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Cidades - Página 1309

40% dos eleitores de Lucas do Rio Verde poderão ter o título cancelado

40% dos eleitores de Lucas do Rio Verde poderão ter o título cancelado

Faltando apenas oito dias úteis para o fim da biometria em Lucas do Rio Verde, cerca de 40% dos eleitores do município poderão ter o título cancelado, por não atender ao chamado da Justiça Eleitoral. Esta projeção foi feita com base nos dados desta segunda-feira (11), que apontam um déficit de atendimento de pelo menos 9.578 eleitores.

Motoristas criticam buraqueira na rodovia Sinop-Santa Carmem

Motoristas criticam buraqueira na rodovia Sinop-Santa Carmem

Agricultores, empresários e caminhoneiros criticaram a precariedade da MT-140, que liga Sinop a Santa Carmem. A principal reclamação é em relação ao grande número de buracos na pista. Um dos trechos mais críticos fica entre os quilômetros 20 e 22. Suspensão danificada e pneus estourados são alguns dos prejuízos contabilizados.

APAE de Tangará recebe kit do Senar-MT e Sindicato Rural para equoterapia

APAE de Tangará recebe kit do Senar-MT e Sindicato Rural para equoterapia

A Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) de Tangará da Serra (239 km de Cuiabá) recebeu do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar-MT) kit para a prática de Equoterapia. Este projeto é realizado pela instituição de ensino rural em parceria com o Sindicato dos Produtores Rurais de Tangará e a associação.   A solenidade de entrega foi realizada na própria APAE e contou com a presença do vice-presidente do Sistema Famato/Senar, Normando Corral, presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Tangará da Serra, Ricardo Daher e o coordenador da Equoterapia da APAE de Tangará, Cláudio Reina.   De acordo com o presidente do Sindicato, Ricardo Daher, a parceria permite que 98 pessoas, entre crianças, jovens e adultos com algum tipo de deficiência, pratiquem gratuitamente a terapia, que usa o cavalo no contexto biopsicossocial e educacional. "O projeto tem grande aceitação em Tangará”, declarou. “O sindicato acredita que fazer a parte social é importante também".   Para a APAE, o convenio com o Senar-MT e o sindicato é o que garante a realização da Equoterapia em Tangará. "Atendemos os 265 alunos da Escola Raio de Sol e desse total 98 praticam a Equoterapia, sem  convenio não seria possível", afirmou. "Os materiais que usamos na terapaia já estavam gastos, os novos kits garantem a segurança do praticante".   KIT - O kit é composto por três selas australianas, três mantas para equoterapia, três mantas brim, seis capacetes para hipismo, e uma placa adesivada do projeto. O Senar-MT já entregou kits para os oito parceiros do projeto no Estado.   O atendimento equoterápico só poderá ser iniciado mediante parecer favorável em avaliação médica, psicológica e fisioterápica. Com encaminhamento médico, a APAE realiza a avaliação. Para mais informações entre em contato pelo telefone (65) 3326-2540.   O Senar está no Twitter e no Facebook. Siga @senar_mt e curta a Fan Page (www.facebook.com/SenarMt) da instituição de ensino rural que está presente em todos os municípios de Mato Grosso,  atuando em parceria com os 87 sindicatos rurais. Faz parte do Sistema Famato, assim como a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso (Famato) e o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA-MT).       Fonte: ASCOM/SENAR-MT  

