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CENTRO DE CUIABÁ

Cerca de 5 mil manifestantes protestam contra medidas dos governos federal e estadual

Eles empunhavam faixas e cartazes com mensagens contra privatizações, cortes do MEC e a suspensão das leis de dobra do poder de compra (510/2013) e a RGA

Da Redação

Equipe

14/06/2019 17h13 | Atualizada em 14/06/2019 17h28

Cerca de 5 mil manifestantes protestam contra medidas dos governos federal e estadual

Reprodução/Internet

Cerca cinco mil pessoas protestaram em passeata pelo centro de Cuiabá na tarde desta sexta-feira (14) contra medidas dos governos federal e estadual. Professores, servidores de entidades estatais e estudantes fizeram coro pela interrupção da PEC da Reforma da Previdência, e recuo de decisões que afetam a educação em universidade e escolas públicas.



A concentração dos manifestantes iniciou por volta das 14h na Praça Ipiranga. Eles empunhavam faixas e cartazes com mensagens contra privatizações, cortes do MEC (Ministério da Educação) em universidades federais, e a suspensão das leis de dobra do poder de compra (510/2013), e da RGA (Revisão Geral Anual).

As falas de protestos eram sobrepostas por ao menos três carros de trio elétrico, de sindicatos da educação – Sintep, Adufmat – e dos servidores da saúde, o Sisma. As palavras de ordem eram “tira a mão da educação”, gritada por estudantes e professores, “Mauro Mendes, nos homologue já”, de aprovados em concurso público para área da educação.

O tema em comum dos manifestantes foi pela desistência da proposta de reforma previdenciária enviada pelo presidente Jair Bolsonaro para o Congresso Nacional. Os carros de som carregavam as faixas negras com letras brancas ou vermelhas com a mensagem de “Não à Previdência”.



O número de cinco mil manifestantes foi divulgado pela Polícia Militar que acompanhou e disse não registrado nenhuma ocorrência. A passeata iniciou na avenida Tenente-coronel Duarte, Prainha, subiu a Getúlio Vargas até à altura da São Sebastião e desceu Isaac Povoas, terminando com nova concentração na Praça Ipiranga.

O protesto faz parte da greve geral que ocorreu em várias cidades pelo País. Em Mato Grosso, 20 sindicatos trabalhistas confirmaram adesão ao movimento, de motoristas de ônibus a bancários, passando por profissionais da saúde e da educação. Um bom número deles, no entanto, teve participação simbólica.  

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