PUBLICIDADE
EM RONDONÓPOLIS

Secretaria de Saúde promove capacitação sobre prevenção ao vírus HIV

Dados mostram que em Mato Grosso, casos da infecção por HIV têm aumentado em jovens entre 14 a 29 anos de idade

Da Redação

Equipe

26/05/2019 13h00 | Atualizada em 30/11/-0001 00h00

Secretaria de Saúde promove capacitação sobre prevenção ao vírus HIV

Reprodução/Internet

A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), por meio da Coordenadoria de Vigilância Epidemiológica, do Escritório Regional de Saúde de Rondonópolis (212 km de Cuiabá-MT) em conjunto com a Secretaria Municipal de Saúde de Rondonópolis representada pelo Serviço de Assistência Especializada (SAE), realizou uma capacitação em Profilaxia Pré-Exposição ao HIV (PrEP) para os servidores da saúde da região.



A mesma atividade é desenvolvida para os servidores da saúde pública que trabalham em unidades especializadas, como o CERMAC, e em outros SAEs de Cuiabá, Várzea Grande, Sinop, Confresa, Tangará da Serra, Itiquira, Primavera do Leste, Juína, Juara, Alta Floresta, Cáceres e Canarana.

A coordenadora da Vigilância Epidemiológica da SES-MT, Alessandra de Moraes, explica que o método de Profilaxia Pré-Exposição ao HIV (PrEP) consiste no uso de antirretrovirais (ARV) para reduzir o risco de adquirir a infecção pelo HIV. De acordo com a especialista, essa estratégia se mostrou eficaz e segura, ou seja, é mais uma estratégia de prevenção, com o objetivo de reduzir a transmissão do HIV.

A Profilaxia está indicada para a chamada população-chave (profissionais do sexo, pessoas trans, homossexuais, pessoas que usam álcool e outras drogas e pessoas privadas de liberdade). Estudos aprontam que a PrEP é eficaz e oferece um grau de proteção contra a infecção por HIV superior a 90%, quando tomada regularmente.



Dados do Boletim Epidemiológico HIV/AIDS de 2018 evidenciam que, em Mato Grosso, o histórico da epidemia acompanha o quadro nacional, em que os casos da infecção por HIV têm aumentado em jovens entre 14 a 29 anos de idade. Já os casos de HIV em adultos, a infecção aumenta consideravelmente; enquanto em 2015 o coeficiente de detecção foi de 18,1 casos para cada 100.000 habitantes, em 2017 observou-se 26,2 casos para cada 100.000 habitantes.

 

 

.

FONTE: Assessoria



Comente, sua opinião é Importante!

PUBLICIDADE