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Cidades - Página 1365

20 novos ônibus são incorporados à frota de Cuiabá

20 novos ônibus são incorporados à frota de Cuiabá

Em comemoração aos 294 anos de Cuiabá, a empresa Integração Transportes que opera no sistema de transporte coletivo da Capital, coloca em circulação 20 ônibus zero quilômetro. Os carros serão distribuídos nas 21 linhas que atendem diariamente 51 mil passageiros das zonas sul e leste da Capital. A entrega oficial será feita nesta terça-feira, 09/04 às 14 horas no Sesc Arsenal.

Radialista e apresentador de TV é encontrado morto em casa

Radialista e apresentador de TV é encontrado morto em casa

  O radialista Oliveira Neto foi encontrado morto na manhã desta segunda-feira (8) , por volta das 6 horas, na própria residência dele, no bairro Vila Canaã, em Rondonópolis.   Segundo informações da Polícia Militar, uma vizinha do radialista disse que ele chegou em casa na tarde de domingo (07-04). Na manhã de hoje, ela percebeu a Tv, ventilador ligado e a porta aberta.    A PM encontrou Oliveira deitado no sofá sem vida. A equipe da Politec foi chamada no local, mas até o fechamento do boletim de ocorrência a mesma não esteve no local.    Oliveira Neto era empresário, radialista e apresentador de TV. Trabalhou em várias rádios de Rondonópolis e foi apresentador de programas policiais nas emissoras TV Cidade SBT e Record News Rondonópolis.   Olhar Direto  

Cuiabá: lendas de assombração e 'causos' fazem parte da história

Cuiabá: lendas de assombração e 'causos' fazem parte da história

  As ruas estreitas e casarões do Centro de Cuiabá, que completa 294 anos de fundação nesta segunda-feira (8), guardam histórias e lendas que a maioria dos cuiabanos "não acredita, nem duvida". Muitos desses "causos" estão registrados na memória do cuiabano Aníbal Alencastro, de 70 anos, que é professor e descendente de Antônio Pedro Alencastro, governador da Província de Mato Grosso no século 18.   Entre as lendas estão as de assombração, como a do estudante de direito que conheceu uma bela moça em um baile de carnaval no antigo Clube Feminino de Cuiabá, na Rua Barão de Melgaço, centro da cidade, onde hoje abriga a Secretaria de Cultura do município. "A moça era linda e usava máscara. Quando deu meia-noite ela quis ir embora e falou para o rapaz. Estava chovendo e ele falou que a levaria em casa. Ele então pegou a capa de chuva dele e a cobriu. Eles saíram em um táxi, que na época era chamado carro de praça", relatou.   Segundo o historiador, o jovem era de família tradicional da cidade e estudava no Rio de Janeiro. Nessa época, no entanto, passava as férias na capital. "Quando o carro passou na frente do Cemitério Nossa Senhora da Piedade, ela pediu para parar porque era ali que morava. A moça entrou no cemitério à noite e deixou o rapaz confuso. Sem se conformar com a história, ele procurou o taxista no dia seguinte e pediu que fosse com ele até o cemitério de novo para que pudesse verificar o ocorrido. Lá o estudante conversou com o zelador que procurou o nome da jovem, Teodora, e encontrou em um livro de mortos. Ela já tinha morrido há cinco anos. O jovem pediu para ver o túmulo dela e então viu a foto da moça com quem ele tinha dançado na noite anterior. A capa de chuva que ele tinha emprestado estava em cima do túmulo", relatou.     'Amor de mãe'       Uma das histórias que se tornou lenda, mas que o cuiabano disse ter lido em um jornal da época, se passou em uma estrada do município, onde um caminhoneiro foi parado por uma mulher que lhe pediu ajuda. "Ela pediu ajuda dele para que fosse até um local onde tinha acontecido um acidente porque tinha uma criança viva no carro. O caminhoneiro foi e quando chegou lá as pessoas falaram que não era para ele ir até o veículo, mas ele foi e encontrou a criança viva no colo da mãe que já estava morta. E a mãe era a mulher que tinha pedido ajuda dele na estrada", contou o historiador, que é autor do livro 'Cuyabá: histórias, crônicas e lendas'.   Muitas histórias de assombração, no entanto, surgiram devido à falta de iluminação das ruas da capital, principalmente as de lobisomem, na avaliação do cuiabano. Sem energia elétrica, as ruas eram iluminadas com candeeiros, uma espécie de grande lamparina acesa com querosene. "A luz era fraquíssima e, nesse momento, apareceram várias lendas do lobisomem. As pessoas diziam que saíam à noite e viam um cachorro preto enorme", comentou.     'Quim Proença'     No Beco do Candeeiro, primeira rua do Centro de Cuiabá, o comerciante Quim Proença virou história. Conforme relato de Aníbal Alencastro, ele tinha um restaurante no local e servia refeições às pessoas que trabalhavam nos garimpos localizados às margens do Córrego da Prainha. Ele era casado com uma mulher muito bonita e morria de ciúmes dela, tanto que nem a deixava sair de casa para ajudá-lo no restaurante, que sempre estava lotado de homens. "Um dia alguém chegou e disse ter visto um homem entrando na casa dele. Quim ficou tão nervoso, revoltado, que pegou uma faca e foi até a casa. Lá viu um homem deitado na rede dele. Ficou tão furioso e, sem olhar para a pessoa, começou a esfaqueá-la no peito, quando ouviu a mulher dele gritar: Quim, você matou seu pai", disse, ao informar que o caso teria ocorrido no início da colonização de Cuiabá a partir da exploração do ouro.     'Barbeiro da Rua dos Porcos'       Sem conhecer a cidade, um caixeiro viajante que vendia produtos fabricados em outras cidades procurou um barbeiro que tinha enloquecido na velhice, mas que continuava com a barbearia aberta na antiga Rua dos Porcos, mesmo sem ter mais clientes. "O caixeiro entrou na barbearia, sentou e até chochilou. Quando acordou, ele levou um susto ao acordar e ver o barbeiro com a navalha afiada nas mãos, dizendo: tem um voz mandando eu cortar seu pescoço e outra falando que não é para eu cortar", contou o historiador.     'Alavanca de Ouro'       Outra história que Aníbal garante ser verdade é a dos escravos que trabalhavam em um garimpo onde hoje está situada a Igreja Nossa Senhora do Rosário e São Benedito, perto do Morro da Luz. Os trabalhadores acharam uma pepita de ouro, mas não queriam quebrá-la e para retirá-la inteira começaram a escavar em volta dela. Só que a pepita era tão grande e a forma que estava cavando não era a mais correta e eles foram soterrados. "Depois disso foi construída uma capela no local onde eles ficaram soterrados e anos depois foi erguida a igreja", afirmou. O causo ficou conhecido como a 'alavanca de ouro', porque o pedaço de ouro teria uma forma de alavanca.   G1/MT  

Motorista perde o controle de veículo e cai em vala de cidade em MT

Motorista perde o controle de veículo e cai em vala de cidade em MT

  Um motorista perdeu o controle do veículo e caiu dentro de uma vala, na noite deste sábado (6) na BR-163, na cidade de Sorriso, a 420 quilômetros de Cuiabá. De acordo com o Corpo de Bombeiros, o veículo trafegava pela rodovia, dentro da cidade, quando caiu dentro de uma vala de escoamento de água.

Aniversário de Cuiabá tem programação especial

Aniversário de Cuiabá tem programação especial

  O final de semana prolongado do aniversário de Cuiabá terá várias opções para quem quiser se divertir. A lista conta com estreias no cinema, exposições de artes, música e extensa programação para comemorar os 294 anos da capital.