VG, Rondonópolis e Sinop correm risco de perder recursos para saneamento e água

VG, Rondonópolis e Sinop correm risco de perder recursos para saneamento e água

Faltando menos de dois meses para se encerrar o prazo para que os municípios apresentem seus Planos Municipais de Saneamento Básico (PMSB), três das quatro maiores cidades de Mato Grosso não contam com os projetos finalizados. Se perderem o prazo, Várzea Grande, Rondonópolis e Sinop ficarão impedidas de receber recursos do governo federal para o setor.   O prazo foi estabelecido pela Política Nacional de Saneamento Básico, regulamentada pelo Decreto de lei 7.217 de 2010. A determinação exige que os projetos tenham abrangência de pelo menos 20 anos e contemplem as áreas abastecimento de água, tratamento de esgoto, limpeza urbana, coleta e destinação final do lixo.   De acordo com o Instituto Trata Brasil, nenhuma cidade no estado conta com o serviço de saneamento básico em 100% das casas. Em uma pesquisa recente da ong, Cuiabá foi apontada como a pior cidade, entre as sedes da Copa do Mundo de 2014, em saneamento básico. O mesmo relatório ainda afirmou que Várzea Grande tem o pior serviço entre as 100 maiores cidades brasileiras.   Em Várzea Grande, a situação é tão caótica que até os moradores região central reclamam da falta d’água. Apesar disso, o município também sofre com o desperdício de água. Segundo dados do Departamento de Água e Esgoto (DAE), por volta de 58% da produção diária de água tratada sequer chega às torneiras dos habitantes. “Moro aqui há mais de 20 anos e é sempre assim. Todo ano é a mesma coisa: falam que vai melhorar e nada”, lamenta Leonidas Pereira, de 63 anos.   De acordo com o coordenador geral do Plano Municipal de Saneamento Básico de Várzea Grande (PMSB-VG) e secretário Especial de Gabinete, Roldão Lima Júnior, a prefeitura está realizando uma pesquisa através do próprio site para fazer um raio-x da opinião dos cidadãos de como está a situação. “A lei pede que se escute pelo menos 10% da população. Nós estamos planejando ouvir 50% (cerca de 100 mil habitantes) para ter um diagnóstico mais real. Vamos cruzar estas informações e utilizá-las até para outros fins”.   Após a pesquisa, o município terá que formatar o plano. Lima Júnior assegura que mesmo com o pouco tempo disponível, a prefeitura conseguirá atender o prazo dado pelo governo Federal.   SINOP - Conforme o diretor do Serviço de Água e Esgoto (SAE) de Sinop, Juventino Silva, o processo na região está na fase de consultas públicas. Ele diz que uma primeira consulta já foi feita em setembro e outras duas estão marcadas. “Apenas 15% das cidades brasileiras começaram a realizar o plano, nós fazemos parte desta porcentagem”.   RONDONÓPOLIS - Para o diretor do Serviço de Saneamento Ambiental de Rondonópolis (Sanear), Dênis Oliveira, o plano do município está em processo de licitação e abertura do edital está marcada para os próximos dias. Ele diz que a contratação será válida para um serviço de oito meses de estudo. Após isto realizarão as audiências públicas.   De acordo com o superintendente da Associação Mato-grossense de Municípios (AMM), Darci Lovato, a situação é preocupante em todo estado, pois poucos municípios já conseguiram concluir todas as etapas para a elaboração do plano. “O plano é bem complexo e tem que atingir diversas áreas. Outra determinação da lei é que, para ser elaborado, ao menos 10% da população seja consultada”.   Ele explica que os custos para a criação do plano também são altos, o que levou com que a maioria dos municípios buscasse recursos com o governo federal ou consórcios com as cidades vizinhas. Segundo Lovato, a Comissão Nacional dos Municípios está discutindo com o Congresso Nacional a possibilidade de adiar o prazo por conta do grande número de cidades que ainda não iniciaram o projeto.   CUIABÁ – A Capital é única das grandes cidades do estado que já entregou o Plano. De acordo com o diretor de resíduos sólidos da Secretaria de Serviços Urbanos, Abel Nascimento, o município entregou o plano para o Ministério das Cidades em Abril. Abel disse algumas medidas do plano já começaram a ser implantadas, como a coleta seletiva de lixo.   O Documento  

