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Leia a Edição n.° 684 do Circuito MT

Há quatro anos Pedro Taques (PSDB) adentrava o Palácio Paiaguás como um homem com fama de posições firmes e moral inconteste...

12/07/2018 07h40 | Atualizada em 30/11/-0001 00h00

Há quatro anos Pedro Taques (PSDB) adentrava o Palácio Paiaguás como um homem com fama de posições firmes e moral inconteste. Plenamente convicto quanto a que rumo tomar mesmo diante do mar de incertezas ao qual Mato Grosso parecia submetido após mais de seis anos e meio de Silval Barbosa, tinha apoio de grupos políticos e financeiros e o vaticínio das urnas. Trazia atrás de si a promessa de renovação na política local e convenceu a muitos. Mas essa tranquilidade durou menos de um semestre. Já com a fama de decidido metamorfoseada em arrogância e a convicção interpretada como intransigência e autoritarismo, fez tudo piorar ao decidir bater-se contra os funcionários públicos com a desculpa de falta de caixa para arcar com a famigerada (pra ele) RGA

 

 

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