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Educação - Página 136

Professor fundador da UFMT morre aos 103 anos

Professor fundador da UFMT morre aos 103 anos

  O corpo do professor emérito e fundador da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Benedito Figueiredo, foi enterrado na tarde desta segunda-feira (6), no Cemitério da Piedade, região Central de Cuiabá.

Dilma reitera meta de repassar 100% dos royalties do petróleo

  Em pronunciamento feito em cadeia nacional de rádio e TV na quarta-feira, 1º de maio, a presidenta da República, Dilma Rousseff, voltou a defender a destinação de todos os royalties, participações especiais do petróleo e recursos do pré-sal exclusivamente à educação.

MEC vai investigar denúncia contra bolsista ilegal do Prouni

MEC vai investigar denúncia contra bolsista ilegal do Prouni

  Bolsistas do Programa Universidade Para Todos (Prouni) que estiverem em situação irregular poderão ser denunciados e investigados, segundo portaria do Ministério da Educação publicada no “Diário Oficial da União”. A portaria regulamenta a supervisão dos beneficiários do programa do governo federal de bolsas de estudos em universidades particulares. A identificação do denunciante poderá, a pedido, ser preservada em sigilo.   Segundo a portaria, a supervisão será feita periodicamente por meio de cruzamento de informações de cadastros oficiais e por denúncia dirigida ao Ministério da Educação. “As denúncias deverão conter a qualificação do interessado, a descrição clara e precisa dos fatos a serem apurados, os documentos pertinentes e os demais elementos relevantes para o esclarecimento do seu objeto”, diz a portaria.   Se for acatada, a denúncia será encaminhada ao coordenador do Prouni na instituição para que sejam feitos os procedimentos de supervisão. O estudante denunciado deverá ser notificado por escrito e terá dez dias a partir da notificação para apresentar os documentos necessários para a apuração dos indícios de irregularidades.   O coordenador do Prouni vai analisar a veracidade dos documentos apresentados e das informações prestadas pelo bolsista, e vai decidir se o estudantes continua ou perde a bolsa. Caso o benefício seja encerrado, o estudante deverá ser comunicado e terá dez dias para recorrer.   O pedido de reconsideração deverá ser analisado com o acompanhamento da Comissão Local de Acompanhamento e de Controle Social da instituição e decidido no prazo de 20 dias após sua formalização.   Até a efetiva ciência da decisão do pedido de reconsideração não poderão ser cobrados os encargos educacionais cobertos pela bolsa de estudos. Em caso de decisão de manutenção da bolsa, o coordenador do Prouni deverá proceder à reversão do encerramento no Sisprouni.     Sobre o Prouni Criado em 2004 e institucionalizado pela Lei nº 11.096, de 13 de janeiro de 2005, o programa oferece a estudantes brasileiros de baixa renda bolsas de estudos integrais e parciais (50% da mensalidade) em instituições particulares de educação superior que ofereçam cursos de graduação e sequenciais de formação específica.   As vagas são destinadas a egressos do ensino médio da rede pública ou da rede particular, estes na condição de bolsistas integrais da própria escola. Desde a criação, o Prouni atendeu 1.096.359 estudantes, sendo 739.094 com bolsa integral, segundo o MEC. Na última edição, mais de um milhão de estudantes se inscreveram para concorrer a 162.329 bolsas de estudos para 12.159 cursos de 1.078 instituições de todo o país.   Portal G1  

Cotistas têm desempenho inferior entre universitários

Cotistas têm desempenho inferior entre universitários

Alunos de graduação beneficiários de políticas de ações afirmativas, como cotas e bônus, têm apresentado desempenho acadêmico pior que os demais estudantes nas universidades públicas do país, mostram estudos recentes.

Universidade do Estado prorroga pagamento da taxa do vestibular

  O prazo para o pagamento da taxa de inscrição para o vestibular da Universidade do Estado de Mato Grosso foi prorrogado para próxima sexta-feira (26.04). O edital complementar foi publicado na tarde desta terça-feira (23) no endereço: www.unemat.br/vestibular.

Greve de professores continua em três estados

  Terminou na quinta-feira a paralisação das escolas públicas convocada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE). Em todo o país, professores das redes públicas estaduais e municipais de ensino cruzaram os braços por três dias, desde terça-feira.

Sintep : Silval e Ságuas enganam a população

Sintep : Silval e Ságuas enganam a população

  Sob palavras de ordem, professores da Rede Estadual de Ensino, convocados pelo Sindicato dos Trabalhadores na Educação Pública de Mato Grosso (Sintep/Mt), protestaram contra o governo Silval Barbosa (PMDB) e Ságuas Moraes (PT), Secretário Estadual de Educação.   Os profissionais da educação estão em greve desde o dia 22/04 reivindicando, basicamente, piso salarial de R$ 1937,26 – hoje os educadores têm o 2º pior piso do estado- e melhorias nas infraestruturas das escolas. Pedem também que os contratados temporariamente - cerca de 12 000 professores- tenham 1/3 da jornada para trabalhos pedagógicos. O presidente do Sintep, Henrique Lopes disse que “a classe sempre precisou apelar para as greves para conseguir aumento salarial. É uma história de lutas!”. Lopes cobrou do governo uma reunião para discutirem os pontos de reivindicação e espera que a greve termine com uma posição favorável do governo a favor dos profissionais da educação.   O presidente Lopes lembra que foram muito castigados no governo Blairo Maggi (PR) e que “Silval mente quando coloca propaganda na TV dizendo que tivemos aumento de 86%”. Finaliza dizendo que “o governo não cumpre as Constituições Estadual e Federal na aplicação dos recursos da educação”.   Amanhã (26/04) haverá reunião com o os representantes de todo o interior e elaborarão um “dossiê” sobre a precariedade da educação no estado que será entregue à Seduc, Assembleia Legislativa, Ministério Público e Tribunal de Contas do Estado. Nesse documento, estão as mazelas que Ságuas Moraes está cometendo frente à Secretaria que, juntamente com Rose Neide Sandes de Almeida, detém todo o controle do orçamento da pasta.   Os professores depois de se manifestarem em frente ao Palácio Paiaguás, seguiram para a Assembleia Legislativa e terminaram defronte a Seduc, onde os líderes do movimento continuaram a reivindicar as melhorias na educação.    Por: Rita Anibal, da reportagem Fotos: Pedro Alves