Tensão entre integrantes da etnia manoki e madeireiros por extração ilegal

Tensão entre integrantes da etnia manoki e madeireiros por extração ilegal

Índios da etnia manoki interceptaram na semana passada dois caminhões carregados com toras retiradas ilegalmente da Terra Indígena Manoki, localizada no município de Brasnorte (580 quilômetros a noroeste de Cuiabá). Uma ponte construída por madeireiros, e que seria a rota de escoamento da carga, foi incendiada e destruída.    Longe de ser um fato isolado, o episódio expõe o agravamento da tensão entre índios e não-índios pelo direito à área de 252 mil hectares, reconhecida como sendo de ocupação tradicional pela Funai, mas que abriga fazendas e, em sua maior extensão, cobiçadas áreas de floresta nativa.    Desde o início do ano, o monitoramento feito pelos índios já havia identificado o aumento das invasões e da abertura de estradas por parte de madeireiros. Denúncias, segundo eles encaminhadas ao Ministério Público Federal, Ibama, Polícia Federal e Funai, não deram resultado até o momento.    "Está tudo sendo destruído e não recebemos resposta. Estamos respeitando a decisão da Justiça, mas os madeireiros seguem explorando e desmatando a nossa área. Por isso estamos agindo com as nossas próprias mãos", afirmou o cacique-geral da etnia, Manoel Kanunxi, em nota encaminhada pela ong Opan.    Os caminhões com as toras foram interceptados no sábado passado por um grupo de 20 guerreiros da etnia. A carga seria transportada por uma rota clandestina que dá acesso ao município de Nova Maringá. Nas proximidades do local, os índios disseram ter encontrado um acampamento com mais de 15 madeireiros.    "O desmatamento, os incêndios e a retirada ilegal de madeira (...) têm sido crimes fartamente denunciados (...), mas pouquíssimas providências foram tomadas até agora", afirmou a Opan.    De acordo com a entidade, a demora na homologação da terra está na raiz do problema. “Quanto mais tarde a tomada de decisão, mais perdas ocorrem e mais complexa e cara se torna a solução”, declarou o coordenador geral da entidade, Ivar Busatto.    A área em questão foi o resultado de uma revisão de limites conduzida pela Funai. Em maio, a Justiça Federal atendeu a um recurso protocolado por duas associações de produtores rurais da região e mandou suspender a homologação da área.    O magistrado considerou que o processo administrativo seria uma "ampliação de terra indígena já demarcada" (a T.I. Irantxe, onde vive atualmente a etnia Manoki), ação vedada por recente posicionamento do STF.    “No entanto, o processo de identificação e demarcação da TI Manoki é distinto da Irantxe, tendo já sido há muito superado o período regulamentar de contestação dentro do trâmite administrativo", discorda a Opan.   Diário de Cuiabá  

