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CARTA DE REPÚDIO

Veja deixa peixarias de Cuiabá fora do Prêmio Comer Bem e revolta empresário

Na carta, Lélis Fonseca lamenta que justamente no ano em que Cuiabá completa 300 anos as peixarias tenham ficado de fora do prêmio

Sandra Carvalho

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16/05/2019 14h37 | Atualizada em 16/05/2019 15h21

Veja deixa peixarias de Cuiabá fora do Prêmio Comer Bem e revolta empresário

Marcus Mesquita/Midia News

O empresário Lélis Fonseca, proprietário da Lélis Peixaria, em Cuiabá (MT), está divulgando uma carta de protesto contra a Veja por não inserir a categoria ‘peixaria’ na edição 2019 do Prêmio Comer e Beber.

Na carta, que está circulando nos grupos de WhastApp, Lélis Fonseca lamenta que justamente no ano em que Cuiabá completa 300 anos as peixarias tenham ficado de fora do prêmio.

“No ano em que nossa querida Capital completa seu tricentésimo aniversário, Cuiabá ganha um presente inusitado da revista Veja. Uma das revistas com maior circulação do País. No seu Prêmio Comer Bem versão 2019 não possui uma categoria que contempla, como em outros anos, a melhor peixaria”.

Lélis lembra que Cuiabá tem sua raiz ligada ao rio aos peixes. “Desde o final do século XVIII, nos idos de 1900, Cuiabá representa sua culinária através das peixarias. Por ser um porto muito movimentado, Cuiabá espalhou esta tradição através de seus marinhos para o Brasil inteiro”.

O empresário classificou a decisão da Veja de falta de conhecimento ou de tato. E, para deixar clara sua indignação, Lélis resolveu desenvolver os prêmios de melhor receita de pintado de 2019, melhor peixaria 2018, melhor peixaria 2017.

Lélis faz questão de ressaltar que a capital mato-grossense é sinônimo de peixarias no Brasil e no mundo, com opções para os mais variados gostos, desde as tradicionais do São Gonçalo Beira Rio às famosas como Okada, Toca do Coelho, a do Seu Barriga, do Tucho, Só Pera e Mirante das Águas.

“Todas, sem exceção, têm capacidade e vontade de estar representando Mato Grosso em qualquer lugar. Mas, não nos interessa participar de qualquer ato ou premiação que não valorize as tradições desta terra amada, por tantas vezes colonizada, mas que fortalece sua história dia a dia nos nossos corações”, conclui.

 

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