por dentro e também ganhou a posição do inglês. O primeiro acidente ficou por conta de Esteban Gutiérrez. O mexicano da Sauber errou a freada na curva 14, atingiu Sutil, e deixou a corrida. Ao parar nos boxes para tentar fazer reparos, a Force India do alemão teve um princípio de incêndio, e ele também abandonou a prova.   Os pilotos que começaram com pneus macios, como Alonso, Massa, Hamilton e Raikkonen, foram cedo para os boxes, retornando no meio do pelotão. Como o líder Alonso tinha preferência no pit stop, o brasileiro precisou dar uma volta a mais que o companheiro com os compostos desgastados, perdendo posições para pilotos que já haviam parado, como Hamilton e Raikkonen. Nesse momento, Hulkenberg assumiu a ponta, seguido por Vettel, Button e Pérez, todos com pneus médios. De pneus novos, o espanhol da Ferrari ultrapassou Di Resta e Pérez – que não haviam parado -  e pulou para quarto lugar. Com os pit stops de Hulkenberg e Vettel, o espanhol subiu para segundo. O alemão da Sauber teve problemas nos boxes e perdeu a posição para o compatriota da RBR. O novo líder passou a ser Button. Ele e seu companheiro de McLaren, Pérez, eram os únicos que ainda não haviam parado, apostando em uma estratégia de apenas dois pit stops.    Martírio de Webber Webber, que havia largado em último, “entrou” na prova com a estratégia do pit stop na primeira volta. Entretanto, jogou tudo por água abaixo ao se precipitar em uma tentativa de ultrapassagem em Jean-Eric Vergne, da satélite STR. O australiano danificou sua RBR e seguia lentamente para os boxes quando sua roda traseira direita se soltou do carro. Momentos depois, outro incidente: Raikkonen levou uma fechada de Pérez, e quase viu suas chances de pódio irem embora ao ter o bico da Lotus danificado. Irritado com a manobra do mexicano, reclamou com a equipe pelo rádio: “Que diabos ele está fazendo?”.   Na 20ª volta, Alonso finalmente alcançou Button, que ainda não havia feito seu pit stop, e reassumiu a liderança. Quatro passagens depois, o espanhol foi para os boxes, acompanhado pelo britânico, que finalmente fazia sua primeira parada. Eles retornaram em terceiro e quarto, respectivamente. O líder passou a ser Vettel, seguido por Hulkenberg. Enquanto Alonso passou o piloto da Sauber e assumiu o segundo lugar, Button não conseguiu manter um bom ritmo e perdeu a quarta posição para seu ex-companheiro Hamilton. Voando, o espanhol da Ferrari alcançou Vettel, superou o alemão e retomou a ponta. Com uma tática diferente de pit stops, o alemão da RBR fez a segunda parada nos boxes logo depois e voltou em oitavo. A partir daí, iniciou uma escalada: passou Di Resta, Massa, Hulkenberg e Button, subindo para quarto. Alonso liderava, seguido por Hamilton e Raikkonen.   Na rodada final de pit stops, o finlandês da Lotus ganhou a posição do britânico da Mercedes. Vettel apareceu novamente na liderança, mas ainda precisava visitar os boxes mais uma vez. A vitória estava nas mãos de Alonso. A 14 voltas do fim, antes mesmo de o alemão fazer sua última troca de pneus, o espanhol da Ferrari fez a ultrapassagem no fim da reta e voltou a ficar em primeiro. Daí em diante, seguiu com tranquilidade para receber a bandeira quadriculada. Raikkonen cruzou a linha de chegada dez segundos depois. Vettel, que voltou em quarto, ainda teve tempo de tirar a diferença para Hamilton e dar um sufoco no inglês nas curvas finais. Mas o britânico segurou a posição e garantiu o lugar no pódio. Enquanto isso, Button levou a melhor no duelo com Massa e terminou em quinto.   Após atuação impecável, espanhol comemora vitória em Xangai (Foto: Agência AFP) Confira o resultado final do GP da China (56 voltas): 1- Fernando Alonso (ESP/Ferrari) - 1h36m26s945 2- Kimi Raikkonen (FIN/Lotus) - a 10s100 3- Lewis Hamilton (ING/Mercedes) - a 12s300 4- Sebastian Vettel (ALE/RBR) - a 12s500 5- Jenson Button (ING/McLaren) - a 35s200 6- Felipe Massa (BRA/Ferrari) - a 40s800 7- Daniel Ricciardo (AUS/STR) - a 42s600 8- Paul di Resta (ESC/Force India) - a  51s000 9- Romain Grosjean (FRA/Lotus) - a 53s400 10- Nico Hulkenberg (ALE/Sauber) - a 56s500 11- Sergio Perez (MEX/McLaren) - a 1m03s800 12- Jean-Eric Vergne (FRA/STR) - a 1m12s600 13- Pastor Maldonado (VEN/Williams) - a 1m33s800 14- Valtteri Bottas (FIN/Williams) - a 1m35s400 15- Jules Bianchi (FRA/Marussia) - a 1 volta 16- Charles Pic (FRA/Caterham) - a 1 volta 17- Max Chilton (ING/Marussia) - a 1 volta 18- Giedo van der Garde (HOL/Caterham) - a 2 voltaS Não completaram:                                                      Nico Rosberg (ALE/Mercedes) - na 22ª volta Mark Webber (AUS/RBR) - na 16ª volta Adrian Sutil (ALE/Force India) - na 6ª volta Esteban Gutierrez (MEX/Sauber) - na 5ª volta Volta mais rápida: Sebastian Vettel (ALE/RBR) - 1m36s808   Globo Esporte  

