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DADOS DO INDICASUS

94% dos óbitos por Covid em MT são entre não vacinados, aponta Ministério da Saúde

O levantamento considerou as notificações feitas de janeiro a julho deste ano e reforçou que a imunização é o meio mais eficaz para prevenir mortes pela doença

Da Redação

Equipe

05/08/2021 16h55 | Atualizada em 06/08/2021 09h42

94% dos óbitos por Covid em MT são entre não vacinados, aponta Ministério da Saúde

Christiano Antonucci

Em 2021, cerca de 94% dos óbitos por Covid-19 em Mato Grosso ocorreram em pessoas não imunizadas. O dado foi mensurado pela equipe técnica da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), com base nas informações oficiais do sistema IndicaSUS, mantido pelo Ministério da Saúde.



O percentual reforça que a vacinação é o meio mais eficaz de prevenir mortes pela Covid-19. O levantamento considerou as notificações feitas de janeiro a julho de 2021.

“No momento, não há meio mais efetivo de se prevenir a Covid-19. Por isso, alertamos à população sobre a importância da vacina na contenção da pandemia. Precisamos do empenho de toda a sociedade, pois a imunização é uma estratégia coletiva e não individual”, disse o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo.

De acordo com o secretário adjunto de Vigilância e Atenção à Saúde, Juliano Melo, o levantamento aponta que está sendo comprovada a eficácia esperada dos imunizantes.



“Mais de 94% das pessoas que vieram a óbito em Mato Grosso não tomaram a primeira ou segunda dose da vacina contra a Covid-19. Já se percebe que a proteção aos casos graves e óbitos, entre as pessoas que tomaram uma ou duas doses da vacina, é extremamente maior do que naqueles que não tomaram. Isso corrobora com pesquisas que são desenvolvidas sobre a eficácia das vacinas, independentemente do tipo do imunizante”, pontuou.

O gestor ainda explicou que, como a imunização foi iniciada em 2021, o número de pessoas que completaram o esquema vacinal, com duas doses, ainda não é expressivo se comparado ao número da população total do Estado. Contudo, já é perceptível a efetividade da imunização. “Já se percebe que a proteção da vacina contra a gravidade e o óbito é muito significativa”, concluiu.



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