“Não vamos sair daqui”, dizem artesãs da Praça da Bíblia, em Tangará da Serra

“Não vamos sair daqui”, dizem artesãs da Praça da Bíblia, em Tangará da Serra

"Não vamos sair daqui até que o prefeito arrume um lugar descente para vendermos nossos artesanatos". Essas são as palavras da presidente da Associação de Artesãos de Tangará da Serra (Artetan), Iolanda Carpenedo, faltando 22 dias para o cumprimento de uma notificação da Prefeitura de que ela e outras artesãs terão que deixar a Praça da Bíblia até o final deste mês.    A determinação do prefeito Fábio Junqueira (PMDB) foi expedida no dia 12 de agosto e o prazo era de 30 dias, mas após uma reunião foi estendida até o dia 30 de novembro. Segundo Iolanda, já houve uma série de tentativas de negociar o impasse, mas o prefeito se mostra inflexível. "Ele propôs que a gente mude para uma casa na rua 24 com a 5-A, mas lá fica completamente na contramão", disse ela, explicando que o local, onde funcionou por algum tempo uma casa de apoio a indígenas Paresi-haliti que vinham para a cidade, não é propício para a comercialização de artesanato por estar afastado do centro, no Jardim Eldorado.    Neste domingo, às 14h, todas as associações se reunirão para discutir a proposta do prefeito. A grande maioria é contrária a mudança para o local afastado do comércio e Iolanda é bem enfática: "falo em nome da Artetan apenas e nós decidimos que não vamos sair daqui para ir para lá, as outras associações também não querem, mas mesmo que elas aceitem a Artetan não aceitará, ficaremos aqui, se a Prefeitura quiser mandar um trator aqui derrubar que mande. Só sairemos assim", disse.    Na ocasião da notificação em agosto, Fábio explicou que determinou a retirada das casas do local por 3 motivos. Primeiro por entender que elas não atendem a todos os artesãos, segundo porque atrapalham a locomoção e a utilização devida da praça pela população e por último devido a pouca utilização, pois, segundo ele, permanecem quase sempre fechadas.    Atualmente as seis casas de madeira, construídas na Praça em 2009, inicialmente em material compensado, que foi substituído em 2011 por madeira reflorestada, são ocupadas por 7 associações de artesãos e grupos de produção.    As primeiras a se instalarem ali foram a Mandala Viva e a Artetan. Na época o secretário de Turismo era o ex-vereador João Batista Neri da Silva, o João Negão, que viu na mudança uma solução para a demanda. As artesãs afirmam que hoje mais de 70 mulheres vendem seus produtos no local.       Diário da Serra  

Usuários com cartão temporário de transporte vão pagar duas vezes em VG

Usuários com cartão temporário de transporte vão pagar duas vezes em VG

O Terminal André Maggi, em Várzea Grande (região metropolitana de Cuiabá), por onde passam diariamente cerca de 60 mil usuários do transporte coletivo, está passando por mudanças físicas e operações que mesmo antes de entrar em funcionamento já estão sendo contestadas.   Isso, porque uma das principais alterações não permitirá que passageiros que pagaram a tarifa com dinheiro, com o cartão de passagem única ou simples, como é denominado, façam a integração com o sistema de transporte de Cuiabá ou mesmo de outros bairros.   A partir do próximo dia 15, quem não tiver o cartão-transporte terá de pagar duas passagens, uma do bairro onde mora e outra até o destino final. Como o cartão unitário é depositado dentro da catraca, quando esse usuário descer no terminal não poderá embarcar em outro ônibus.   A dona de casa Maria Carolina Pereira de Souza, moradora do bairro Asa Bela, diz que ficou surpresa com tantas divisões e grades instaladas no terminal. Maria Carolina diz que como não trabalha fora e sai de casa eventualmente, para ir ao médico e igreja, não vê necessidade de ter o cartão-transporte.   O superintendente de Transportes Urbanos de Várzea Grande, Aparecido Leite de Albuquerque, assegurou que de imediato, quando o novo sistema entrar em operação, nenhum usuário terá de pagar duas passagens. Para facilitar a emissão do cartão-transporte, diz, estão instalados diversos postos de atendimento dentro do terminal, pelos quais os usuários poderão requerê-lo gratuitamente. Ele diz que os passageiros terão mais 20 dias ou um mês para se adequarem ao novo modelo.   Conforme Aparecido, as mudanças seguem orientação da Agência de Regulação de Serviços Públicos Delegados (Ager) e tem o objetivo de agilizar o atendimento do próprio usuário.   O Documento  

Confira os plantonistas deste final de semana no TJ

Confira os plantonistas deste final de semana no TJ

A desembargadora Maria Helena Gargaglione Povoas é a plantonista do Tribunal de Justiça de Mato Grosso neste sábado (9) e domingo (10). A magistrada receberá todos os feitos cíveis e criminais que ingressarem na Segunda Instância.         Coordenadoria de Comunicação do TJMT  

Alunos da rede municipal recebem premiações do Pintando a Copa

Alunos da rede municipal recebem premiações do Pintando a Copa

O excelente trabalho realizado pelas escolas da rede municipal de Cuiabá na área de artes foi evidenciado pelo número de premiações conquistadas no concurso do Projeto Pintando a Copa. Ao todo foram 19 alunos e cinco escolas municipais premiados, totalizando 24 prêmios.