Rombo no Flamengo é de 750,7 milhões de reais

Rombo no Flamengo é de 750,7 milhões de reais

  Depois de três meses debruçados sobre os arquivos do Flamengo, os auditores da Ernst & Young contratados pela nova gestão do clube finalmente concluíram a radiografia financeira do rubro-negro. O resultado da auditoria deve piorar os ânimos já acirrados no clube, que tem tido desempenho pífio nos campos. O rombo é de 750,7 milhões de reais – 300% acima do estimado inicialmente pelos antigos dirigentes. A maior parte da dívida é com o fisco. São 394 milhões em impostos não pagos, dos quais 86,7 milhões do período da gestão Patrícia Amorim. Outros 184 milhões de reais são referentes dívidas trabalhistas e pagamentos judiciais. Há ainda 172 milhões de reais separados para cobrir futuras despesas com condenações.    Os resultados da auditoria serão apresentados nesta sexta-feira a 30 conselheiros flamenguistas, em reunião convocada pelos novos dirigentes para marcar os cem primeiro dias de gestão. O mapa financeiro do clube devera ser usado no planejamento dos próximos meses.   Embora o rombo seja bem maior do que o esperado, os dirigentes garantem que será possível incrementar o time com vistas a chegar à Copa Libertadores em 2014 e ao Mundial de Clubes em 2015. É um sonho alto. Apesar de ter conseguido um contrato milionário de patrocínio com a Adidas. Até o momento, no entanto, o time tem dificuldade para contratar jogadores com qualidade para a empreitada.   O projeto dos novos dirigentes prevê intensificar as franquias com a marca Flamengo, obter incentivos fiscais para os projetos do clube e captar patrocínios para os esportes olímpicos. No futebol, a estratégia é montar um fundo de investimentos e captar dinheiro entre grandes investidores para formar um time competitivo. O clube acaba de criar também um programa de sócio-torcedor que dá prioridade à compra de ingressos e descontos em empresas que tenham convenio com a marca rubro-negra. Ate agora, 11 mil torcedores aderiram.   Veja  

I Ecocross entre incríveis paisagens e adrenalina
ARIPUANÃ

I Ecocross entre incríveis paisagens e adrenalina

  Aripuanã, que reina absoluta entre as cachoeiras das Andorinhas e Dardanelos a 1.014 km de Cuiabá, reuniu cerca de 350 pilotos para o I Ecocross, um verdadeiro rally de aventura, incríveis paisagens e muita adrenalina. O cenário perfeito para o esporte pra lá de radical foi acelerado por motos de várias cilindradas, quadriciclos e inclusive veículos 4x4 e 4x2.

Giovanni quer Neymar no Barcelona e diz:

Giovanni quer Neymar no Barcelona e diz: "seria bom sair antes da Copa"

Brasileiro que defendeu Santos e Barcelona, Giovanni gostaria de ver Neymar vestindo o uniforme azul e grená. O ex-meia opina que o jovem, 21 anos, “tem que ir à Europa antes da Copa do Mundo de 2014”, acreditando que isso seria “bom” para a evolução do jogador. As declarações foram concedidas à emissora espanhola La Xarxa.