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INCENTIVO

Melina Rugby Clube contrata dois novos reforços para a temporada 2018

Time feminino patrocinado pela marca de suco de uva quer dar um passo além em nível técnico e conquistas

Rodivaldo Ribeiro

Editor-adjunto

25/03/2018 16h30 | Atualizada em 26/03/2018 10h26

Melina Rugby Clube contrata dois novos reforços para a temporada 2018

Arquivo CMT

Criado há um ano e meio, o Melina Rugby Clube pretende voar ainda mais alto no esporte. Para isso, resolveu reforçar seu time com a contratação de duas novas jogadoras: as irmãs gêmeas Aniver Maria e Aniver Rosé. Ambas se dedicam ao esporte desde muito jovens e são lutadoras de wrestler.

Nascidas na Venezuela, hoje moram no centro de treinamento do Melina, explica Michel Henry, proprietário da empresa Sucos Melina e idealizador do time. “A ideia é passar a um grau superior no time. Por isso contratamos jogadores do Brasil que resolvessem aderir ao nosso projeto”, conta Michel.

O objetivo é participar de todos os campeonatos regionais e nacionais que vierem. E as meninas têm uma longa temporada pela frente. Tudo começa no dia 17, em Rondonópolis, quando enfrentam o Beach Rugby, time da cidade. Breve descanso e elas já competem de novo em Primavera do Leste, no dia 24. Daí em diante, compromissos semanais em cidades de Mato Grosso, Brasília, depois retorno a Cuiabá e daí para São Paulo, quando jogam no Qualifier para o Campeonato Brasileiro.

Aniver Maria tem experiência no rugby brasileiro. Antes, jogava num time de Teresina (Piauí). Essa experiência é um dos fatores que a trouxeram para Cuiabá. Ela confidencia que teve um começo difícil, por causa da situação econômica e política de seu país de origem. “Cada vez que ia comer, pensava nos meus parentes lá, onde tudo está faltando”.

À parte a situação atual, ela conta que as modalidades do esporte lá são bastante competitivas. As duas irmãs começaram a jogar ainda na infância, mas era basquete. Migraram para as lutas e chegaram à seleção venezuelana de luta olímpica.

Competição nacional

Todas as preparações, jogos e treinos visam, é claro, uma boa temporada, mas especialmente conseguir uma boa colocação e talvez o título de ao menos uma das etapas do Super Sevens 2018, nome oficial do circuito brasileiro feminino da modalidade.

Ano passado, foram 20 clubes de todo o país disputando o título, obtido somente depois de quatro etapas, disputadas em pelo menos três cidades diferentes. Para este ano, são 12 clubes participantes, separados em três grupos. O Grupo A é formado por Delta, do Piauí, Vitória, do Espírito Santo, USP, de São Paulo, e São Lourenço, de Minas Gerais.

No Grupo B temos Band Saracens, de São Paulo, Melina, de Mato Grosso, Goianos, de Goiás, e Iguanas, de São Paulo.

O Grupo C completa a competição com os times Desterro, de Santa Catarina, SPAC, de São Paulo, e Charrua e Centauros, ambos do Rio Grande do Sul.

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