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Cultura - Página 56

Linguajar Cuiabano é tombado

  Como parte das comemorações pelos 265 anos de Mato Grosso, o Governo do Estado resolveu homenagear o modo de falar cuiabano, tombando este linguajar como patrimônio imaterial de Mato Grosso.

Artesãs mato-grossenses fazem exposição internacional

Artesãs mato-grossenses fazem exposição internacional

  O artesanato mato-grossense atravessa fronteiras e conquista reconhecimento internacional. As artesãs Neulione Alves Gomes, moradora da Aldeia Umutina Zona Rural do município de Barra do Bugres, e Lucileicka da Silva David, do município de Barra do Garças, foram selecionadas pela Organização das Nações Unidas (ONU), para um importante evento cultural.

Livro traduz o juridiquês para ajudar cidadão a exigir direitos

Livro traduz o juridiquês para ajudar cidadão a exigir direitos

  RIO — Você sabia que os credores podem exigir a comprovação de pagamento no prazo máximo de cinco anos e, por isso, recibos, termos de garantia, contratos e notas fiscais devem ser guardados por esse período? E que, desde 2009, as empresas estão obrigadas a enviar aos consumidores recibos de quitação anual dos serviços contratados?

Se não agora, será quando?

Se não agora, será quando?

  De novo, no laço. Seja como for, tipo sem régua, esquece o compasso. A culpa é do que me tirou do caminho que faço para trazer a você, leitor, a crônica nossa de todas as semanas. Já disse e repito: não é fácil, haja assunto e motivação.

Dia de São Jorge é festejado no Rio

Dia de São Jorge é festejado no Rio

  RIO - Camisas vermelhas, velas, fitas, imagens e muita fé para agradecer as conquistas alcançadas durante o ano. Um dos santos mais populares do país, São Jorge recebe homenagens de milhares de devotos no Rio desde os primeiros minutos desta terça-feira.

Cultura reabre Sala Indígena em Cuiabá

  Como parte das comemorações do dia do índio, a Secretaria de Estado de Cultura, reabrirá no dia 19 de abril, a partir das 14h a sala de literatura indígena da Biblioteca Estevão de Mendonça.

Projeto social leva cultura e diversão a crianças carentes de Mato Grosso

Projeto social leva cultura e diversão a crianças carentes de Mato Grosso

  Com o intuito de promover a conscientização, formação cultural e o interesse pelas artes cênicas a nova peça do Grupo Komedi apresenta novo espetáculo. A peça “Balu e Amiguinhos em: a Cultura da Água” foi produzida pela "Incentivar Produções" e o projeto conta com o apoio do Ministério da Cultura e patrocínio da State Grid.    A peça contou com 34 apresentações em 2012, sendo no Rio de Janeiro e São Paulo.  Agora em 2013, o projeto continua com apresentações nas cidades do Mato Grosso, totalizando 15 apresentações nas escolas das redes públicas de Cuiabá, Sinop e Rondonópolis, contando com a presença de crianças entre 5 a 10 anos. A última apresentação será aberta ao público e acontece no Rondon Plaza Shopping, às 19h30.   No espetáculo os atores irão representar com figurinos de animais – Baleia, Pássaro e Pingüim – que contam a nossa cultura em relação ao uso da água e a relação com a natureza, com o objetivo de promover a valorização da cultura nacional junto ao público infantil, resgatando as origens de nossa atual civilização e sua ligação com os recursos fornecidos pela natureza.   A proposta da história de Balu, uma baleia muito esperançosa que conta sobre os problemas da falta de água limpa no nosso planeta, também tem como prioridade estimular o interesse das crianças pelas artes cênicas.   Durante a história Balu e seus amiguinhos, Gabriel e Pinguinho, enfrentam problemas cotidianos como o acúmulo de lixo no oceano e suas consequências, além da falta de respeito com a natureza e a água. Depois disso a baleinha aventureira faz uma viagem pela cultura brasileira, desde a utilização da água pelos índios da colonização até os dias de hoje.     AGENDA CUIABÁ/MT   - 15 de abril - EMEB Profª Ana Teresa Arcos Krause - Rua 13 Q?19 ? Jardim Industriário II – às 8h e 14h - 16 de abril - EMEB Profª Tereza Lobo - Av. Carmindo de Campos, 3622 ? Dom Aquino – às 9h e 15h - 17 de abril - EMEB Tem. Octacilio Sebastião Cruz - Rua 46 ? Quadra 14 ? Lote 31 ? Cpa Iii – às 7h30   AGENDA SINOP/MT   - 18 de abril - EMEB Jardim Paraíso Rua das Seringueiras, 2.001 – Jd. Paraíso – às 7h30 e 16h - 19 de abril - EMEB Aleixo Schenatto Rua das Primaveras, 1.170 – Jardim Jacarandás – às 7h30 e 16h - 20 de abril - EMEB Armando Dias Rua Cabo Manoel Augustinho Nascimento, 2.055 – Jd. Boa Esperança – às 9h30   AGENDA RONDONÓPOLIS/MT   - 22 de abril - Escola Municipal Bonifácio Sachetti R. 11, 579 ? Pq S Jorge – às 08h30 e 15h - 23 de abril - Escola Municipal Princesa Isabel - Rua Weslei Dos Santos Arruda, S/N ? Jardim Das Flores – às 13h30 - 24 de abril - Escola Municipal Arão Gomes Bezerra - R. Rondonópolis, S/N ? Jardim Itapuã66) 3411?5186 – às 15h30 - 24 de abril - Apresentação espaço público: Rondon Plaza Shopping - Av. Lions Internacional, 1950 ? Pq Sagrada Família – às 19h30   Ficha Técnica: Realização: Ministério da Cultura Produção: INCENTIVAR PRODUÇÕES CULTURAIS E EDITORA LTDA - EPP. Co-Produção: Komedi Projetos Execução: Cia Metrópole de Teatro & Filmes Patrocínio: State Grid Diretor: Adriano Veríssimo     Assessoria

