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Alunos invadem prédio na UFMT e pedem presença da reitora

Acadêmicos estão em greve há um mês, em protesto contra o aumento dos valores das refeições vendidas no Restaurante Universitário

Celestino Carlos

Jornalista

12/06/2018 12h42 | Atualizada em 12/06/2018 14h57

Alunos invadem prédio na UFMT e pedem presença da reitora

Arquivo internet

Estudantes do câmpus Cuiabá da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) invadiram na manhã desta terça-feira (12) o prédio da Pró-Reitória de Planejamento (Proplan) para cobrar a presença da Reitora Miryam Serra em dialogos sobre os novos valores  das refeições do Restaurante Universitário (RU).

A questão já se arrasta desde 9 de maio, atrasa o calendário acadêmico da instituição, pois os prédios foram tomados pelo movimento estudandil que questiona o aumento de 500% nos valores das refeições por parte da reitoria.

Nesta terça, o grupo do movimento grevista ocupou o prédio da Reitoria que funciona em anexo na outra parte da Biblioteca Central. Com a invasão, todos os servidores precisaram ser realocados no prédio da Proplan. Porém, nesta manhã, os alunos descobriram onde a gestora estava realizando seus trabalhos junto com sua equipe e entraram no prédio.

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Desocupação dos prédios

O juiz Raphael Casella de Almeida Carvalho, da 8° Vara Federal de Mato Grosso, expediu na sexta-feira (8), um mandado de reintegração de posse. Com isso, a UFMT ganho na justiça o direito de ter os prédios desocupados pelo movimento grevista.

 Atualmente, estão ocupados os prédios da Reitoria, , Ciência Biológicas, Saúde Coletiva e Bloco Didático.

De acordo com o documento, há uma lista com 775 nomes que foram identificados sendo os ocupantes.

 Ainda segundo informações da liminar, Alexandre de Arruda Peixoto, acadêmico do curso de História é apontando como líder do movimento grevista.  Além disso, em caso de desobediência, o juiz ordena que seja utilizado reforço policial.

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