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PREVISÕES

O que esperar de 2018?

Será o ano de formar alianças, de aproximação e não o contrário. Regido pelos fatores ying yang, em 2018, o equilíbrio é fundamental para lidar com questões pessoais, profissionais ou políticas

Catia Alves

Repórter

07/12/2017 07h00 | Atualizada em 30/11/-0001 00h00

O que esperar de 2018?

Ilustração

Será que devo casar e comprar uma casa? Ou talvez seja melhor ir embora do Brasil para fugir das eleições de 2018? Esses são exemplos de decisões que martelam nossa mente toda vez que chegamos ao período das festas de final de ano, quando o calendário muda e ganhamos um ano novinho para fazer muitos planos.

Independente das crenças pessoais, é impossível não se questionar como será o próximo ano. Para aqueles que acreditam em “previsões”, o Circuito Mato Grosso ouviu o numerólogo Marco Aurélio Ramos para saber o que devemos esperar de 2018.  A primeira recomendação é perguntarmos: como devo agir?

Para melhor calcular os seus passos, e evitar tropeços, é importante saber que este ano será um ano regido pelo número 11, que traz a soma de aspectos masculinos e femininos.

“Se você somar o 2+0+1+8 vai perceber que o resultado é 11, que somado 1+1 é igual a 2. O número de 2017 foi 10 que é o número 1. O número 1 significa os valores masculinos: agressividade, coragem, audácia, pioneirismo, espírito desbravador. Isso não irá se manter em 2018, pois entramos em um ano de número 2, que está mais puxado para o lado feminino. Esse ano teremos também o ying e o yang, que é o feminino e o masculino”, explicou Marco.

Isso nada tem a ver com sexualidade, ressaltou o numerólogo. O lado feminino a que ele se referiu foi quanto às ações, emoções e sentimentos desenvolvidos ao longo do ano. O número 1 representa apenas um ponto de vista, o que ele representa: eu. O 11 representa a balança, equilíbrio, o 2 representa aliança, contrato, parceria, então se não houver equilíbrio unindo as pontas extremas, o eu nunca terá espaço.

“O ano de 2017 não foi para diálogo, foi um ano para imposições, potencializou a agressividade, a violência. Por isso tivemos muitas discussões terríveis. Quem se manteve neste ano “mandando” estava em sintonia. Exemplo disso são os líderes no poder hoje. Quem está à frente das lideranças dos países hoje são candidatos com discursos bélicos [propícios à guerra, ao ódio]”.

Em 2018, o dia a dia das pessoas vai exigir equilíbrio, sensibilidade de ouvir o outro, diálogo sempre focado em ouvir a opinião do outro e não impor somente a sua, como vem acontecendo em 2017.

Será o ano de formar alianças, de aproximação e não o contrário. “O lado negativo é que caso o indivíduo não tenha essa postura vamos continuar tendo casos de agressividade, intolerância, brigas, confusão e ataques, como neste ano que está terminando”, pontuou o numerólogo.

Na saúde as doenças relativas à sensibilidade estarão muito fortes. Por exemplo, os derrames, os casos de estresse, dos distúrbios de bipolaridade, doenças que estarão ainda mais fortes. O 11 é um ano de montanha russa emocional.

Para o amor o conselho é ter equilíbrio. Palavra que deve ser colocada em prática em todos os relacionamentos, sejam eles amorosos, familiares ou de negócios. Todas as relações irão exigir muito diálogo, paciência e tato para lidar com os conflitos. Quem não tiver isso poderá acabar com relações rompidas.

A economia está com uma perspectiva boa, segundo Marco. Porém a instabilidade será marcante, com picos de positividade e negatividade o ano todo. Apesar disso, teremos grande chance de avançar muito e o Brasil se projetar.

No Brasil, de modo geral, metade da população estará à espera da justiça para sanar diversos conflitos, como a outra metade tende a fazer justiça com as próprias mãos. Ou seja, se vingar.

“Vai ser um ano de muita violência nas ruas, em todo o Brasil, então devemos ter muito cuidado. Devemos ter cuidado com as confraternizações em família, porque vai haver muitas brigas, discussões, muita violência um com o outro. Então se não houver diálogo, sai fora, é melhor ficar quieto”, aconselha.

Tudo que for feito em 2018 não será esquecido pelo brasileiro, por isso se não for feita justiça a metade da população que espera por ela pode se vingar nas eleições. “Ele pode votar no candidato extremista ou ele pode votar na renovação. Vamos ter um ambiente bastante intenso”.

Cores ano novo: tons pastéis como branco e bege serão regentes do ano e estarão em sintonia. Mas a pessoa deve estar “elevada”. Será o ano do altruísmo e quem está em sintonia com esse sentimento verdadeiramente deve usar essas cores.  Usar por usar não irá resolver nada.

POLÍTICA

O numerólogo fez previsões para os principais nomes que podem disputar as eleições para governador em 2018 no Estado.

Pedro Taques: irá enfrentar muitos problemas, muita coisa vindo por “debaixo” do tapete que irá ser revelado no próximo ano. Há riscos de prisões, de ser traído por pessoas a sua volta e terá um ambiente extremamente perigoso. Devem surgir coisas bombásticas por aí. Mas ele está no páreo caso venha a se candidatar. Alerta: observe a movimentação dos bastidores.

Mauro Mendes: ambiente excepcional para se candidatar, pois o ano para ele é poderoso e vai ser difícil se afastar de uma possível candidatura. Está em um ótimo momento, mas não para ser vice de algum candidato, mas sim para sair à frente. A oportunidade está nas mãos dele, que pode se candidatar e continuar mostrando serviço ou ter um legado esquecido.

Emanuel Pinheiro: em 2018, o atual prefeito de Cuiabá deve executar serviços. Obras grandes devem ser feitas nesse ano, para então ele se destacar apesar de tudo que está acontecendo. Se não mostrar isso, ele irá perder a oportunidade de executar o que é preciso. Emanuel terá que se posicionar perante a Justiça. Será o ano para pôr a mão na massa.

Jayme Campos: entrará em um período bem desafiador agora de reestruturação que vai mexer na vida pessoal, financeira, saúde e vai até 2020. Deve dar atenção para a vida pessoal. Tem um perfil para o Legislativo e não para o Executivo. Se continuar como administrador, vai enfrentar muitos problemas. Deveria se candidatar.

Antonio Joaquim: ele entra no ano 4 e vai ter muitos problemas, e problemas bastante sérios com a Justiça. Serão oito anos desafiadores de conflito com a Justiça. Não favorece em nada sair como candidato.

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