Sátira sobre Hitler vira fenômeno de vendas na Alemanha

Sátira sobre Hitler vira fenômeno de vendas na Alemanha

  O que aconteceria se Adolf Hitler acordasse hoje na multicultural Berlim, em um país sem soldados russos e chefiado por uma mulher? Em seu livro de estreia, "Er Ist Wieder Da" (ele está de volta, em tradução livre), o escritor alemão Timur Vermes imaginou que o líder nazista teria sucesso como comediante.   Narrada em primeira pessoa, a história parte da premissa de que em vez de se suicidar, Hitler fica adormecido por 66 anos até acordar no centro da capital alemã.   Assim que desperta, o protagonista cai em vertigem com a nova realidade das ruas e, ao ler o jornal datado de 2011, desmaia apavorado.   Mais tarde, é convidado a participar de um programa de televisão comandado por uma apresentadora de ascendência turca e, confundido com um comediante profissional, se torna um sucesso instantâneo.   A sátira criada pelo jornalista e escritor alemão, de 46 anos, tem dividido críticos ao mesmo tempo em que lidera a lista dos best-sellers.   Com mais de 500 mil cópias vendidas desde setembro do ano passado, ele será traduzido em pelo menos 27 países, inclusive no Brasil (pela editora Intrínseca, ainda sem previsão de lançamento), e já teve os direitos vendidos para o cinema.   A fim de mimetizar o estilo da escrita de Hitler --"que é diferente da retórica e dos discursos dele"-- Vermes explicou em entrevista à Folha que se baseou no "Minha Luta", a autobiografia do nazista, e nos monólogos gravados no quartel-general do Führer.   "A princípio, prometia ser divertido e depois eu notei que poderia ter outras camadas para além da comédia."   Em uma das passagens do livro, o Hitler de Vermes aborda um grupo de garotos que jogam futebol, em busca de informação: "Ei, Juventude Hitler Ronaldo! Qual a rua mais próxima?", sem imaginar que os nomes nas camisas poderiam ser de um jogador de futebol e não de uma associação nazistas.   CRÍTICAS   As opiniões na imprensa alemã sobre o livro divergem quanto a ser politicamente correto ou engraçado falar do assunto ainda hoje.   "Uma sátira de sucesso e inquietante sobre um assassino em massa e os veículos de massa", resumiu o jornal "Hamburger Abendblatt", enquanto a revista "Der Spiegel" o classificou como um livro de piadas requentadas.   O jornal "Die Süddeutsche" chegou a questionar se o sucesso de público não reflete uma fixação por Hitler na Alemanha, que o texto chama de "hitleritis", seja usando a figura dele como personificação do mal ou como paródia em todo lugar, incluindo programas de TV e capas de revista. Timur rebate a ideia de obsessão por Hitler.   "Os alemães de hoje são inocentes, mas eles nasceram com uma herança de culpa. Eles podem não aceitar e tentar ignorar, mas eles têm que lidar com isso. Os alemães são obcecados pelo assunto tanto quanto todo mundo, mas também diferentemente de qualquer um", disse.   "Tomar o caminho do humor pode ser irritante para parte dos críticos, mas certamente não é para os leitores."   Folha.com